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Artigos

Bernardo Araújo
Os “meninus” do trio
Foto: Acervo pessoal

Os “meninus” do trio

A poucas semanas do início do Carnaval, sempre me pego pensando: qual será a polêmica de 2026? Porque, convenhamos, em Salvador, polêmica carnavalesca não é acidente — é tradição. Todos os anos, essa cidade vocacionada para os serviços e, sobretudo, para a economia criativa, se prepara para a maior festa do planeta. Pelo menos é assim que nós, baianos, gostamos de dizer, misturando exagero e orgulho na mesma dose.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

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O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

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Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

censo demografico

Mais de 1 milhão de pessoas têm alguma deficiência na Bahia; dificuldade de enxergar é a mais comum
Foto: Reprodução TV Brasil

O Censo Demográfico mostrou que, em 2022, na Bahia, 7,9% da população de 2 anos ou mais de idade tinham alguma deficiência. 

 

Isso significa que 1.093.719 pessoas, no estado, tinham grande dificuldade ou não conseguiam de modo algum enxergar; e/ou ouvir; e/ou andar ou subir degraus; e/ou pegar pequenos objetos, abrir e fechar tampas de garrafas – em todos os casos mesmo usando aparelhos de auxílio -; e/ou tinham dificuldade permanente para se comunicar, realizar cuidados pessoais, trabalhar, estudar etc.

 

Quarto estado mais populoso do país, a Bahia também tinha a 4ª maior população com deficiência, abaixo de São Paulo (2.755.978 pessoas, ou 6,3% dos habitantes de 2 anos ou mais), Minas Gerais (1.472.199, 7,3%) e Rio de Janeiro (1.160.784, 7,4%). 

 

No Brasil como um todo, 7,3% da população de 2 anos ou mais de idade tinham alguma deficiência em 2022, o que representava 14.400.869 pessoas.

 

Em termos percentuais, a participação das pessoas com deficiência na população baiana de 2 anos ou mais de idade (7,9%) era a 9ª mais alta entre as unidades da Federação. Os nove estados do Nordeste lideravam em proporção de pessoas de 2 anos ou mais com deficiência, encabeçados por Alagoas (9,6% ou 291.546 pessoas), Piauí (8,3% ou 297.694) e Pernambuco (8,9% ou 788.647). Os menores percentuais, por sua vez, estavam em Roraima (5,6% ou 34.316 pessoas), Mato Grosso (5,7%, 202.822) e Santa Catarina (6,0% ou 447.842 pessoa de 2 anos ou mais).

 

Na Bahia, assim como no Brasil e em todas as unidades da Federação, a ocorrência de deficiência era maior entre as mulheres. Elas representavam 6 em cada 10 pessoas com alguma deficiência no estado: 57,2%, ou 626.031 em números absolutos. Dentre as mulheres baianas de 2 anos ou mais de idade, 8,8% tinham alguma deficiência; entre os homens, a proporção era 7,0% (que equivaliam a 467.688 pessoas). 

 

Dentre as cinco dificuldades funcionais investigadas pelo Censo Demográfico no tema deficiência, a mais comum, informada com mais frequência, na Bahia, no Brasil e em Salvador, foi a de enxergar, mesmo usando óculos ou lentes de contato.

 

No estado, 594.932 pessoas tinham grande dificuldade ou não conseguiam de modo algum enxergar, o que representava 4,3% do total da população de 2 anos ou mais de idade e 54,4% das que tinham alguma deficiência.

 

Em seguida, vinham as pessoas que tinham grande dificuldade ou não conseguiam de forma alguma andar ou subir degraus: 382.655, que representavam 2,8% da população de 2 anos ou mais e 35,0% das pessoas com deficiência. 

 

As frequências das outras três dificuldades ficavam bem próximas: 1,5% da população baiana de 2 anos ou mais não conseguia se comunicar, realizar cuidados pessoais, trabalhar ou estudar (18,9% das pessoas com deficiência); 1,4% não conseguia pegar pequenos objetos ou abrir e fechar tampas de garrafas (18,1% das pessoas com deficiência); e 1,3% da população do estado tinha grande dificuldade ou não conseguia ouvir (16,3% das pessoas com deficiência). 

 

O gráfico abaixo traz a proporção da população de 2 anos ou mais de idade por tipo de dificuldade funcional informada no Brasil, na Bahia e em Salvador.

