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A Defesa Civil do estado de São Paulo começou, nesta sexta-feira (15), o processo de demolição de cinco imóveis interditados definitivamente em decorrência da explosão no bairro do Jaguaré, na capital paulista. Uma obra da Sabesp atingiu a tubulação de gás da Comgás, na segunda-feira (11) e deixou dois mortos, dois feridos e 27 casas interditadas.
Segundo informações da Agência Brasil, até o fim da tarde desta quinta-feira (14), 112 residências tinham sido vistoriadas, das quais 27 foram interditadas e 85 liberadas para retorno dos moradores.
De acordo com as concessionárias Sabesp e Comgás, 232 pessoas foram cadastradas e receberam o auxílio emergencial para despesas imediatas, no valor de R$ 5 mil. Algumas famílias também estão sendo acolhidas em hotéis. As empresas afirmaram que vão ressarcir todos os demais danos sofridos pelos moradores. As equipes das concessionárias iniciaram a reforma das unidades atingidas no bairro que já foram vistoriadas pela Defesa Civil.
Nesta quinta (14), a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) mapeou 80 imóveis na região, com objetivo de realocar as famílias que perderam suas casas em novas moradias. Cinquenta famílias já foram cadastradas e estão sendo atendidas.
Segundo o governo estadual, as pessoas que perderam suas casas poderão optar por alternativas como a transferência imediata para apartamentos mobiliados da CDHU, aquisição de imóvel via carta de crédito e o auxílio aluguel.
A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) oficializou as concessionárias Sabesp e Comgás para a apresentação dos primeiros esclarecimentos sobre a explosão no Jaguaré, na capital paulista. As empresas deverão encaminhar as informações solicitadas pela Agência até esta sexta-feira (15).
A medida faz parte do processo fiscalizatório instaurado pela Arsesp para apurar as causas da explosão. A documentação encaminhada pelas concessionárias será analisada pela Agência e poderá subsidiar a adoção das medidas cabíveis previstas nos respectivos contratos.
Pouco conhecida entre a maioria das pessoas, a terapia sistêmica de casas é a escolha certa para quem procura transformar a casa em um ambiente mais confortável, e é com isso que a empreendedora baiana Kitty Carmel está ganhando atenção nas redes sociais.
Arquiteta de formação, mas terapeuta de casas por paixão, Kitty sempre se interessou pelo assunto. “Caminhei pelo mundo corporativo, fui para a parte de publicidade e propaganda, mas eu não estava completa, eu estava achando que eu ainda não tinha chegado no meu propósito”, relata Carmel em entrevista ao BN Hall.
Mas, afinal, o que é a terapia sistêmica de casas?
Segundo Kitty, a terapia sistêmica de casas usa conhecimentos milenares, ancestrais do Oriente, e visa equilibrar, harmonizar e curar o ambiente de acordo com quem usa o lugar. Entre as técnicas, está o Feng Shui que, nas palavras de Carmel, “quer dizer vento e água, que retém a energia, enquanto o vento distribui essa energia”.
O Feng Shui ajuda não apenas na energia do local e da construção onde a pessoa mora, mas também a relação dela com as pessoas. “Tanto o equilíbrio como o desequilíbrio reverbera nas pessoas. A vibração do ambiente pode trazer benefícios ou desfavorecer a saúde, relacionamentos e finanças”, explica.
Técnicas
Kitty revela que a técnica que mais utiliza é a das Estrelas Voadoras, que vem do Feng Shui tradicional chinês e cria um mapa energético para cada casa, fazendo uma análise da energia, de cada setor e das necessidades de cada morador e de cada usuário, caso seja um prédio empresarial, por exemplo.
Quanto à técnica mais utilizada popularmente, é a do Chapéu Preto. Apesar de não ser milenar, foi criada na década de 1960 por um mestre taoísta, que conseguiu simplificar e popularizar o método, levando para residências diversas. “Intencionando e colocando as curas, essa técnica traz equilíbrio para as casas, mas é mais simplificado porque não estuda o histórico do local, não estuda o potencial que cada pessoa precisa nessa casa, que tipo de energia ela usa e precisa potencializar”, informa Carmel.
Começo de tudo e avanço nas redes sociais
Kitty Carmel conta que a transição de sua carreira se deu por conta da pandemia. Segundo ela, foi isolada em sua casa que ela percebeu a importância de manter sua residência não apenas como um local para se morar, mas um verdadeiro lar, com uma energia equilibrada e perfeita para quem vive nela.
Diante disso, Kitty iniciou uma série de cursos sobre a terapia sistêmica de casas, inclusive da técnica do Feng Shui, que é pouco abordada no Brasil. Aprofundando cada vez mais os estudos, ela decidiu embarcar na onda das redes sociais e vem ganhando notoriedade no Instagram.
"Eu uso as redes sociais para disseminar algumas técnicas, dicas e informações que podem ser aplicadas em qualquer ambiente, independente do mapa energético desse local (...) esse é meu propósito de vida, disseminar o bem-estar e equilíbrio. Quanto mais casas harmonizadas, prósperas e felizes, com bons relacionamentos entre famílias inteiras. Eu estou usando as redes para dar dicas para pessoas que não têm condições de contratar minha consultoria. Me sinto deixando um pouco do meu conhecimento e meu legado”, afirma a profissional.
Kitty já concedeu entrevistas de forma on-line, mas jamais falou sobre seu trabalho presencialmente, algo que está em seus planos para 2022.
“Pretendo começar agora, neste ano, para falar com arquitetos e designers de interiores, acho que está na hora dos meus colegas que fazem projetos entenderem a importância, além da funcionabilidade da casa, de ela ter a energia certa para quem está contratando a residência", diz.
“Estou muito feliz em ajudar a dar foco no ambiente, no campo sistêmico, porque se não estamos bem, nossa casa e nosso ambiente não estão bem, e vice-versa. Existe uma integração energética entre nossos locais e a gente”, finaliza.
Atualmente, Kitty Carmel conta com mais de oito mil seguidores, que só vem aumentando com o passar do tempo.
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Horário: 18h
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.