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Artigos

Renata Carvalho
Nordeste: um território de inteligência, inovação e crescimento
Foto: Divulgação

Nordeste: um território de inteligência, inovação e crescimento

Durante muito tempo, construir uma marca forte no Brasil parecia depender, quase obrigatoriamente, de olhar para os grandes centros econômicos. Estratégias de comunicação, campanhas publicitárias, pesquisas de mercado e decisões de negócios costumavam partir de uma lógica concentrada no eixo Rio-São Paulo, como se fosse necessário buscar ali a validação para alcançar relevância nacional.

Multimídia

Delliana Ricelli chama aprovação automática nas escolas da Bahia de “uma das coisas mais odiosas”

Delliana Ricelli chama aprovação automática nas escolas da Bahia de “uma das coisas mais odiosas”
A candidata ao Senado Federal pela Bahia, Professora Delliana Ricelli (PSOL), classificou a medida como uma das práticas mais “odiosas” no ambiente escolar. A educadora defendeu uma reformulação no ensino da Bahia.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

chiclete ferreira

“Ele tem transtorno de personalidade”, afirma Ninha do Gheto sobre Igor Kannário
Foto: Reprodução / Youtube'

No podcast Bargunça desta terça-feira (8),  durante o quadro “Quem Você Levaria para o Boteco?”, Ninha do Gheto revelou que não levaria o cantor Igor Kannário.  “Falar de Kannário é mexer em um ninho de marimbondo. Já começo dizendo que não levaria ele para lugar nenhum”.

 

Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra. Nesta edição, Mithra apresentou o programa ao lado do cantor Chiclete Ferreira.


Segundo Ninha, Kannário é um ótimo artista. “Ele tem uma magia que prende você nele, de uma forma que você faz tudo por ele. Isso explica o fanatismo das pessoas por ele, e eu respeito isso. Quando está no palco com o Kannário é uma energia surreal, ele é um artista foda”, contou.

 

Em seguida, ela esclarece que as opiniões dela sobre o cantor não são baseadas nas brigas que o marido dela, Chiclete Ferreira, teve com ele, e sim em experiências próprias que ela vivenciou no período em que foi produtora do artista.

 

“Como pessoa, ele tem transtorno de dupla personalidade. Eu não sou psiquiatra para afirmar qual o problema dele, mas ele deixa marcas, nas pessoas, inesquecíveis do lado negativo. Quando está tudo bem, que o beneficia de alguma forma, você é o melhor para ele. Do nada, ele te bloqueia sai da sua vida e você nem sabe o que aconteceu. Não tem a capacidade de reconhecer a qualidade das pessoas, de dar mérito pelo trabalho das pessoas”, apontou Ninha.

 

Por fim, ela alegou ter muito respeito pelos fãs dele, porém sendo uma pessoa que conviveu com ele e "sofreu as consequências das atitudes dele", ela não o levaria para o boteco.

Chiclete Ferreira critica a erotização do pagode
Foto: Reprodução / YouTube

No podcast Bargunça desta terça-feira (11), o cantor Chiclete Ferreira criticou o pagode que tem sido tocado atualmente. Segundo ele, o pagode só é ouvido fora da Bahia se for “limpo”, mas ainda assim cantores “insistem na bosta”.

 

“Oh Polêmico, que eu acho foda o estouro que o pivete deu, quantas músicas ele cantou e nenhuma bateu? Várias. Qual foi a que bateu? Primeiro: Samba do Polly, segundo: O Boneco, terceiro: O Pitbull. Tudo limpo, só o que bate é limpo. Então por que insistir na bosta?”, criticou.

 

“Uma coisa é você curtir Léo ou ir no show de Xanddy. Mas quando você desce e ouve as bandas regionais, você descobre um ginecologia do pagode. Para quê?”.

 

Ele finalizou comentando que as músicas que ele cantava tinham duplo sentido, porém não eram “sujas”. “Quem acha ‘Na Geral’ um pagode sujo é maluco”, alegou. Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra. 

“Música que sai de Salvador para o mundo tem que ter dança”, afirma Chiclete Ferreira
Foto: Reprodução / YouTube

No podcast Bargunça desta terça-feira (11), o cantor Chiclete Ferreira alegou que a maioria das músicas baianas que fazem sucesso nacionalmente precisam ter dança.

 

“Desenrola, bate e joga de ladinho tem dança, Violeira de Apache tem dança, Vai seu Derrubado tem dança. Música que sai de Salvador para fora, de verdade, para a Bahia, o Brasil e o mundo tem que ter dança. A nossa Bahia é representada pela dança dança, do Ilê Aiyê ao Olodum. Tem o balanço, tem a onda, não adianta ficar no vocal porque não vai”, afirmou.?

 

Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra. 

 

“Quantos projetos lindos tem aqui? De arrocha, de pagode que não vão para frente. O poder está em cima da resenha ou da dança”, apontou.

 

O artista usou de exemplo para seu argumento o sucesso da música “Zona de Perigo”, de Léo Santana, que começou depois que o cantor lançou a dancinha. “Qual foi o estopim? A dança. Ele juntou o corpo, com uma música com uma letra fod*, junto com uma dancinha. Uma coisa bem gravada, bem executada, ficou maravilhoso”.

 

“Me diga uma música que o Brasil cantou que não tem dança? Não tem. Depois de 'segure o tchan' e 'na boquinha da garrafa', meu irmão, tem que ter dança”, finalizou.

“Me faltou gestão”, aponta Chiclete Ferreira sobre razão para não ter atingido maior sucesso em sua carreira
Foto: Reprodução / YouTube

No podcast Bargunça desta terça-feira (11), o cantor Chiclete Ferreira explicou que faltou gestão para que ele conseguisse alavancar sua carreira de verdade. “Faltou gestão. Se eu tivesse a mente que tenho hoje, eu mesmo chegaria com os gestores e apontaria o caminho”, começou.

 

Com apoio do Bahia Notícias, o Bargunça Podcast é apresentado por Wagner Miau e Thiago Mithra.

 

Quando comparado com bandas de pagode ainda fazem sucesso, como Harmonia do Samba, Chiclete contou que esta é uma comparação injusta. “Você fala Harmonia, e eu acho que chega a ser covardia. Quem representa o gueto? Nunca vi Harmonia descer em um gueto, para cantar gueto. Tenho todo respeito, respeito é uma coisa, verdade é outra. A minha verdade é que Xanddy nunca desceu em gueto para cantar nada, nós cantamos as músicas dele no gueto”, apontou.

 

“Se ele teve uma gestão mais profissional por trás, ele teve alguém que encaminhou ele como artista, massa. Eu não tive essa sorte, eu tive pessoas que só focaram no dinheiro, e o cantor que se esfolasse. Tinha festas com o nome da minha música ‘Violeira de Apache Fest’, e eu não ganhava nada a não ser como cantor. Mas isso não tem nada a ver com onde eu estou hoje. Eu, Chiclete, decidi sair”, finalizou Chiclete.

 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Começou a festa da democracia! Mas parece que tem gente que tá economizando até no cento de salgados. Mas entre quem chora pitanga e quem ostenta nas redes, podemos esperar de tudo até outubro. Só confesso que não esperava Cunha procurando sarna pra se coçar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Marcius Gomes

Marcius Gomes
Foto: Daniel Araújo / Bahia Notícias

"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho". 

 

Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista a pré-candidata ao Senado Federal Professora Delliana Ricelli (PSOL) nesta segunda

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Foto: Projeto Prisma
A pré-candidata ao Senado Federal pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Professora Delliana Ricelli, é a entrevistada do Projeto Prisma nesta segunda-feira (17).

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