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Um homem acusado de envolvimento na chamada Chacina de Portão, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), foi preso nesta terça-feira (20). Eduardo Santos da Silva estava foragido após ser condenado a 65 anos de prisão, em sentença em julho deste ano.

Eduardo Santos da Silva foi localizado em Volta Redonda (RJ)
Segundo a Polícia Civil, o homem foi encontrado em Volta Redonda, no interior do Rio de Janeiro. Na abordagem, houve troca de tiros e o homem foi ferido. Ele foi levado para uma unidade de saúde, onde segue internado sob custódia. Não há mais informações sobre o estado de saúde dele. Após alta médica, o homem deve ser levado para o sistema penitenciário do Rio de Janeiro, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Conforme o G1, antes da condenação a 65 anos de reclusão, Eduardo já havia sido condenado a 14 anos de prisão por outro homicídio, praticado no mesmo episódio. As penas somadas chegam a 79 anos de prisão.
Na Chacina de Portão, seis pessoas, incluindo uma criança e um adolescente, foram mortos pelo grupo em que Eduardo fazia parte, acusa o Ministério Público do Estado (MP-BA). Envolvido também na chacina, Paulo Robson Carvalho Santos, morreu em 2020.
Além dele, três foram a óbito em confronto com policiais militares. Outros dois, Cláudio de Jesus Soares (que ordenou a ação) e Mateus Santos de Jesus, foram condenados e estão presos.
Um homem envolvido na morte de seis pessoas em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), em 2019 foi condenado a 79 anos de prisão. A sentença contra Eduardo Santos da Silva foi aplicada pelo Tribunal do Júri da Comarca de Lauro de Freitas, ocorrido nesta quinta-feira (11). Ele já havia sido condenado por mais um homicídio, praticado no mesmo ato, a 14 anos de prisão. Segundo o Ministério Público do Estado (MP-BA), Eduardo segue foragido.
O homem é acusado de envolvimento na “Chacina de Portão” em que seis pessoas foram assassinadas. Segundo o promotor de Justiça Márcio Bellazzi de Oliveira, todos os seis homicídios foram cometidos pelo grupo de criminosos do qual Eduardo da Silva fazia parte.
Ainda segundo o promotor, no dia do crime [18 de maio de 2019], Eduardo da Silva e comparsas "desencadearam uma verdadeira onda de terror na comunidade de Portão”. As mortes teriam sido encomendadas pelo líder do grupo, que estava preso na ocasião, e serviriam para afirmar o “poderio” do grupo criminoso na localidade em disputa contra outra facção.
As investigações apontaram que nenhuma das vítimas tinha envolvimento com atividades criminosas. Um dos homens envolvidos na ação criminosa, Paulo Robson Carvalho Santos, faleceu em 2020. Outros dois, Cláudio de Jesus Soares (que ordenou a ação) e Mateus Santos de Jesus, foram condenados e estão presos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ronaldo Caiado
"É algo a ser resolvido nos próximos dias".
Disse o governador de Goiás, Ronaldo Caiado ao afirmar nesta terça-feira que já comunicou sua saída do União Brasil e que está em negociação com outras siglas para viabilizar sua candidatura à Presidência da República nas eleições de outubro.