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Adriano Sampaio
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campeonatos estaduais

CBF acompanha novo modelo do Campeonato Pernambucano e pode adotá-lo como referência, revela presidente da FPF
Foto: Rafael Vieira / FPF | Thiago Lemos / FPF

Com 31 clubes, duas etapas, regionalização e a unificação das antigas divisões, Pernambuco resolveu transformar seu Estadual em uma espécie de laboratório para um problema que atinge boa parte do futebol brasileiro: manter os campeonatos estaduais relevantes diante da redução de datas e do crescimento das competições nacionais e regionais.

 

Uma semana após a aprovação definitiva do novo formato do Campeonato Pernambucano, o presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, revelou ao Bahia Notícias que a experiência já passou a ser acompanhada de perto pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

 

Em entrevista ao BN nesta quinta-feira (27), Evandro explicou que integrantes da entidade nacional têm procurado a Federação Pernambucana para obter detalhes sobre a implantação do modelo.

 

“As pessoas da CBF têm me ligado, me perguntado e me acompanhado. Sentem-se curiosas e estão analisando”, revelou.

 

A declaração surge poucos dias depois de a FPF confirmar a maior edição do Campeonato Pernambucano em seus 113 anos. A temporada 2026/27 reunirá 31 clubes em uma estrutura única, após a integração das antigas Séries A1 e A2. A Federação define o modelo como uma tentativa de ampliar o calendário, reduzir custos e oferecer mais oportunidades esportivas aos clubes do interior.

 

A primeira etapa começa no dia 17 de outubro de 2026, com 24 participantes divididos em quatro grupos regionalizados: Sertão, Agreste, Zona da Mata e Região Metropolitana. Cada clube disputa cinco partidas na fase inicial. Os quatro melhores de cada chave avançam às oitavas de final. Oitavas e quartas serão decididas em jogo único.

 

Depois das fases eliminatórias, os quatro sobreviventes formarão um quadrangular. Os três primeiros avançarão à etapa decisiva, na qual encontrarão Decisão, Maguary, Náutico, Retrô, Santa Cruz, Sport e Vitória, já garantidos. Assim, dez clubes disputarão, a partir de janeiro de 2027, o título pernambucano.

 

A participação da CBF na construção do formato já havia provocado diferentes interpretações sobre a origem do projeto. Reportagens publicadas antes da definição do regulamento chegaram a atribuir à entidade nacional a proposta da mudança.

 

Ao Bahia Notícias, Evandro Carvalho fez questão de detalhar esse processo. Segundo o dirigente, não houve um modelo pronto entregue pela CBF à FPF. A Federação Pernambucana e seus clubes desenvolveram a fórmula a partir de discussões próprias, mas utilizaram informações, experiências e sugestões colhidas junto à Diretoria de Competições da Confederação.

 

“O novo modelo do Campeonato Pernambucano não foi idealizado pela CBF, mas construído em conjunto. Nós e a nossa DCO colhemos informações e opiniões junto à DCO da CBF. Eu, pessoalmente, conversei várias e inúmeras vezes com Júlio [Avellar], absorvendo o enorme conhecimento que ele tem em relação aos estaduais. Ele foi da Fifa e virou um especialista na questão dos campeonatos estaduais”, explicou.

 

O Júlio Avellar é diretor de Competições da CBF, responsável também pela apresentação da reformulação do calendário nacional para 2026.

 


Foto: Pedro Vale / CBF

 

A proximidade entre CBF e FPF no processo não é recente. Ainda em maio, a própria Confederação publicou em seu site a realização da primeira reunião da Federação Pernambucana com cerca de 30 clubes para discutir a competição de 2027, destacando a proposta de integração das etapas classificatória e principal.

 

A FPF, por sua vez, afirma oficialmente que o formato aprovado foi construído com participação direta dos clubes, que discutiram e votaram aspectos como regionalização, sistema de classificação e modelo dos mata-matas.

 

“A Federação e os clubes desenvolveram tudo. Evidentemente que eu, especialmente com Júlio, e a minha DCO, junto à DCO da CBF, colhemos dados e informações. Inclusive, nessas reuniões, várias vezes Mauro [Carmélio], do Ceará, estava presente, Ricardo [Lima], da Bahia, Felipe [Feijó], de Alagoas. Nós conversamos muito”, detalhou Evandro.

 

A transformação do Campeonato Pernambucano está diretamente relacionada às alterações promovidas pela CBF no calendário brasileiro.

 

Para a temporada de 2026, a Confederação reduziu os Estaduais de 16 para 11 datas, mantendo as competições entre janeiro e março. Na apresentação do novo calendário, a entidade afirmou que a medida buscava diminuir o desgaste dos principais elencos e, paralelamente, criar mais oportunidades de partidas para clubes das divisões inferiores.

