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Após disputar duas vezes o cinturão dos penas em menos de um ano, Diego Lopes anunciou uma mudança de categoria no UFC. O brasileiro deixará a divisão até 65,8 kg para competir entre os leves, cujo limite é de 70,3 kg.
A decisão foi divulgada pelo próprio lutador nas redes sociais. Em uma foto ao lado de Hunter Campbell, executivo do UFC, Lopes confirmou a nova fase com uma mensagem curta: "Apenas mais um dia para fazer negócios. #70kg".
A mudança também voltou a alimentar especulações sobre um possível confronto com Charles do Bronx. O ex-campeão dos leves publicou, no mesmo dia, uma mensagem indicando o fim de suas férias. Até o momento, porém, o UFC não confirmou um combate entre os dois brasileiros.
Lopes já havia manifestado interesse em enfrentar Charles e chegou a sinalizar positivamente para a realização do duelo. O amazonense também declarou que pretende disputar o cinturão BMF, atualmente associado à divisão dos leves.
Uma série de novas regras para a indicação de filmes ao Oscar foram anunciadas, nesta terça-feira (8), pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Mesmo obrigatórias apenas em 2024, os novos requisitos já começam a valer em 2022 e visam a garantia de uma maior diversidade dentro e fora das telas.
Segundo o site Omelete, a entidade dividiu o regulamento em quatro pilares principais, com pelo menos dois tendo que ser respeitados pelos estúdios.
“Acreditamos que esses padrões de inclusão sejam o catalisador de uma mudança duradoura e essencial na nossa indústria”, afirmaram o presidente da Academia David Rubin e a CEO Dawn Hudson. O novo regulamento, no entanto, é válido somente para os indicados a Melhor Filme.
Veja quais são as novas regras:
Padrão A: representatividade de temas e narrativas na tela (1 de 3 critérios necessários)
- A.1: Pelo menos um dos atores principais ou coadjuvantes de destaque deve pertencer a uma etnia ou grupo racial pouco representado (asiático, latino/hispânico, negro, nativo-americano, norte-africano, nativo havaiano);
- A.2: Pelo menos 30% de todo o elenco em papéis secundários ou menores devem pertencer a dois grupos pouco representados (mulheres, grupos raciais ou étnicos, LGBTQI+, pessoas com deficiência física ou cognitiva);
- A.3: A história principal, tema ou narrativa deve ser centrada em um grupo pouco representado.
Padrão B: Liderança criativa e equipe do projeto (1 de 3 critérios necessários)
- B.1: Pelo menos dois membros da liderança criativa e chefes de departamento – diretor de elenco, cinematógrafo, compositor, figurinista, diretor, editor, cabelereiro, maquiador, produtor, designer de produção, decorador de set, editor de som, supervisor de efeitos visuais, roteirista – devem pertencer a um grupo pouco representado e pelo menos uma posição deve pertencer a uma etnia ou grupo racial pouco representado;
- B.2: Pelo menos seis membros da equipe (com exceção de Produtor Associado) devem pertencer a um grupo pouco representado;
- B.3: Pelo menos 30% da equipe técnica inteira deve pertencer a um grupo pouco representado.
Padrão C: Acesso à Indústria e criação de oportunidades (ambos critérios necessários)
- C.1: O produtor ou distribuidor do filme deve financiar aprendizado/estágio remunerado para pessoas de grupos pouco representados; grandes estúdios devem ter presença substancial de aprendizes/estagiários assalariados de grupos pouco representados na maior parte dos departamentos (desenvolvimento/pré-produção, produção presencial, pós-produção, música, efeitos visuais, aquisições, administração, distribuição, marketing e publicidade); estúdios pequenos e independentes devem ter pelo menos dois aprendizes/estagiários assalariados de grupos pouco representados (pelo menos um de um grupo étnico ou racial pouco representado) em pelo menos um dos departamentos;
- C.2: A companhia responsável pela produção, distribuição e financiamento do filme deve oferecer oportunidades de emprego ou capacitação para pessoas de grupos pouco representados.
Padrão D: Desenvolvimento com o público
- O estúdio tem executivos sênior de grupos pouco representados (pelo menos um de um grupo étnico ou racial pouco representado) em suas equipes de marketing, publicidade e distribuição.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Randerson Leal
"O combinado não sai caro".
Disse o vereador o vereador Randerson Leal (Podemos) ao criticar a exclusão dos projetos de lei de autoria dos parlamentares da Ordem do Dia da Câmara Municipal de Salvador (CMS) nesta quarta-feira (12). Em entrevista ao portal Bahia Notícias, o membro da casa critica o descumprimento de um acordo firmado no início da semana para a apreciação das matérias dos legisladores.