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carteirinhas
A prefeitura de Feira de Santana iniciou, nesta quinta-feira (1º), a entrega das primeiras Carteiras de Identificação da Pessoa com TEA (Transtorno do Espectro Autista). O documento ajudará os autistas a terem mais agilidade no atendimento preferencial, visto que a síndrome não é tão fácil de ser identificada pelas pessoas.
Na avaliação da secretária de Saúde do município, Cristiane Campos, a carteirinha facilita a inclusão social dos autistas, que ocorrerá de forma mais efetiva.
"Este documento tem uma importância muito grande para as pessoas com autismo e seus familiares que lutam para ter seus direitos reconhecidos. A carteira de identificação é um avanço que nós damos na assistência social, na saúde, em todas as áreas do poder público", afirmou a secretária.
Para obter a carteira de identificação, os pais ou responsável devem ir até o setor de Serviço Social da Secretaria Municipal de Saúde, localizado na Av. João Durval Carneiro, s/n, Estação Nova. O paciente precisa apresentar documentos pessoais, relatório médico para Transtorno do Espectro Autista, foto 3x4, comprovante de residência, identificação do tipo sanguíneo e cartão do SUS.
Segundo a gestão municipal, o suporte para atendimento de saúde para pessoas com o transtorno do autismo também é realizado no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS). Os pacientes são acompanhados por médicos, psicólogos, psiquiatras, neurologistas, psicopedagogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais, enfermeiros e educadores físicos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.