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carta branca
Com conversas sobre uma possível “carta branca” para se filiar ao PSDB, o presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz, afirmou que não chegou ao partido como um “chefão”. Em conversa com a imprensa nesta quarta-feira (3), o novo tucano disse que deseja unir as forças dentro da sigla para fortalecer o partido.
“Eu não chego como chefão, eu chego como uma pessoa para somar. O que eu quero: Quero unir o partido primeiro para que nós todos possamos fazer um PSDB forte. Espero que eu consiga, espero ter o apoio de todos os vereadores que hoje estão no PSDB e de algumas pessoas que venham a entrar. Espero poder concluir esse meu sonho”, disse Muniz.
A “CARTA BRANCA” DE MUNIZ
Ao Bahia Notícias, membros do PSDB afirmaram que Muniz chegou ao partido com “carta branca” para atuar na legenda e, também, com a presidência da executiva municipal garantida. Os tucanos asseguraram que, mesmo com eventual oposição a Bruno Reis nas eleições de 2024, o presidente da CMS possui permanência garantida dentro do PSDB, contando com apoio da executiva estadual, liderada por Adolfo Viana.
As lideranças da legenda também afirmaram que Muniz será o responsável por conduzir o processo de integração, ou não, para a base de Bruno Reis, “sem riscos” de deixar a liderança da legenda em Salvador (veja mais detalhes aqui).
Apesar de ter dito reiteradas vezes que Regina Duarte teria total liberdade para gerir a Secretaria Especial da Cultura, o presidente Jair Bolsonaro sinalizou que deve limitar a “carta branca” dada à atriz.
Segundo a jornalista Vera Magalhães, no BR Político, depois de indicar na cerimônia de posse que pode usar seu “poder de veto” sobre as nomeações feitas por Regina, Bolsonaro pediu aos apoiadores, no Facebook, os nomes de olavistas demitidos pela artista.
Após um seguidor acusar a atriz de estar "esquerdizando a pasta da Cultura", o presidente escreveu: "Quero os nomes se possível. Um abraço!". Segundo o site, Bolsonaro recebeu centenas de respostas. Dentre os nomes elencados pelos bolsonaristas estão Camilo Calandreli, Reynaldo Campana, Gislaine Targa, Raquel Brugnera, Ednagela Santos e Ricardo Freire.
Conforme o levantado pela coluna de Mônica Bergamo, por conta das demissões e da pouca disposição de Regina atender às pautas políticas do presidente, aliados já apontam que ela é uma bomba prestes a explodir (clique aqui). O próprio Olavo de Carvalho disse que foi uma “cagada” ter apoiado a escolha da artista para assumir a Cultura.
Segundo Vera Magalhães, Bolsonaro deve inclusive reverter a nomeação de Marcos Teixeira Campos como presidente da Funarte, após perfis bolsolavistas nas redes sociais apontarem que ele seria ligado ao PSOL.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.