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caso joias
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou que seu o ex-ajudante de ordens, tenente-coronel, Mauro Cid, tinha “autonomia”. A declaração veio após Bolsonaro ser questionado pelo Estadão sobre a venda ilegal de joias recebidas pela presidência durante visitas oficiais.
Na quinta, o criminalista Cezar Bitencourt disse que Cid confessaria à PF que vendeu os objetos no exterior a mando do ex-presidente. Hoje, no entanto, Bitencourt indicou em mensagem ao Estadão recuo quanto ao teor da confissão ao afirmar que seu cliente não falará de joias.
Ao jornal, Bolsonaro também afirmou que deseja “clarear o mais rápido possível” o caso das joias.
Ao ser questionado se estava mal com a possibilidade de delação de uma colega de confiança, o ex-presidente devolveu a pergunta: “O que você acha?”.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.