 

DADOS EM SALVADOR

Em Salvador, o Censo identificou 172.620 pessoas com alguma deficiência em 2022, o que equivalia a 7,3% da população de 2 anos ou mais de idade. Quinta capital mais populosa, Salvador tinha o 4º maior número de pessoas com deficiência num ranking encabeçado por São Paulo/SP (719.261, ou 6,4% da população de 2 anos ou mais), Rio de Janeiro/RJ (422.607, 6,9%) e Fortaleza/CE (205.474, 8,6%). 

 

Já em termos de participação das pessoas com deficiência no total da população de 2 anos ou mais, Salvador ficava apenas com o 14º percentual entre as 27 capitais (7,3%). Maceió/AL (9,4% ou 87.305 pessoas), Natal/RN (8,7% ou 64.300,) e Fortaleza/CE (8,6% ou 205.474) lideravam.

 

No outro extremo, Palmas/TO (5,3% ou 15.631 pessoas com deficiência), Curitiba/PR (5,4% ou 94.181) e Florianópolis/SC (5,5% ou 29.301) tinham as menores proporções de pessoas com deficiência.

 

Foram identificadas pessoas com deficiência em todos os 417 municípios baianos, sendo que, em 6 de cada 10 cidades (60,0% do total ou 250), a proporção delas na população de 2 anos ou mais era igual ou superior à verificada no estado (7,9%). 

 

Almadina (15,8% da população de 2 anos ou mais com deficiência, ou 812 pessoas), Santa Inês (13,9% ou 1.406 pessoas) e Várzea do Poço (12,9% ou 1.023 pessoa) tinham, em 2022, os maiores percentuais de pessoas com deficiência. 

 

Almadina era o 15º município brasileiro com maior proporção de pessoas de 2 anos ou mais com deficiência, num ranking liderado por Malhada dos Bois/SE (18,1%), Antônio Martins/RN (17,8%) e Novo Tiradentes/RS (17,1%). 

 

Além de Salvador, os outros dois municípios mais populosos da Bahia, embora liderassem também em números absolutos de pessoas com deficiência, tinham proporções mais baixas: Feira de Santana (com 41.614 pessoas com deficiência, ou 6,9% da população de 2 anos ou mais) e Vitória da Conquista (26.683 ou 7,4%).

 

No outro extremo, os menores percentuais de população de 2 anos ou mais de idade com deficiência, entre os municípios baianos, estavam em Nordestina (4,1%, equivalente a 737 pessoas), Catolândia (4,2% ou 139 pessoas, menor número absoluto) e Luís Eduardo Magalhães (4,2% ou 4.352).

 

Em 382 dos 417 municípios baianos (91,6% do total), as mulheres eram mais numerosas do que os homens entre as pessoas com deficiência - inclusive em Salvador, onde 108.105 mulheres tinham alguma deficiência, representando 62,6% do total.

 

Na capital baiana, a prevalência de deficiência entre mulheres (8,4% da população feminina de 2 anos ou mais tinham alguma deficiência) era bem maior do que entre os homens (6,0% ou 64.515). A participação das pessoas com deficiência na população aumenta conforme a idade avança, quase se multiplicando por 10 entre a infância e a velhice. 

 

Em 2022, na Bahia, 2,4% das pessoas de 2 a 14 anos tinham alguma deficiência. Essa proporção subia um pouco, para 3,7%, entre as que tinham de 15 a 29 anos; dobrava e ia a 7,4% entre os adultos de 30 a 59 anos; e dava um salto para 22,1% entre as pessoas idosas, de 60 anos ou mais de idade (2 em cada 10). 

 

Neste grupo, enquanto 18,4% dos idosos de 60 a 79 anos tinham alguma deficiência, entre os de 80 anos ou mais de idade, a proporção subia para 41,1% (4 em cada 10). No Brasil como um todo e em Salvador, as realidades eram muito parecidas, como mostra o gráfico a seguir.

 

Na Bahia, em 2022, a proporção de pessoas de 2 anos ou mais de idade com alguma deficiência era maior entre os indígenas (considerando a soma de quem se declarou indígena no quesito cor ou raça e na pergunta “Você se considera indígena”), grupo ético no qual 1 em cada 10 pessoas (12,1%) tinha deficiência (27.570).

