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O secretário de Segurança Pública, Marcelo Werner, garantiu que o processo de instalação de câmeras seguirá para o interior do estado. Em entrevista coletiva durante o cortejo do Dois de Julho nesta terça-feira, o chefe da pasta detalhou que 1.300 equipamentos estão em funcionamento no estado, sendo 1.100 do próprio governo e outras 200 doadas pela União.
“A gente já vem trabalhando para aumentar ainda mais a utilização das câmara. A gente destaca que a câmara é uma proteção individual do policial além disso, traz transparência à ação policial, transparência à população e faz com que nosso policial cada vez mais melhore a sua capacitação e serve também como meio de prova, e a gente tem sim planos para que em breve a gente possa estar levando isso para o interior do estado”, destacou.
Werner também foi questionado sobre a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que descriminalizou o porte de 40g de maconha. Segundo ele, decisão judicial não se discute, mas isso não vai impedir que novas operações policiais contra o tráfico sejam feitas.
“A gente não questiona a decisão do Supremo, ela é soberana. Por outro lado, eu digo que independentemente da decisão do supremo a gente vai fazer combate ao crime organizado. Diariamente vocês acompanham que o tráfico de drogas, a disputa das facções são os grandes responsáveis pela violência do nosso estado. A gente não vai se ajoelhar. Nós vamos continuar fazendo o combate firme e forteque a gente vem fazendo ao tráfico de drogas e ao crime organizado”, pontuou.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.