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caique verli
O jornalista da TV Globo Caíque Verli, 33 anos, foi encontrado sem vida na casa onde vivia em Vitória, no Espírito Santo, na última quinta-feira (23). Repórter da TV Gazeta, o jovem, que era natural de Minas Gerais, foi encontrado por colegas de trabalho após se atrasar para o serviço no dia.
De acordo com o g1 Espírito Santo, os colegas de trabalho estranharam a ausência de Caíque na emissora e ligaram para se certificar de que não havia acontecido nada.
A situação passou a chamar a atenção após Caíque não atender as ligações da equipe, algo que ele tinha costume de fazer quando se atrasava. Uma equipe da TV Gazeta foi até o apartamento do jornalista e encontrou o repórter caído no chão.
Um equipe do Samu foi chamada. A Polícia Civil também foi ao local e constatou o óbito. A diligências indicam que a morte teria sido decorrente de questões de saúde.
Segundo a publicação, Caíque tinha histórico de crises convulsivas e, nos últimos meses, começou a fazer tratamento e tomar medicamentos para controlar os episódios.
Autoridades, órgãos públicos e colegas de profissão lamentaram a morte do repórter, entre eles, o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, que destacou a sensibilidade e ética do jornalista.
"Cidadão e profissional de talento e compromisso com a comunicação e com a sociedade capixaba. Mineiro de nascimento e capixaba por escolha, Caíque construiu no Espírito Santo uma história pautada pela sensibilidade e ética no exercício do jornalismo. Informação clara à população e registro os acontecimentos que marcaram a vida do Estado", disse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).