 

Em seguida, vinham as pessoas de cor preta de 2 anos ou mais de idade, entre as quais 8,6% tinham alguma deficiência (267.118 em número absolutos). A proporção de pessoas com deficiência era de 8,4% entre as brancas (224.045) e de 7,7% entre as que se declaravam amarelas (1.198 asiáticas ou descendentes). Os pardos tinham a menor proporção de pessoas com deficiência no estado (7,5%), mas reuniam o maior contingente de população nessa condição (592.575).

 

Em Salvador, as duas maiores proporções de pessoas de 2 anos ou mais de idade com deficiência também estavam entre as indígenas (11,5% ou 3.377) e as pretas (7,8% ou 63.094). Em seguida, vinham as pessoas pardas (7,1% das quais tinham deficiência, ou 83.058, o maior número absoluto), as brancas (6,5% ou 25.553 com deficiência) e, por último, as amarelas, com os menores percentual (5,4%) e número absoluto (129) de pessoas de 2 anos ou mais com deficiência.

 

No Brasil como um todo, por sua vez, a maior proporção de pessoas com deficiência estava entre as pretas (8,6%), seguidas pelas indígenas (7,9%), as pardas (7,2%), as brancas (7,1%) e, por último, as amarelas (6,6%).

Censo 2022: Bahia mantém 4ª maior população do Brasil, mas apresenta crescimento abaixo da média nacional
Foto: Reprodução / Redes sociais

O Censo Demográfico 2022 contou uma população de 14.136.417 habitantes na Bahia, na data de referência de 31 de julho de 2022. O estado se manteve como o 4º mais populoso do Brasil, posto que ocupa desde o Censo de 1980, atrás de São Paulo (44.420.459 habitantes em 2022), Minas Gerais (20.538.718) e Rio de Janeiro (16.054.524).

 

Teve, porém, o 3º menor crescimento populacional do país, entre os Censos de 2010 e 2022: 0,9% ou mais 119.511 pessoas em 12 anos. A taxa de crescimento geométrica do estado foi de 0,07% por ano, nesse período. Ela equivaleu a 1/10 da taxa de crescimento médio anual verificada entre os Censos de 2000 e 2010, que havia sido de 0,70%.

 

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Entre 2010 e 2022, a população da Bahia cresceu muito menos do que a do Brasil como um todo, a taxas maiores apenas do que as registradas nos estados de Alagoas (0,2% em 12 anos ou média de 0,02% ao ano) e Rio de Janeiro (0,4% em 12 anos ou 0,03% ao ano).

 

Segundo o Censo Demográfico, em 31 de julho de 2022, o Brasil tinha 203.062.512 habitantes, 6,5% a mais do que em 2010, o que representou mais 12.306.713 pessoas em 12 anos. A taxa de crescimento geométrica do país foi de 0,52% ao ano.

 

Os estados com as maiores taxas de crescimento populacional frente ao Censo de 2010 foram Roraima (aumento de 41,3% na população em 12 anos, equivalendo a uma taxa de crescimento geométrica de 2,92% ao ano), Santa Catarina (21,8% em 12 anos ou 1,66% ao ano) e Mato Grosso (20,5% em 12 anos ou uma média anual de 1,57%).

 

Santa Catarina também teve destaque nacional no aumento absoluto do número de habitantes. São Paulo, estado mais populoso do país, liderou nesse indicador, com mais 3.158.260 moradores entre 2010 e 2022, mas Santa Catarina veio em 2º lugar (mais 1.361.165 pessoas). Goiás ficou com o 3o maior crescimento absoluto (mais 1.051.440 pessoas em 12 anos).

 

A Bahia, com mais 119.511 pessoas em 12 anos, teve apenas o 22º crescimento absoluto entre os 27 estados - ou o 6º mais baixo.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O ditado já indicava a verdade pro Cavalo do Cão e pra Coronel Card, mas ninguém quis ouvir. Inclusive, será que alguém foi pedir conselho pra Baixixa? A grande pergunta é o que vai restar de natural pra essas eleições. E a nova moda já está colocada. Se continuar desse jeito, daqui a pouco só vai ter campanha virtual mesmo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Janja da Silva

Janja da Silva
Foto: Reprodução Redes Sociais


"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".

 

Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país. 
 

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