 

A reformulação também atingiu a Copa do Nordeste. O torneio passou de 16 para 20 participantes e recebeu um período próprio no calendário nacional, sem sobreposição com os Estaduais. Em contrapartida, clubes envolvidos em torneios da Conmebol deixaram de participar da competição regional.

 

Para Evandro Carvalho, essa redistribuição de espaço tornou inevitável uma discussão sobre o futuro dos Estaduais, especialmente em regiões onde existe uma competição regional consolidada.

 

“Nossos estaduais estavam todos sucumbindo e morrendo por conta da falta de datas e da disputa de espaço com a Copa do Nordeste. Ela ocupa um nicho de espaço muito superior, em termos econômico-financeiros, ao dos estaduais, seja o Pernambucano, seja o Baiano, seja o Cearense. Se nós juntarmos os três estaduais, não teríamos a receita da Copa do Nordeste”, avaliou.

 

Na visão do presidente, Pernambuco aproveitou informações e experiências debatidas com a CBF para construir uma solução própria.

 

“Eu diria que a Federação se inspirou e absorveu o que a CBF podia nos dar de positivo e desenvolveu esse modelo”, completou.

 

Além da quantidade recorde de participantes, o novo Campeonato Pernambucano possui características pensadas especificamente para clubes de menor investimento.

 

A divisão regional da primeira etapa busca reduzir gastos com viagens, transporte e hospedagem. A FPF também ficará responsável por algumas despesas administrativas da competição, enquanto os clubes permanecerão com as receitas obtidas durante os jogos.

 

Outro ponto aprovado no Conselho Arbitral foi a participação obrigatória de dez jogadores oriundos das categorias de base entre os relacionados para cada partida. Cada equipe poderá colocar até 26 atletas na súmula. Segundo informações divulgadas após o arbitral, a medida também esteve entre as sugestões discutidas com a CBF.

 

O primeiro turno terá dez datas e será encerrado no fim de novembro. A etapa decisiva começa em janeiro e terá outras 11 datas previstas.

 

Com isso, a FPF pretende solucionar outro problema provocado pelo formato tradicional dos Estaduais: clubes eliminados precocemente ou fora das principais divisões, muitas vezes, enfrentam longos períodos sem calendário profissional.

 

Evandro Carvalho não esconde que pretende transformar Pernambuco em referência para uma eventual discussão nacional sobre o futuro dos Estaduais.

 

O dirigente afirmou ao BN que decidiu colocar a proposta em prática mesmo diante do caráter inédito do formato e considera positiva a possibilidade de a CBF aproveitar elementos do modelo posteriormente.

 

“Eu sou ousado e acho que era preciso inovar. Por isso resolvi ser o piloto de mim mesmo. Evidentemente, fico muito feliz se a CBF, ao final, adotar. Para nós será gratificante, porque mostrará que nós estávamos certos. A ideia é essa”, afirmou.

 

A possibilidade, contudo, ainda está no campo da análise. Até o momento, não há anúncio da CBF sobre adoção nacional da fórmula pernambucana ou determinação para que outras federações estaduais reproduzam o modelo.

 

Na Bahia, por exemplo, uma alteração semelhante não está em discussão neste momento. O Bahia Notícias apurou junto à Federação Bahiana de Futebol (FBF) que não existe, no presente cenário, perspectiva de mudança no formato do Campeonato Baiano baseada na experiência implementada em Pernambuco.

Novo presidente da CBF, Samir Xaud promete reformulação dos estaduais e agradece Ednaldo Rodrigues
Foto: Thiago Tolentino/Bahia Notícias

Eleito presidente da Confederação Brasileira de Futebol neste domingo (25), o roraimense Samir Xaud discursou após a realização da Assembleia Geral Eleitoral na sede da entidade, no Rio de Janeiro. Em suas primeiras palavras, Xaud prometeu uma "adequação do calendário do futebol brasileiro" através da "reorganização dos campeonatos estaduais em no máximo 11 datas", entre outras medidas, como uma ação imediata para a arbitragem brasileira. Xaud também agradeceu a gestão do baiano Ednaldo Rodrigues, ex-presidente da CBF, afastado do cargo no último dia 15. 

 

"É compromisso dessa gestão implementar imediatamente mudanças significativas no calendário das competições. Assumo o compromisso de promover, entre outras medidas, a reorganização dos campeonatos estaduais para um calendário de no máximo 11 datas, sem comprometimento da qualidade e da sustentabilidade financeira dessas competições", disse Xaud, que ressaltou valorizar as competições.

