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O cacique Raoni Metuktire, de 93 anos, recebeu alta hospitalar na manhã desta quarta-feira (15), após permanecer internado por quase um mês no Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo a equipe médica, o líder indígena deixou a unidade com quadro clínico estável.
Raoni estava hospitalizado desde 19 de junho, depois de ser transferido de Sinop, no Mato Grosso, onde deu entrada com vômitos, tosse intensa e dores abdominais. Já na capital paulista, os médicos diagnosticaram um quadro de obstrução intestinal alta associado a uma pneumonia aspirativa.
No dia seguinte à internação, o cacique foi submetido a uma cirurgia para desobstrução intestinal. Durante a recuperação, também apresentou duas hemorragias digestivas, que foram controladas pela equipe responsável pelo tratamento.
Reconhecido internacionalmente pela defesa da Amazônia e dos direitos dos povos indígenas, Raoni agora seguirá a recuperação fora do ambiente hospitalar, após quase quatro semanas de acompanhamento médico.
O cacique Raoni Metuktire apresentou um quadro de hemorragia digestiva alta na última segunda-feira (29), dias após deixar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Paulo. Segundo boletim médico divulgado pela unidade, o líder indígena foi submetido a uma endoscopia, que identificou um sangramento no estômago e no duodeno.
De acordo com a equipe médica, o quadro foi rapidamente controlado e Raoni permanece estável. Apesar da evolução clínica, ele segue com distensão abdominal, está sem febre e utiliza cateter de oxigênio para maior conforto respiratório, permanecendo sob acompanhamento intensivo.
Raoni está internado desde o dia 19, quando foi transferido de Mato Grosso para São Paulo após apresentar obstrução intestinal, desidratação e pneumonia aspirativa. Na capital paulista, passou por um procedimento cirúrgico para restabelecer o trânsito intestinal, sem registro de complicações.
O Hospital São Paulo informou que um novo boletim sobre o estado de saúde do líder indígena será divulgado na tarde desta quarta-feira (1º) ou antes, caso haja alguma mudança significativa em seu quadro clínico.
O líder indígena Raoni Metuktire, de 94 anos, o Cacique Raoni, foi internado novamente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Dois Pinheiros, em Mato Grosso, na tarde deste domingo (14). Informações divulgadas pela equipe médica apontam que o estado de saúde do líder indígena é considerado grave, exigindo cuidados intensivos e monitoramento ininterrupto da equipe multiprofissional.
Raoni foi admitido às 17h deste domingo. Segundo familiares e cuidadores, o cacique estava em sua casa na região de Peixoto de Azevedo, cidade no Mato Grosso, onde recebia visitas de lideranças e pajés de seu povo, quando apresentou um quadro de mal-estar.
No domingo, apresentou três novos episódios de vômito, associados à tosse persistente, dor abdominal e expectoração com pequena quantidade de sangue. O paciente ingeriu apenas o café da manhã e não se alimentou mais ao longo do dia, em razão do desconforto abdominal e da evolução do quadro clínico.
Diante da persistência dos sintomas e do comprometimento do estado geral, ele foi transferido via transporte aéreo ao Hospital Dois Pinheiros. Conforme divulgado pela CNN Brasil, Raoni apresentava importante comprometimento do estado geral, com sinais de desidratação, sonolência acentuada, abdome distendido e ausência de diurese.
Ele foi submetido à avaliação médica e à ampla investigação diagnóstica, incluindo exames laboratoriais, hemoculturas, gasometria arterial e tomografias de crânio, tórax e abdome. Os exames iniciais identificaram alterações da função renal e marcadores compatíveis com processo infeccioso grave.
A principal hipótese diagnóstica é de sepse de foco pulmonar secundária à pneumonia broncoaspirativa, decorrente de quadro de vômitos incoercíveis. A tomografia de abdome evidenciou suboclusão gástrica.
O hospital informou que o paciente encontra-se internado na UTI sob monitoramento contínuo, recebendo hidratação venosa, antibioticoterapia de amplo espectro e suporte intensivo. Familiares permanecem em contato com a equipe assistencial.
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