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O senador e presidente nacional do PP, Ciro Nogueira (PI), anunciou nesta quarta-feira (1), por meio das redes sociais, a liberação de candidatos a deputado estadual e federal no Ceará para apoiarem, nas eleições de 2026, os nomes que preferirem, independentemente de alinhamento com a federação União Progressista (PP-União Brasil).
Na publicação, Ciro afirmou que não haverá punições internas para candidatos que decidirem apoiar projetos políticos diferentes da posição majoritária da federação. Segundo ele, qualquer manifestação de apoio não poderá ser enquadrada como infração disciplinar.
O movimento pode também trazer repercussões na Bahia. A liberação pode abrir o precedente para que candidatos a deputado estadual e federal no estado também possam apoiar a candidatura ao governo de Jerônimo Rodrigues (PT). Federado ao União Brasil, o PP agora está sob o comando de Cacá Leão na Bahia, após o desligamento do deputado federal Mario Jr. da presidência do partido.
Inclusive, o parlamentar ainda busca uma legenda para disputar a reeleição. Recentemente, ao Bahia Noticias, Mario sinalizou que tem debatido com alguns partidos, com bom encaminhamento para comandar o Podemos na Bahia, tentando obter mais um mandato.
Outro nome envolvido nas movimentações é o deputado federal Cláudio Cajado, que chegou a ter negociações avançadas com o PSD, partido liderado pelo senador Otto Alencar. A articulação contou com a participação do senador Jaques Wagner e previa que Cajado ocupasse o espaço político deixado por Diego Coronel na legenda, além de abrir possibilidade de inserção mais imediata na base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
A decisão de Ciro também pode impactar diretamente os chamados “egressos do PP” na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), grupo formado por deputados que passaram a buscar novas siglas após a federação. Entre eles está Niltinho, que já se filiou ao PSD.
O deputado Hassan Youssef, por sua vez, decidiu permanecer no PP, influenciado pelo cenário político de Jequié, onde o prefeito Zé Cocá, principal liderança de sua base, se alinhou à oposição e passou a integrar a chapa encabeçada por ACM Neto (União Brasil) como pré-candidato a vice-governador.
Já os deputados Antônio Henrique e Eduardo Salles ainda não definiram seus destinos partidários e seguem em diálogo com legendas da base governista.
O deputado federal e presidente do União Brasil na Bahia, Paulo Azi, comentou, nesta segunda-feira (25), sobre a federação do partido com o Partido Progressista (PP). Segundo ele, em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, este será um passo natural para a redução dos partidos no Brasil.
"Esse movimento de fusão e federação é um passo natural para reduzir o número de partidos no Brasil. A Federação União Progressista se tornou a maior força com representação no Congresso, governadores e prefeitos em todo o país, e na Bahia é evidente que o União Brasil tem maior representatividade. Mas é fundamental termos o Progressistas ao nosso lado, como já aconteceu nas eleições de 2022", iniciou ele.
O parlamentar também dissertou sobre os diálogos que ainda irão ocorrer com o presidente do PP na Bahia, Mario Negromonte Jr., juntamente com outros representantes da legenda no estado.
“Tenho muito carinho pelo deputado Mário Júnior, é um parceiro com quem convivo quase diariamente em Brasília. As conversas sobre a composição do diretório vão ocorrer após a decisão do TSE, envolvendo não só ele, mas também Cajado e João Leão, que são lideranças centrais do PP na Bahia", concluiu.
Assista ao vivo:
O deputado federal baiano Cláudio Cajado (PP) foi escolhido pelo Progressistas para relatar o novo marco fiscal na Câmara. O acordo foi capitaneado pelo presidente do parlamento, Arthur Lira (PP-AL). O documento deve ser encaminhado ainda em abril pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Conforme apurou O Antagonista, outros nomes chegaram a ser pensados para relatar o novo marco fiscal, entre eles: Fernando Monteiro (PP-PE). Entretanto, a experiência do deputado baiano terminou pesando, pois ele foi vice-líder do governo Jair Bolsonaro (PL) na Câmara e também já atuou como procurador parlamentar.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bruno Reis
"Vivemos na ditadura do PT".
Disse o prefeito Bruno Reis (União) ao criticar a resposta da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) às críticas feitas por sua esposa à situação da saúde da saúde em Uauá, interior baiano. Nesta segunda-feira (4), ele repudiou o comunicado e afirmou que vivemos em uma “ditadura”.