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O taekwondo nacional registrou na última terça-feira (24) a perda do atleta Cauã Batista, de 18 anos. O jovem estava internado há uma semana no Hospital Municipal Miguel Couto, localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro. A unidade de saúde e a família não confirmaram a causa do óbito. Durante o período de internação, amigos e familiares mobilizaram as redes sociais em uma campanha para arrecadação de doações de sangue em benefício do competidor.
A Confederação Brasileira de Taekwondo (CBTKD) manifestou pesar pela morte do esportista em seus canais oficiais. Em nota, a entidade afirmou que Cauã era um atleta conhecido pela dedicação, pelo respeito e pela paixão ao esporte, sendo estimado por aqueles que acompanharam sua trajetória dentro e fora das áreas de luta. Leia abaixo na íntegra:
Cauã Batista integrava a Escola Soares Team há nove anos, onde iniciou seus treinamentos aos 9 anos de idade. O falecimento ocorreu às vésperas de compromissos importantes no calendário esportivo. O atleta possuía inscrição confirmada para a Seletiva Aberta Nacional, evento com início programado para esta quinta-feira. Ele estava escalado para representar o Rio de Janeiro na categoria adulto para competidores com peso até 63 kg.
A Soares Team também divulgou um comunicado sobre a perda do aluno formado em sua estrutura. A escola declarou que o lutador foi exemplo dentro e fora do local de treinamento e o descreveu como um competidor que demonstrou disciplina em sua caminhada esportiva.
A notícia gerou repercussão entre treinadores, colegas de equipe e federações estaduais, que utilizaram espaços digitais para prestar homenagens ao legado deixado por Batista. O atleta era visto como parte da renovação do taekwondo fluminense para os próximos ciclos de competições nacionais. Com o início da Seletiva Nacional nesta semana, a expectativa é de que a organização do evento realize atos em memória do lutador durante as cerimônias de abertura e nas disputas da categoria na qual ele estava inscrito.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.