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Artigos

Adriano Sampaio
A flutuação centrípeta do eleitorado neutro e as assimetrias metodológicas na conversão de tendências
Foto: Acervo pessoal

A flutuação centrípeta do eleitorado neutro e as assimetrias metodológicas na conversão de tendências

Há, na leitura das pesquisas de opinião, uma tentação recorrente: a de reduzir a complexidade do eleitorado a uma aritmética rudimentar entre aprova e desaprova. Essa simplificação, embora conveniente para a circulação rápida da informação, empobrece o fenômeno e obscurece o que nele há de mais relevante: a zona intermediária, a região de latência cognitiva que as escalas qualitativas costumam nomear como regular. É ali, e não apenas nos polos da concordância ou da rejeição, que se estrutura a engenharia silenciosa da reputação política.

Multimídia

Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno

 Rosemberg prevê vitória de Jerônimo contra ACM Neto no 1º turno
Em entrevista ao podcast Projeto Prisma, com Fernando Duarte, o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) afirmou ter confiança na vitória do atual governador Jerônimo Rodrigues na disputa contra ACM Neto (União) pelo governo do estado.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

chiclete ferreira

“Ele tem transtorno de personalidade”, afirma Ninha do Gheto sobre Igor Kannário
Foto: Reprodução / Youtube'

No podcast Bargunça desta terça-feira (8),  durante o quadro “Quem Você Levaria para o Boteco?”, Ninha do Gheto revelou que não levaria o cantor Igor Kannário.  “Falar de Kannário é mexer em um ninho de marimbondo. Já começo dizendo que não levaria ele para lugar nenhum”.

 

Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra. Nesta edição, Mithra apresentou o programa ao lado do cantor Chiclete Ferreira.


Segundo Ninha, Kannário é um ótimo artista. “Ele tem uma magia que prende você nele, de uma forma que você faz tudo por ele. Isso explica o fanatismo das pessoas por ele, e eu respeito isso. Quando está no palco com o Kannário é uma energia surreal, ele é um artista foda”, contou.

 

Em seguida, ela esclarece que as opiniões dela sobre o cantor não são baseadas nas brigas que o marido dela, Chiclete Ferreira, teve com ele, e sim em experiências próprias que ela vivenciou no período em que foi produtora do artista.

 

“Como pessoa, ele tem transtorno de dupla personalidade. Eu não sou psiquiatra para afirmar qual o problema dele, mas ele deixa marcas, nas pessoas, inesquecíveis do lado negativo. Quando está tudo bem, que o beneficia de alguma forma, você é o melhor para ele. Do nada, ele te bloqueia sai da sua vida e você nem sabe o que aconteceu. Não tem a capacidade de reconhecer a qualidade das pessoas, de dar mérito pelo trabalho das pessoas”, apontou Ninha.

 

Por fim, ela alegou ter muito respeito pelos fãs dele, porém sendo uma pessoa que conviveu com ele e "sofreu as consequências das atitudes dele", ela não o levaria para o boteco.

Chiclete Ferreira critica a erotização do pagode
Foto: Reprodução / YouTube

No podcast Bargunça desta terça-feira (11), o cantor Chiclete Ferreira criticou o pagode que tem sido tocado atualmente. Segundo ele, o pagode só é ouvido fora da Bahia se for “limpo”, mas ainda assim cantores “insistem na bosta”.

 

“Oh Polêmico, que eu acho foda o estouro que o pivete deu, quantas músicas ele cantou e nenhuma bateu? Várias. Qual foi a que bateu? Primeiro: Samba do Polly, segundo: O Boneco, terceiro: O Pitbull. Tudo limpo, só o que bate é limpo. Então por que insistir na bosta?”, criticou.

 

“Uma coisa é você curtir Léo ou ir no show de Xanddy. Mas quando você desce e ouve as bandas regionais, você descobre um ginecologia do pagode. Para quê?”.

 

Ele finalizou comentando que as músicas que ele cantava tinham duplo sentido, porém não eram “sujas”. “Quem acha ‘Na Geral’ um pagode sujo é maluco”, alegou. Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra. 

