Artigos
Mérito técnico: o critério que falta nas indicações da ANA
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
bint jbeil
Um menino brasileiro de 11 anos, a mãe dele e o pai, de nacionalidade libanesa, morreram após ataques israelenses no sul do Líbano. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (27) pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil. O irmão do menino, que também é brasileiro, encontra-se hospitalizado.
Segundo o governo brasileiro, a família estava em casa, no distrito de Bint Jbeil, quando foi atingida por bombardeios realizados pelas Forças de Defesa de Israel no domingo (26). Um outro filho do casal foi socorrido e levado para um hospital.
Em nota oficial, o Itamaraty afirmou ter recebido a notícia “com consternação e pesar” e classificou a ação como mais um episódio de “reiteradas e inaceitáveis violações ao cessar-fogo” em vigor na região.
Os ataques ocorreram apesar da trégua firmada com o Hezbollah ter sido prorrogada até a segunda quinzena de maio. De acordo com o governo brasileiro, a ofensiva deixou dezenas de civis mortos, incluindo mulheres e crianças.
“Ao expressar sinceras condolências aos familiares das vítimas, o Brasil reitera sua mais veemente condenação a todos os ataques perpetrados durante a vigência do cessar-fogo, tanto por parte das forças israelenses quanto do Hezbollah”, destacou o ministério.
O Brasil também voltou a defender a retirada imediata das tropas israelenses do território libanês e a ampliação do cessar-fogo na região, de forma a garantir a soberania do país.
A embaixada brasileira em Beirute acompanha o caso e presta assistência aos familiares das vítimas. Segundo o Exército israelense, as operações foram motivadas por supostas violações da trégua por parte do Hezbollah, o que, segundo Tel Aviv, justificaria ações militares mesmo durante o período de cessar-fogo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Alexandre de Moraes
"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.