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E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
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bia kicis
Relatório do Coaf citado na decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), indica que a deputada Bia Kicis, do PL do Distrito Federal, teria movimentado, de maneira atípica, um total de R$ 3,4 milhões no período de um ano. A informação foi divulgada pela coluna Tácio Lorran, do site Metrópoles, nesta quinta-feira (10).
O nome da deputada bolsonarista apareceu na investigação comandada por Flávio Dino sobre envio de emendas parlamentares e dinheiro público para o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro, devido ao registro de um repasse pontual de R$ 500,00 realizado a ela pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP), um dos alvos da investigação. Segundo o relatório do Coaf, Bia Kicis teria movimentado, entre maio de 2025 e maio de 2026, R$ 1,7 milhão em créditos e R$ 1,7 milhão em débitos.
Bia Kicis também aparece na investigação por ter destinado emenda parlamentar à ANC (Academia Nacional de Cultura), entidade presidida por Karina Gama, alvo da operação Make Up, que investiga suspeitas de irregularidades no financiamento do filme “Dark Horse”. Os recursos foram destinados, por meio do Governo de São Paulo, ao projeto “Heróis Nacionais”.
O documento da investigação afirma que a emenda não teve execução financeira e que, até a data da análise, nenhum valor havia sido transferido para a ANC. Os registros do Portal da Transparência, porém, mostram que os recursos foram empenhados e pagos ao Estado de São Paulo.
Como deputada federal, Bia Kicis tem salário de R$ 46.366,19. Nas eleições deste ano, em que concorre a uma das duas vagas de senadora pelo Distrito Federal, Kicis declarou possuir um imóvel no Lago Sul avaliado em R$ 1,2 milhão e R$ 100 mil em depósitos bancários.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, do PL, se distanciou de suas principais concorrentes a uma vaga de senadora pelo Distrito Federal. Foi o que revelou levantamento da Quaest divulgado nesta terça-feira (8).
A pesquisa mostra Michelle Bolsonaro na liderança da disputa pelas duas cadeiras ao Senado, com 26% das intenções de voto. Na segunda colocação aparece a atual senadora Leila Barros (PDT), com 17%.
Confira abaixo como está o cenário da disputa para o Senado no Distrito Federal:
Michelle Bolsonaro (PL) – 26%
Leila Barros (PDT) – 17%
Erika Kokay (PT) – 13%
Bia Kicis (PL) – 11%
Sebastião Coelho (Novo) – 2%
Professor Guilherme Amorim (UP) – 1%
Ronaldo Fonseca (PSD) – 1%
Zanata (PSTU) – 0%
Tiago (Agir) – 0%
Guto Felício dos Santos (PSDB) – 0%
Marley (Avante) – 0%
Avenir Rosa (Democrata) – 0%
David Horn (PCO) – 0%
Branco/nulo/não vai votar – 13%
indecisos – 16%
A Quaest também questionou seus entrevistados sobre a disputa para o governo do Distrito Federal. A atual governadora, Celina Leão (PP), que disputa a reeleição, se mantém à frente, com 35% das intenções de voto.
Confira abaixo o cenário de primeiro turno da Quaest no DF:
Celina Leão (PP) – 35%
Arruda (PSD) – 18%
Leandro Grass (PT) – 17%
Paula Belmonte (PSDB) – 4%
Cappelli (PSB) – 2%
Kiko Caputo (Novo) – 1%
Professora Samara Mineiro (UP) – 1%
Elisson (Agir) – 0%
Professor Robson (PSTU) – 0%
Expedito Mendonça (PCO) – 0%
Rico Pinheiro (PRTB) – 0%
Brancos/nulos – 7%
Indecisos – 15%
Os eleitores entrevistados pela Quaest ainda responderam sobre três cenários de disputas em segundo turno. Veja abaixo o resultado:
Celina Leão (PP) 47% x 30% Arruda (PSD)
Arruda (PSD) 41% x 28% Leandro Grass (PT)
Celina Leão (PP) 52% x 29% Leandro Grass (PT)
A pesquisa Quaest ouviu 1.104 eleitores no Distrito Federal, de 4 a 7 de setembro de 2026. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números BR-04442/2026 e DF-01987/2026.
Um gesto do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) nas redes sociais voltou a expor divergências internas na família do ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar endossou publicamente críticas feitas à pré-candidatura da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ao Senado pelo Distrito Federal, em um momento no qual o comando da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) buscava consolidar a reaproximação com ela e ampliar sua presença na corrida presidencial.
Eduardo comentou e republicou um vídeo divulgado pelo influenciador Allan dos Santos. Na gravação, o aliado defende a eleição da deputada federal Bia Kicis (PL) e do ex-desembargador Sebastião Coelho (Novo) para as duas vagas ao Senado pelo DF, em preterição a Michelle, líder nas pesquisas de intenção de voto na capital federal, segundo o Datafolha.
No vídeo, Allan dos Santos classifica a ex-primeira-dama como uma "incógnita" para o campo da direita e questiona as pautas políticas que ela poderá defender caso seja eleita.
