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chancela
A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) e a Liga Nacional de Basquete (LNB) anunciaram, nesta quarta-feira (2), o retorno da chancela (aprovação) de campeonato nacional para o Novo Basquete Brasil (NBB), organizado pela LNB. Com isso, o NBB volta ao aposto de liga profissional da primeira divisão nacional e distribuirá vagas para torneios do exterior, como a Champions League Américas e a Liga Sul-Americana.
A decisão, válida a partir da próxima temporada, contou com o intermédio da FIBA (Federação Internacional de Basquete), e representa um acordo entre as entidades que organizam a modalidade. Além da novidade sobre o acordo de governança, a CBB vai ser responsável pela organização da Copa do Brasil de Basquete (Supercopa) como um evento de pré-temporada.
CBB e LNB estavam rompidas desde junho de 2023. Na época, o NBB perdeu a chancela da Confederação e a condição de torneio nacional oficial. A ruptura aconteceu após a LNB entrar na justiça comum contra a CBB, o que representou uma quebra de contrato na visão da Confederação.
"É um novo momento para o basquete nacional. Conseguimos, todos nós, junto da Fiba, chegar em entendimentos que gerarão ganhos para a modalidade e que beneficiarão todo o ecossistema. Vamos trabalhar juntos para que a história da modalidade siga vitoriosa, trazendo mais desenvolvimento em todas as áreas", disse Marcelo Sousa, presidente da CBB.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.