 

"Nossa ideia é que essa reorganização do calendário seja acompanhada de outras medidas de valorização dos campeonatos estaduais. Valorizar os estaduais é valorizar o futebol como um todo", completou. 

 

O roraimense pregou que "passada a disputa nas urnas, é tempo de construção e união" e agradeceu a gestão do ex-presidente Ednaldo Rodrigues.

 

"Também não poderia deixar de registrar aqui meu reconhecimento ao presidente Ednaldo Rodrigues. A ele, meus agradecimentos pela dedicação com que conduziu o futebol brasileiro até aqui. As conquistas de sua gestão são patrimônio do futebol brasileiro e merecem ser respeitadas e preservadas", disse Xaud. 

 

 

Sobre a arbitragem, Samir Xaud, que tratou o assunto como "outra prioridade", prometeu incluir dois representantes indicados pelos clubes como observadores permanentes das atividades da Comissão Nacional de Arbitragem. 

 

"Outra prioridade será o aperfeiçoamento da arbitragem. De imediato, vamos incluir dois representantes indicados pelos clubes como observadores permanentes das atividades da Comissão Nacional de Arbitragem.
 

Com Samir, também foram eleitos oito vice-presidentes: o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Michelle Ramalho (Federação Paraibana), José Vanildo (Federação do RN), Ricardo Paul (Federação do Pará), Ednailson Rozenha (Federação do Amazonas), Rubens Angelloti (Federação de SC), Fernando Sarney (ex-presidente interino da CBF) e Gustavo Dias Henrique (Federação do DF).

 

Confira o discurso na íntegra: 

 

“Prezadas senhoras e senhores, membros desta Assembleia, presidentes das federações, representantes dos clubes, vice-presidentes, diretoria e colaboradores da CBF, representantes da FIFA e CONMEBOL, treinadores, atletas, árbitros, jornalistas e toda a torcida brasileira.

 

Gostaria de iniciar esse discurso agradecendo aos meus companheiros de chapa, que confiaram a mim essa missão de liderar um projeto coletivo de renovação. Obrigado pela confiança e boa-sorte a todos nós: Rozenha, Angelotti, Michelle, Zé Ivanildo, Ricardo Paul, Gustavo Henrique, Flavio Zveiter e Fernando Sarney.

 

Hoje iniciamos uma nova fase na Confederação Brasileira de Futebol. Nossa gestão, e faço questão de usar o plural, será marcada pela renovação das ideias e pela agregação de todos aqueles dispostos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento pleno do nosso esporte.

 

Não cheguei até aqui sozinho. Faço parte de um grupo que se uniu com um único propósito: construir uma nova CBF, moderna, participativa e comprometida com o desenvolvimento da indústria do futebol.

 

Agradeço o apoio de cada uma das 25 federações e 10 clubes que aceitaram o diálogo com esse projeto de renovação e depositaram em mim a confiança para concorrer à presidência.

 

Agradeço, ainda, a todos os presidentes de federação e representantes de clubes que se fizeram presente no dia de hoje, que é o momento mais importante do processo eleitoral. A todos aqui presentes, meus sinceros agradecimentos.

 

Aproveito a oportunidade para saudar respeitosamente o presidente da Federação Paulista, senhor Reinaldo Carneiro Bastos. A presença de um candidato qualificado como ele legitimou ainda mais essa eleição, pois a concorrência entre propostas e visões de futuro é o que torna o processo eleitoral legítimo e transparente.

 

Agora, encerrada a disputa nas urnas, é tempo de construção. É tempo de união. É tempo de uma nova CBF que clama por trabalho, diálogo e responsabilidade.

 

Também não poderia deixar de registrar aqui meu reconhecimento ao presidente Ednaldo Rodrigues. A ele, meus agradecimentos pela dedicação com que conduziu o futebol brasileiro até aqui. As conquistas de sua gestão são patrimônio do futebol brasileiro e merecem ser respeitadas e preservadas.

 

Sobre o futuro, devo dizer que nenhuma mudança profunda, nenhuma transformação ocorre do dia para noite, nem se dá de forma linear. Levará algum tempo. Mas assumo um compromisso público: nós vamos trabalhar incansavelmente, dia e noite, para promover o desenvolvimento de todas os níveis do nosso futebol.

 

A imagem da CBF tem sido, por muito tempo, associada à desconfiança e ao distanciamento. Isso vai mudar. Vamos transformar essa instituição para que cada colaborador sinta felicidade e orgulho de trabalhar aqui e para que todos se sintam efetivamente representados.

 

Desde o primeiro dia de trabalho, assumirei pessoalmente a liderança dos temas estruturantes do futebol.