“Música que sai de Salvador para o mundo tem que ter dança”, afirma Chiclete Ferreira
Foto: Reprodução / YouTube

No podcast Bargunça desta terça-feira (11), o cantor Chiclete Ferreira alegou que a maioria das músicas baianas que fazem sucesso nacionalmente precisam ter dança.

 

“Desenrola, bate e joga de ladinho tem dança, Violeira de Apache tem dança, Vai seu Derrubado tem dança. Música que sai de Salvador para fora, de verdade, para a Bahia, o Brasil e o mundo tem que ter dança. A nossa Bahia é representada pela dança dança, do Ilê Aiyê ao Olodum. Tem o balanço, tem a onda, não adianta ficar no vocal porque não vai”, afirmou.?

 

Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra. 

 

“Quantos projetos lindos tem aqui? De arrocha, de pagode que não vão para frente. O poder está em cima da resenha ou da dança”, apontou.

 

O artista usou de exemplo para seu argumento o sucesso da música “Zona de Perigo”, de Léo Santana, que começou depois que o cantor lançou a dancinha. “Qual foi o estopim? A dança. Ele juntou o corpo, com uma música com uma letra fod*, junto com uma dancinha. Uma coisa bem gravada, bem executada, ficou maravilhoso”.

 

“Me diga uma música que o Brasil cantou que não tem dança? Não tem. Depois de 'segure o tchan' e 'na boquinha da garrafa', meu irmão, tem que ter dança”, finalizou.

“Me faltou gestão”, aponta Chiclete Ferreira sobre razão para não ter atingido maior sucesso em sua carreira
Foto: Reprodução / YouTube

No podcast Bargunça desta terça-feira (11), o cantor Chiclete Ferreira explicou que faltou gestão para que ele conseguisse alavancar sua carreira de verdade. “Faltou gestão. Se eu tivesse a mente que tenho hoje, eu mesmo chegaria com os gestores e apontaria o caminho”, começou.

 

Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra.

 

Quando comparado com bandas de pagode ainda fazem sucesso, como Harmonia do Samba, Chiclete contou que esta é uma comparação injusta. “Você fala Harmonia, e eu acho que chega a ser covardia. Quem representa o gueto? Nunca vi Harmonia descer em um gueto, para cantar gueto. Tenho todo respeito, respeito é uma coisa, verdade é outra. A minha verdade é que Xanddy nunca desceu em gueto para cantar nada, nós cantamos as músicas dele no gueto”, apontou.

 

“Se ele teve uma gestão mais profissional por trás, ele teve alguém que encaminhou ele como artista, massa. Eu não tive essa sorte, eu tive pessoas que só focaram no dinheiro, e o cantor que se esfolasse. Tinha festas com o nome da minha música ‘Violeira de Apache Fest’, e eu não ganhava nada a não ser como cantor. Mas isso não tem nada a ver com onde eu estou hoje. Eu, Chiclete, decidi sair”, finalizou Chiclete.

 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O que está acontecendo quando uma construtora está mais preocupada com retrofits do que o próprio governo? Ainda assim, parece que o lado do Cacique está afinando mais o tom da campanha, pelo menos. Quem também apostou na inovação foi Vovô Smurf. Do outro lado, tem gente tentando resgatar o passado. Mas confesso que ainda sinto falta da política raiz - o que tem inclusive dificultado muito meu trabalho. Saiba mais!

Pérolas do Dia

José Múcio Monteiro

José Múcio Monteiro
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

"Precisamos ver onde podemos ajudar mais. A simpatia que o meu presidente tem pela Venezuela é absoluta. A partir de agora, Brasil e Venezuela são um só país".


Disse o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro após reunião nesta terça-feira com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, em Caracas. O encontro está marcado para as 14h, horário de Brasília. Pela manhã, Múcio já havia se reunido com o ministro da Defesa venezuelano, Gustavo González López, com quem conversou sobre a ajuda que o Brasil vem enviando ao país após os terremotos da semana passada.
 

Podcast

Projeto Prisma recebe o deputado estadual Diego Castro nesta segunda

Projeto Prisma recebe o deputado estadual Diego Castro nesta segunda
Foto: Projeto Prisma
Natural de Salvador, Diego Castro tem 36 anos, é advogado e cumpre seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).

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