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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), participou nesta quarta-feira (3) de mais uma reunião da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), no Rio de Janeiro. Na ocasião, gestores municipais de todo o Brasil marcaram presença e debateram a crise no custeio do transporte público. Dentre as sugestões para uma possível saída, está a cobrança da criação de um plano nacional para o setor, com financiamento federal.
Em discurso, o gestor da capital baiana destacou que o transporte é o maior problema vivido no momento pelos municípios, mas que tem afetado inicialmente as grandes cidades. E que a saída é insistir na aprovação dos projetos de lei que tramitam no Congresso.
“Cada um aqui, infelizmente, tem um case de insucesso e de problemas inerentes ao transporte público. É fato: a tarifa já não remunera mais o sistema há muito tempo. A realidade do transporte em Salvador, desde que assumi, é de que já enfrentamos uma intervenção, já realizamos a execução direta de uma empresa, mas seguimos enfrentando essa grave crise. Na minha opinião, em 2013, quando houve aquele movimento que parou o Brasil a partir do reajuste realizado em São Paulo, nós à época não tivemos a capacidade de atacarmos diretamente o ‘x’ da questão, que é o financiamento”, completou o prefeito.
Segundo os dados apresentados na reunião, houve uma queda generalizada no número de passageiros nos últimos 20 anos. Com a pandemia, a redução aumentou: a demanda hoje está entre 70% e 80% da capacidade de 2019. Por outro lado, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), houve um crescimento dos custos do transporte público bem acima da inflação no mesmo período. Ou seja, maiores custos e queda na demanda, fazendo com que o setor atinja níveis elevados de ociosidade.
Além de Bruno Reis, os prefeitos de Aracaju, Edvaldo Nogueira, presidente da FNP; do Rio de Janeiro, Eduardo Paes; de São Paulo, Ricardo Nunes, entre outros.
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"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.