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caca diegues
Figura de destaque no cinema nacional, o cineasta Cacá Diegues morreu na madrugada desta sexta-feira (14), no Rio de Janeiro, aos 84 anos, devido a intercorrências de uma cirurgia.
Carlos José Fontes Diegues nasceu em Maceió, Alagoas, em 19 de maio de 1940. Aos seis anos, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde passou a infância e a adolescência no bairro de Botafogo, na Zona Sul da cidade.
Reconhecido como um dos principais nomes do Cinema Novo, Diegues foi um dos fundadores do movimento cinematográfico ao lado de Glauber Rocha, Leon Hirszman, Paulo César Saraceni, Joaquim Pedro de Andrade, entre outros cineastas.
Em sua trajetória como diretor de cinema, ele dirigiu mais de 20 filmes de longa-metragem. Os mais aclamados pela crítica foram "Xica da Silva” (1976), “Bye Bye Brasil” (1980), "Veja esta canção" (1994) e “Tieta do Agreste” (1995).
Na redes sociais, o cineasta foi lembrado com admiração pela Academia Brasileira de Letras e por artistas como Zezé Mota, que foi dirigida por Diegues em "Xica da Silva”.
"Em 2025 ela vai marcar presença, viva esta grande mulher que foi Xica. Minha eterna gratidão sempre ao gênio Cacá Diegues por me presentear com essa protagonista", agradeceu a atriz Zezé Mota.
Descoberto pelo neto de Nara Leão, José Pedro, um documento oficial do período da ditadura militar do Brasil traz informações curiosas de uma apuração do regime a respeito da família da artista.
Segundo a coluna de Ancelmo Gois, no O Globo, no documento datado de maio de 1975, o Estado Maior das Forças Armadas traz a ficha do sociólogo Manuel Diegues Junior (1912-1991), à época diretor do Departamento de Assuntos Culturais (DAC) do Ministério da Educação e Cultura (MEC).
De acordo com o relatório dos militares, Manuel era “comunista” e casado com Nara Leão. A informação, no entanto, é incorreta, pois, na realidade, ele era sogro da cantora, já que seu filho, o cineasta Cacá Diegues, foi casado com a artista.
O documento foi encontrado por José Pedro durante pesquisas para ajudar na produção de um documentário sobre Nara.
Confira a programação completa no site do Festival de Paulínia.

Foto: Agência Brasil
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.
