Artigos
Cartografia da Erosão Eleitoral
Multimídia
“A política tem que voltar a conquistar as pessoas”, pede Grizenti sobre abstenção e votos nulos
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
bloqueio de celulares
O governo federal publicou, nesta terça-feira (13), um decreto que cria um programa nacional para agilizar o bloqueio de celulares e de outros meios de comunicação utilizados ilegalmente dentro de presídios. A medida estabelece um mecanismo de cooperação entre União, estados, Distrito Federal e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
O objetivo é retirar a capacidade de comunicação dos detentos. De posse desses aparelhos, os presidiários seguem praticando crimes de dentro das cadeias e conseguem falar com comparsas do lado de fora.
Segundo informações do g1, a iniciativa prevê duas principais formas de atuação: o bloqueio de aparelhos celulares identificados individualmente e a interrupção de sinais de radiocomunicação dentro de perímetros de segurança delimitados ao redor das unidades prisionais.
Pelo modelo previsto, as administrações penitenciárias estaduais serão responsáveis por identificar as ocorrências e encaminhar informações técnicas para viabilizar o bloqueio. A Anatel ficará responsável por adotar as medidas cabíveis dentro de suas competências legais, inclusive no caso de pedidos relacionados à operação de bloqueadores de sinais.
As informações serão encaminhadas por uma plataforma digital do Ministério da Justiça e Segurança Pública, integrada ao Sistema Nacional de Informações Penais (Sisdepen).
No caso de celulares individualizados, o pedido será direcionado ao fluxo de bloqueio do Banco Nacional de Celulares com Restrição. Já as solicitações relacionadas ao bloqueio de sinais em áreas delimitadas serão encaminhadas à Anatel.
Considerado os últimos três anos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quase 10 mil celulares foram apreendidos dentro de presídios de todo o país durante operações de varredura em celas coordenadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.