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carlos mendes dos santos junior
O taxista Carlos Mendes dos Júnior foi condenado 29 anos, 8 meses e 8 dias de prisão em regime fechado por ter matado a sua ex-esposa Helmarta Sousa Santos Luz, conhecida como Martinha. O homem foi julgado nesta terça-feira (7), no Tribunal de Júri de Valença, no baixo-sul da Bahia.
O crime ocorreu em setembro do ano passado, com Carlos sendo preso após confessar ter assassinado sua ex-esposa ao prestar depoimento na Delegacia Territorial de Valença.
Carlos teria estrangulado a ex-companheira e levado o corpo até a Ponte do Funil, que fica na Ilha de Itaparica, jogando o corpo dentro de uma mala no rio Jaguaripe.
A vítima, que tinha 38 anos, deixou uma filha de 15 anos, que era fruto do seu relacionamento com Carlos.
A MOTIVAÇÃO
Conforme a denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Carlos não aceitava o fim do seu relacionamento com Helmarta, mesmo após oito meses separados. O “estopim” teria sido quando sua ex-esposa teria assumido um novo relacionamento.
Imagens de segurança registraram o momento e que Carlos comprou as cordas, as quais foram usadas no assassinato, e os pesos para que o corpo de Helmarta não boiasse no rio.
De acordo com as investigações, durante o trajeto para a Ilha de Itaparica, o taxista ainda levou passageiros para o Terminal de Bom-Despacho, enquanto o corpo de Helmarta estava no porta-malas do veículo. No retorno para Valença, ele teria se livrado do corpo, o despejando na ponte.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sandro Filho
"Não é flerte, não é namoro, não é casamento. É só uma decisão de um cidadão e agora um deputado eleito acreditando que um candidato a presidente é melhor do que o outro para trazer investimentos tanto para o meu estado quanto para o meu país".
Disse o deputado federal eleito Sandro Filho (PP) rechaçou a caracterização de que sua movimentação política represente um "flerte", "namoro" ou "casamento" com o bolsonarismo.