 

Nossa prioridade inicial é a adequação do calendário do futebol brasileiro.

 

É compromisso dessa gestão implementar imediatamente mudanças significativas no calendário das competições. Assumo o compromisso de promover, entre outras medidas, a reorganização dos campeonatos estaduais para um calendário de no máximo 12 datas, sem comprometimento da qualidade e da sustentabilidade financeira dessas competições.

 

Que fique claro: essa reorganização do calendário é necessária, mas não significa uma desvalorização dos campeonatos estaduais. Entendemos que são os estaduais que movimentam economias locais, mantêm viva a tradição de futebol nos quatro cantos do país e fortalecem o sentimento de pertencimento entre torcedores e seus times do coração. Eles são, em muitos casos, a única oportunidade de visibilidade para centenas de atletas, técnicos e profissionais do esporte.

 

Nossa ideia é que essa reorganização do calendário seja acompanhada de outras medidas de valorização dos campeonatos estaduais. Valorizar os estaduais é valorizar o futebol como um todo.

 

Outra prioridade será o aperfeiçoamento da arbitragem. De imediato, vamos incluir dois representantes indicados pelos clubes como observadores permanentes das atividades da Comissão Nacional de Arbitragem.

 

O fair play financeiro também será uma prioridade da nossa gestão. Considerando a complexidade do tema e as diferentes formas de regulação, a CBF irá promover um amplo debate com a participação ativa de clubes, federações e especialistas. Nossa ideia é que seja instituído imediatamente um grupo de trabalho sobre fair play financeiro no âmbito da CBF, com o objetivo de propor as diretrizes para uma regulação moderna e adequada à realidade do futebol brasileiro.

 

Como dito ao longo da campanha, a criação da liga é outro compromisso desta presidência, que tomará todas as medidas para que esse tão importante projeto de desenvolvimento do futebol brasileiro saia efetivamente do papel. Por isso, digo aos clubes e aos representantes das ligas aqui presentes: as portas da CBF estão abertas desde já para uma discussão propositiva sobre a criação da liga.

 

Nosso compromisso também é com a inclusão e a diversidade. Fortaleceremos as ações de combate ao racismo e a qualquer forma de discriminação. Retomaremos competições como a taça indígena e daremos protagonismo a projetos voltados à sustentabilidade, com práticas mais conscientes, redução de impacto ambiental e promoção da educação climática dentro e fora dos gramados.

 

O futebol feminino também terá atenção prioritária. Vamos aumentar investimentos, ampliar e valorizar as competições. Tenho orgulho de ter na minha chapa a primeira mulher como vice-presidente da história da CBF. Juntos, faremos uma revolução no futebol feminino. A Copa do Mundo de 2027, aqui no Brasil, será um marco. Vamos aproveitar esse momento para alçar o futebol feminino ao lugar que ele merece: o de protagonista.

 

Em relação à Seleção Masculina, queremos mais do que títulos: queremos que o povo brasileiro volte a se identificar com a Seleção Canarinho. A Seleção, suas camisas amarela e azul, são símbolos da nossa identidade nacional. Que na Copa do Mundo de 2026 estejamos todos juntos na torcida e unidos no amarelo, no azul, no verde e no branco, que são as cores que simbolizam e representam a nossa nação.

 

Que o Cristo Redentor abençoe a chegada e o caminho do Mister Carlo Ancelotti, para que ele consiga, com nossos atletas, com a comissão técnica e com a energia do nosso povo, o tão sonhado hexacampeonato mundial.

 

Encerro este discurso reafirmando minha gratidão e meu compromisso com todos que apoiaram esse projeto, especialmente minha família e amigos, que confiam em mim pois sabem de onde eu vim e o que fiz para chegar até aqui.

 

Por último, gostaria de lembrar a todos que o Norte do país existe, embora alguns resistam a aceitar. Assumo este mandato com a alma profundamente ligada às raízes do nosso povo nortista — um povo forte, resiliente e profundamente orgulhoso de sua história, de sua terra e da riqueza da sua cultura.

 

Essa nova CBF nasce com a alma do Norte — com os pés fincados na cultura macuxi, com o olhar voltado para o futuro e com o compromisso inegociável de honrar a identidade, os sonhos e o potencial imenso da nossa gente.

 

Que a força do povo do Norte esteja comigo ao longo dessa caminhada! E que nunca me falte a memória daqueles que me confiaram esta missão!

 

É tempo de transformação.

É tempo de responsabilidade.

É tempo de reconstruir a confiança.

É tempo de uma nova CBF!

Muito obrigado.”

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

ACM Neto

ACM Neto
Foto: Maurício Leiro / Bahia Notícias

"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento". 

 

Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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