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Daniel Alves foi autorizado a retornar ao Brasil após a retirada dos seus passaportes brasileiro e espanhol, que estavam retidos pela Justiça da Espanha. A liberação ocorreu nesta sexta-feira (4), durante uma audiência em Barcelona, uma semana após sua absolvição no caso de agressão sexual.
O ex-jogador havia sido condenado em fevereiro deste ano a quatro anos e meio de prisão por crime de estupro ocorrido em uma boate de Barcelona, em 2022. No entanto, no dia 28 de março, o Tribunal Superior da Catalunha anulou a sentença por unanimidade, apontando que o depoimento da vítima não era compatível com as evidências registradas em vídeo.
Com a absolvição, todas as medidas cautelares contra o ex-lateral foram revogadas, incluindo a retenção dos passaportes, imposta pelo risco de fuga. Além disso, o tribunal rejeitou os pedidos do Ministério Público e da acusação particular, que pleiteavam o aumento da pena para até 12 anos de prisão.
Mesmo com a decisão favorável a Daniel Alves, a Procuradoria Superior da Catalunha anunciou que recorrerá da absolvição, argumentando que há "lacunas, imprecisões, incoerências e contradições" no processo. Com o recurso, o caso pode voltar a ser analisado pela Justiça espanhola.
A polícia regional da Catalunha revelou que quatro suspeitos acusados de estarem envolvidos com o ataque a facadas sofrido pelo pai do atacante espanhol Lamine Yamal, foram presos na última quinta-feira (15).
Mounir Nasraoui, pai da joia de 17 do Barcelona, foi levado a um hospital da cidade após sofrer duas facadas enquanto passeava com o cachorro em Mataró, uma região da Catalunha.
O ataque ocorreu em um estacionamento na cidade de Mataró, perto de Barcelona, onde o pai de Yamal mora, após uma discussão entre Nasraoui e alguns outros homens, que também moram naquele bairro, de acordo com a polícia.
Três foram presos na quarta-feira à noite, algumas horas após o ataque, e um quarto foi preso na quinta.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.