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Alex Pereira, o Poatan, não descarta voltar a competir na divisão dos meio-pesados do UFC. Atualmente focado nos pesos pesados, o brasileiro afirmou que seu contrato com a organização permite que ele atue nas duas categorias.
A possibilidade de retorno ganhou força com a ascensão de Paulo Borrachinha na divisão até 93 kg. O mineiro venceu Azamat Murzakanov em seu compromisso mais recente e ainda possui uma luta prevista no contrato com o UFC. O cinturão da categoria pertence atualmente a Carlos Ulberg.
Em entrevista ao canal Laerte Viana na Área MMA, Poatan explicou que tem liberdade para escolher entre os meio-pesados e os pesos pesados. Apesar disso, reforçou que seu principal objetivo é conquistar o título da categoria até 120,2 kg.
"Eu posso lutar na categoria de baixo ou nos pesos pesados. é um acordo que eu tenho com o UFC entendeu? Mas de verdade eu quero muito lutar nos pesos pesados. Estou com 39 anos, ta acabando e eu tenho chance ainda de conquistar essa parada", afirmou Poatan.
O brasileiro, ex-campeão dos meio-pesados, destacou que pretende aproveitar os últimos anos de carreira para buscar o cinturão dos pesos pesados. Por isso, um retorno à categoria anterior não está entre suas prioridades no momento.
A situação pode mudar caso Poatan não tenha uma oportunidade pelo título dos pesados. Nesse cenário, o lutador afirmou que poderia conversar com o UFC para solicitar um confronto com Borrachinha.
Após disputar duas vezes o cinturão dos penas em menos de um ano, Diego Lopes anunciou uma mudança de categoria no UFC. O brasileiro deixará a divisão até 65,8 kg para competir entre os leves, cujo limite é de 70,3 kg.
A decisão foi divulgada pelo próprio lutador nas redes sociais. Em uma foto ao lado de Hunter Campbell, executivo do UFC, Lopes confirmou a nova fase com uma mensagem curta: "Apenas mais um dia para fazer negócios. #70kg".
A mudança também voltou a alimentar especulações sobre um possível confronto com Charles do Bronx. O ex-campeão dos leves publicou, no mesmo dia, uma mensagem indicando o fim de suas férias. Até o momento, porém, o UFC não confirmou um combate entre os dois brasileiros.
Lopes já havia manifestado interesse em enfrentar Charles e chegou a sinalizar positivamente para a realização do duelo. O amazonense também declarou que pretende disputar o cinturão BMF, atualmente associado à divisão dos leves.
Uma série de novas regras para a indicação de filmes ao Oscar foram anunciadas, nesta terça-feira (8), pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Mesmo obrigatórias apenas em 2024, os novos requisitos já começam a valer em 2022 e visam a garantia de uma maior diversidade dentro e fora das telas.
Segundo o site Omelete, a entidade dividiu o regulamento em quatro pilares principais, com pelo menos dois tendo que ser respeitados pelos estúdios.
“Acreditamos que esses padrões de inclusão sejam o catalisador de uma mudança duradoura e essencial na nossa indústria”, afirmaram o presidente da Academia David Rubin e a CEO Dawn Hudson. O novo regulamento, no entanto, é válido somente para os indicados a Melhor Filme.
Veja quais são as novas regras:
Padrão A: representatividade de temas e narrativas na tela (1 de 3 critérios necessários)
- A.1: Pelo menos um dos atores principais ou coadjuvantes de destaque deve pertencer a uma etnia ou grupo racial pouco representado (asiático, latino/hispânico, negro, nativo-americano, norte-africano, nativo havaiano);
- A.2: Pelo menos 30% de todo o elenco em papéis secundários ou menores devem pertencer a dois grupos pouco representados (mulheres, grupos raciais ou étnicos, LGBTQI+, pessoas com deficiência física ou cognitiva);
- A.3: A história principal, tema ou narrativa deve ser centrada em um grupo pouco representado.
Padrão B: Liderança criativa e equipe do projeto (1 de 3 critérios necessários)
- B.1: Pelo menos dois membros da liderança criativa e chefes de departamento – diretor de elenco, cinematógrafo, compositor, figurinista, diretor, editor, cabelereiro, maquiador, produtor, designer de produção, decorador de set, editor de som, supervisor de efeitos visuais, roteirista – devem pertencer a um grupo pouco representado e pelo menos uma posição deve pertencer a uma etnia ou grupo racial pouco representado;
- B.2: Pelo menos seis membros da equipe (com exceção de Produtor Associado) devem pertencer a um grupo pouco representado;
- B.3: Pelo menos 30% da equipe técnica inteira deve pertencer a um grupo pouco representado.
Padrão C: Acesso à Indústria e criação de oportunidades (ambos critérios necessários)
- C.1: O produtor ou distribuidor do filme deve financiar aprendizado/estágio remunerado para pessoas de grupos pouco representados; grandes estúdios devem ter presença substancial de aprendizes/estagiários assalariados de grupos pouco representados na maior parte dos departamentos (desenvolvimento/pré-produção, produção presencial, pós-produção, música, efeitos visuais, aquisições, administração, distribuição, marketing e publicidade); estúdios pequenos e independentes devem ter pelo menos dois aprendizes/estagiários assalariados de grupos pouco representados (pelo menos um de um grupo étnico ou racial pouco representado) em pelo menos um dos departamentos;
- C.2: A companhia responsável pela produção, distribuição e financiamento do filme deve oferecer oportunidades de emprego ou capacitação para pessoas de grupos pouco representados.
Padrão D: Desenvolvimento com o público
- O estúdio tem executivos sênior de grupos pouco representados (pelo menos um de um grupo étnico ou racial pouco representado) em suas equipes de marketing, publicidade e distribuição.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivana Bastos
"Os próximos passos são ganhar as eleições presidenciais [...] e também a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia, a recondução a esse mandato de presidente da Assembleia".
Disse a presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), deputada estadual reeleita Ivana Bastos (PSD), que concedeu uma entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (8) para fazer um balanço do processo eleitoral.