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cauly oliveira
Cauly Oliveira fez sua estreia oficial com a camisa do São Paulo no último sábado (21), no duelo contra o Red Bull Bragantino, pelas quartas de final do Campeonato Paulista. O novo camisa 80 entrou no lugar de Marcos Antônio aos 40 minutos da segunda etapa e participou da classificação do Tricolor para a semifinal da competição.
O meio-campista, agora ex-Bahia, atuou pelo lado esquerdo do setor, função que vinha sendo exercida por Marcos Antônio na equipe escalada por Hernán Crespo. Dentro do esquema 4-3-1-2, Cauly compôs o meio de campo ao lado de Bobadilla, Danielzinho e Lucas Moura.
De acordo com dados do Sofascore, Cauly teve uma participação discreta devido ao pouco tempo em campo. Ainda assim, registrou um passe certo no campo ofensivo, duas ações com a bola, uma interceptação, um duelo ganho pelo chão e outro pelo alto, além de duas faltas cometidas.
Após a partida, o técnico Crespo explicou como planeja utilizar o reforço. O treinador comparou as características de Cauly com as de Marcos Antônio, ressaltando que a entrada como segundo volante foi situacional.
"Foi uma situação para o Marcos Antônio respirar, e ele [Cauly] tem características próximas. A ideia era defender com a bola. Foi uma circunstância específica e difícil, pois ele entrou em um momento de sufoco, mas tenho certeza de que suas qualidades vão aparecer", afirmou o comandante argentino.
Crespo completou dizendo que buscará o melhor posicionamento para o atleta: "Ele vai ser muito útil. Deve jogar onde se sentir mais cômodo, sempre respeitando o equilíbrio da equipe."

Foto: Rubens Chiri / São Paulo
Conforme antecipou a reportagem do Bahia Notícias, Cauly está emprestado ao São Paulo até o fim deste ano. Pelo negócio imediato, o Bahia receberá 500 mil euros (cerca de R$ 2,7 milhões). O contrato prevê uma cláusula de compra obrigatória: caso o meia atinja a meta de 25 jogos, o Tricolor Paulista deverá adquirir 50% dos direitos econômicos por 2 milhões de euros (aproximadamente R$ 10,8 milhões).
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Além disso, bônus por performance e outras metas podem render mais 1,1 milhão de euros extras aos cofres do Esquadrão. Mesmo com a venda definitiva, o Bahia manterá 25% dos direitos para uma futura negociação.
Cauly chegou ao Bahia em 2023, no "Ano 0" da gestão do Grupo City. Em sua primeira temporada, viveu o auge técnico com 19 participações diretas em gols. Ele se despede — ao menos por enquanto — com um retrospecto de 174 partidas, 23 gols e 24 assistências. Pelo clube baiano, conquistou três títulos: os Estaduais de 2023 e 2025, e a Copa do Nordeste de 2025.
Cauly seguirá defendendo um tricolor em 2026, mas agora em outra capital. O São Paulo acertou o empréstimo do meio-campista até o fim do ano. A informação foi divulgada inicialmente pelo ge.globo e confirmada pela reportagem do Bahia Notícias nesta quinta-feira (12).
O BN também apurou que o Bahia receberá 500 mil euros (cerca de R$ 2,7 milhões) pelo negócio imediato. Caso o meia atinja a meta de 25 jogos, o Tricolor Paulista será obrigado a comprar 50% dos direitos do jogador por 2 milhões de euros (aproximadamente R$ 10,8 milhões).
Além disso, uma segunda meta pode render outros 600 mil euros extras aos cofres do Esquadrão. Mesmo que todas as metas sejam alcançadas, o Bahia ainda manterá 25% dos direitos econômicos do atleta para uma venda futura. O negócio também pode render ao Bahia 500 mil euros em bônus por performance.
Cauly Oliveira chegou ao Bahia em 2023, no "Ano 0" da gestão do Grupo City. Naquela temporada, viveu sua melhor fase, somando 19 participações diretas em gols (10 gols e 9 assistências) em 47 jogos. Ao todo, o camisa 8 se despede — ao menos temporariamente — com um retrospecto de 174 partidas, 23 gols e 24 assistências.
Atuando pelo Tricolor de Aço, o agora ex-camisa 8 soma três títulos conquistados: dois Campeonatos Baianos (2023 e 2025), e uma Copa do Nordeste (2025).
No São Paulo, o meia chega para reforçar o setor de criação e terá como principais concorrentes por uma vaga no time titular os jogadores Lucas Moura e Marcos Antônio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).