Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
ACM Neto reage ao voto Lula-Neto e acusa PT de pressionar eleitores: “Não é dono do voto de ninguém”
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
cantor de arrocha
Um homem acusado de assassinar o cantor de arrocha Josemar Xavier Pereira, conhecido como Jô Xavier, foi condenado a 15 anos de prisão em regime fechado. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (17).
Segundo a TV Santa Cruz, o julgamento de Paulo César Santos ocorreu no Fórum da Comarca de Itabela, na Costa do Descobrimento, onde o crime aconteceu em abril do ano passado. A sessão do Tribunal do Júri teve início às 9h e foi encerrada por volta das 19h.
Ao g1, o advogado de defesa do réu, Rafael Rosa, informou que pretende recorrer tanto da condenação quanto da pena estabelecida pela Justiça. O homicídio ocorreu no dia 27 de abril do ano passado, no bairro Bandeirantes, em Itabela.

Vítima e acusado discutiram antes de crime / Foto: Reprodução / Montagem BN
Na ocasião, Josemar Xavier Pereira, de 38 anos, teria se envolvido em uma discussão com o acusado, que atuava como guarda municipal. De acordo com as investigações, o desentendimento estaria relacionado à ex-companheira de Paulo César Santos, que mantinha um relacionamento com a vítima à época.
Durante a discussão, o acusado teria efetuado disparos contra o cantor. Após o crime, Paulo César fugiu e permaneceu foragido por quase um mês. Ele foi localizado e preso no Espírito Santo. A morte de Jô Xavier provocou repercussão em Itabela, onde o artista era conhecido pelas apresentações em estabelecimentos da cidade.
Na época do crime, a prefeitura de Itabela divulgou nota de pesar pela morte do cantor e ressaltou que o caso não comprometia a atuação da Guarda Municipal. Paulo César Santos trabalhou na corporação por 16 anos e teve suas atividades suspensas após o ocorrido.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas, a de livrar o mundo, a humanidade, do flagelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exército, nem arsenais, nunca foi tão pequena".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao discursar na abertura da 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Lula falou de sua indignação diante de um cenário internacional conturbado, e disse que a ONU está falhando em evitar as guerras, mortes e destruição.