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Artigos

Marcos Pires
SAFs e tributação: segurança jurídica para o futuro do futebol brasileiro

SAFs e tributação: segurança jurídica para o futuro do futebol brasileiro

A criação das Sociedades Anônimas do Futebol inaugurou uma nova etapa na organização do futebol brasileiro. A Lei nº 14.193/2021 estabeleceu um tipo societário próprio para a atividade futebolística, abriu novos caminhos para a entrada de investidores e estimulou a profissionalização da gestão e a busca de soluções para crises financeiras acumuladas ao longo de décadas.

Multimídia

João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia

João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
O ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) afirmou que, à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

cara de urso producoes

Empresário explica estratégia por trás do retorno da banda Levada Louca: "Temos parceiros que ainda acreditam no Axé"
Foto: Divulgação

Não há movimento que tenha tido sua "morte" decretada mais vezes que o Axé Music. Vai ano, vem ano, chega quinta-feira de Carnaval e depois a quarta-feira de cinzas, e a história é sempre a mesma: o Axé Music morreu.

 

O veredito, dado por quem acredita que o tempo do Axé já passou, não vale para quem tem o movimento identitário do Carnaval de Salvador como trabalho. É o caso de Milton Meneses, sócio da Cara de Urso Produções, que decidiu resgatar uma velha conhecida do público: a banda Levada Louca.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o empresário revelou o motivo de resgatar o grupo, sucesso nos anos 2000, que agora volta sob nova direção e com Alice Moraes nos vocais.

 

"Temos parceiros no Brasil que ainda acreditam e apostam no Axé. Então, pegamos um produto que a gente já tinha em casa, uma marca que fez história, e investimos nele. Começamos a sondar e o mercado apoiou a ideia: a galera de Fortaleza, o pessoal do Pará, Rio Grande do Norte, Sergipe", contou.

 

 

Para Milton, o retorno não só da Levada Louca, mas de projetos que carregam o Axé na veia, é uma prova de como o movimento segue vivo e clama por renovação.

 

"A gente precisa renovar o mercado; a renovação é fundamental para a continuidade do Axé. Hoje, com esse movimento da nostalgia, o interessante é trazer o que fez sucesso e dar uma nova roupagem, misturar um pouco da música sertaneja com o axé e trazer um pouco do arrocha para aproximar o público do ritmo novamente."

 

Com 15 anos de estrada, a produtora comandada por Milton e Nelson Neto — que traz no catálogo nomes como Companhia do Pagode, É O Tchan, A Patroa, Samprime, Ygor Silva e a própria Levada Louca — entende que a sazonalidade do movimento e o crescimento do consumo no verão não devem ser impeditivos para continuar investindo no gênero ao longo de todo o ano.

 

 

De acordo com Milton, a própria procura de empresários de fora da Bahia por novas bandas de Axé fez com que a Cara de Urso investisse ainda mais no segmento.

 

"A aposta vem disso: voltou-se a consumir o Axé. Havia procura e a gente não tinha braço para cobrir a demanda. O empresário da Bahia precisa se movimentar para não deixar que falem 'Ah, o Axé morreu'. Para mim nunca morreu, e se depender da gente, vamos continuar dando sequência a esse trabalho."

 

O empresário também cita o fator nostalgia como combustível para impulsionar o mercado. Um levantamento feito pela empresa de pesquisa PiniOn indicou, por exemplo, que 56,8% dos brasileiros já realizaram compras motivadas por memórias do passado. Mas como isso se reflete na música e, em especial, no Axé?

 

"Hoje eu posso dizer que o É O Tchan, em 1995 e 1996, abriu portas para o Axé no país, e esse nosso mercado nunca caiu. Como faço muitos eventos com prefeituras de outros estados do Nordeste, percebo que a procura por bandas de Axé no período do São João, por exemplo, passou a ser maior do que a busca por bandas de forró no Carnaval."

 

Outro reflexo dessa força nostálgica é o retorno de labels históricas, a exemplo do Trivela, festa icônica do Asa de Águia comandada por Durval Lelys.

 

"Eu acompanho o É O Tchan ao redor do país e a gente vê a empolgação das pessoas, o carinho do público. Foi assim no Fortal, em Florianópolis, no Rio Grande do Norte e em diversos outros lugares. Como eu posso dizer que não vou dar continuidade a esse legado?", questiona o sócio da Cara de Urso.

 

 

No entanto, Milton entende que esse resgate não pode ser estático. Para o empresário, a proposta ao trazer a Levada Louca de volta é conectar o Axé com as novas gerações e com o cenário atual.

 

"Pelo que sinto no mercado, cada novo artista faz o movimento crescer. Precisamos fazer a célula do Axé continuar forte e presente em diversos ritmos. Se você olhar para o sertanejo, para o forró ou para o piseiro, vai encontrar muito da percussão da Bahia ali. É isso que estamos fazendo com a Levada Louca. Quando o Axé surgiu e estourou no Brasil, ele falava de amor. Acho que é exatamente isso que queremos transmitir", concluiu.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Essa semana foi difícil separar quem é fã de quem é hater. Mas pra quem estiver com ódio, pode fazer que nem a música e deitar na BR... Aliás, você sabe que a polêmica envolvendo Victor do Jornal foi boa quando ela vem com trilha sonora. O evento do Molusco deixou claro quem manda na Comunicação do grupo, e também quem dá as cartas com o próprio Molusco. Por isso, nem o Cacique se fez de rogado. Mas às vezes é preciso vestir o personagem - ou pelo menos a dentadura. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Ratinho

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Foto: SBT

"Cara de viado". 

 

Disse o apresentador Ratinho, que foi denunciado ao Ministério Público de São Paulo por homofobia após o comentário feito sobre o visual do cantor sertanejo Tiago Piquilo.

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Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal João Roma (PL) nesta segunda

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A entrevista integra a série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar os principais nomes na disputa pelo Senado e pelo governo do Estado nas eleições de 2026.

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