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O árbitro Omar Abdulkadir Artan, da Somália, foi impedido de entrar nos Estados Unidos, onde trabalharia em partidas da Copa do Mundo. O juiz teve a entrada negada por oficiais de imigração americanos e precisou retornar à Turquia, país de onde havia partido seu voo. A informação foi confirmada pelo jornalista Romain Molina, do jornal britânico The Guardian, neste fim de semana.
De acordo com Molina, o impedimento ocorreu por um problema relacionado ao visto de entrada nos Estados Unidos. Artan teria enfrentado dificuldades para emitir o documento e conseguiu viajar após obter um passaporte diplomático com apoio da embaixada da Somália em Nairobi, no Quênia.
O documento, no entanto, não foi aceito pelas autoridades migratórias americanas. Com isso, o árbitro acabou barrado ao desembarcar no país-sede do Mundial.
A situação ocorre em meio à preparação final da arbitragem para a Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. Até o momento, a Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. O governo dos Estados Unidos também não divulgou informações públicas sobre a decisão da imigração.
Artan é considerado um dos principais árbitros do futebol africano. Aos 34 anos, ele apitou a final da Champions League Africana de 2025 entre Pyramids FC, do Egito, e Mamelodi Sundowns, da África do Sul.
No mesmo ano, foi eleito o melhor árbitro da África pela Confederação Africana de Futebol. A presença dele na Copa representaria mais um passo de destaque em sua carreira internacional.
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Alexandre de Moraes
"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.