"Eu prefiro mil vezes Bia Kicis e Sebastião Coelho do que a Michelle com oito anos de incógnita. É uma incógnita, porque nós não sabemos o que ela poderá trazer para a direita. O que não é incógnita: pauta feminista, pauta de esquerda, saindo da boca de alguém que se diz de direita", diz o influenciador.
Ao publicar o comentário "Triste, mas verdadeiro…" e retransmitir o vídeo em suas redes sociais, Eduardo teve o gesto interpretado por interlocutores de Michelle como um aval público às críticas e à tese de apoiar outros nomes ao Senado.
Segundo bastidores do jornal O Globo, a atitude provocou irritação no entorno da ex-primeira-dama e gerou apreensão na equipe de campanha de Flávio. A cúpula partidária avalia a participação de Michelle como um ativo central para fortalecer a inserção de Flávio entre os eleitores evangélicos e femininos.
Diante da nova manifestação de Eduardo, interlocutores da campanha demonstraram receio de que a exposição pública das divergências familiares prejudique a imagem de unidade que o grupo político busca projetar.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que não compareceu, nesta quarta-feira (5), ao evento de apresentação de Alfredo Gaspar (PL), candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro, tem seu nome liderando o índice de rejeição na disputa para o Senado entre os eleitores do Distrito Federal. Foi o que revelou pesquisa Correio Braziliense/Opinião Inteligência divulgada nesta quarta.
De acordo com a pesquisa, Michelle Bolsonaro registra a maior rejeição da disputa ao Senado, com 30,6%. Na segunda posição aparece a deputada federal Erika Kokay (PT), com 29,4%. O ex-senador Paulo Octávio aparece com 16,7%, enquanto a deputada Bia Kicis (PL) registra 14%.
Na sequência, a atual senadora Leila do Vôlei (PDT) tem um dos menores índices de rejeição entre os nomes pesquisados. Apenas 12% dos entrevistados disseram que não votariam na senadora, e o único candidato com rejeição menor é o desembargador aposentado Sebastião Coelho, do Novo, com 8,7%.
Já na simulação das intenções de voto entre os eleitores do DF, a senadora Leila do Vôlei lidera a disputa de 2026. A senadora reúne 46,9% das intenções de voto somadas entre primeiro e segundo voto. Leila aparece como primeira opção para 23,5% dos entrevistados e como segunda escolha para 23,4%.
Michelle Bolsonaro surge em seguida, com 42% dos votos consolidados, resultado da soma de 28,7% como primeira opção e 13,3% como segundo voto. A deputada federal Erika Kokay (PT) ocupa a terceira colocação, com 32,3%, enquanto Bia Kicis (PL) aparece com 22,6%.
Na sequência estão o desembargador aposentado Sebastião Coelho, com 12,4%, e, em um cenário alternativo, o empresário Paulo Octávio (PSD), que alcança 15,9% caso confirme candidatura. Mesmo com a entrada de Paulo Octávio, a ordem dos candidatos permanece praticamente inalterada: Leila continua na liderança, seguida por Michelle, Erika Kokay, Bia Kicis e Sebastião Coelho.
A pesquisa Correio/Opinião Inteligência foi realizada entre 30 de julho e 1º de agosto com 1.109 eleitores de 31 regiões administrativas do Distrito Federal. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número DF-04077/2026.
Parlamentares de direita e de esquerda fizeram comentários nesta segunda-feira (27) sobre o suposto caso de transfobia cometida pela atriz Cássia Kiss em um shopping center na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O problema ocorreu na última sexta (24), quando uma mulher trans, Roberta Santana, acusou a atriz de tentar impedi-la de utilizar o banheiro feminino.
O caso ganhou forte repercussão nas redes sociais após Roberta Santana publicar um vídeo mostrando o momento em que discutia com Cássia Kiss. A atriz acabou sendo denunciada pelo Ministério Público por suspeita de ter cometido o crime de transfobia.
Uma das deputadas que se posicionou sobre o caso foi Erika Hilton (Psol-SP), que colocou o seu gabinete à disposição da vítima para eventual apoio jurídico. A deputada postou um longo texto em suas redes acusando a extrema-direita de “inventar problemas” e questionou: “Desde quando o direito de determinada população de fazer um xixi em paz é um debate nacional?”.
“No debate da segurança dentro de banheiros, todas essas possibilidades são estatisticamente irrelevantes. A maioria absoluta e esmagadora dos casos de violência sexual em banheiros são cometidos por homens cisgênero heterossexuais. Mas a extrema-direita não pode combater homens abusadores, não pode apoiar a educação contra a violência de gênero ou mecanismos de defesa e acesso à justiça efetivos para mulheres e meninas. Eles perderiam muitos eleitores. Restou o pânico moral e a pauta inventada”, afirma Erika Hilton.
Já a deputada Bia Kicis (PL-DF) disse ter considerado um “absurdo” a denúncia do Ministério Público contra a atriz Cássia Kiss. A deputada manifestou seu integral apoio à atriz n episódio.
“O que está acontecendo com a Cassia Kis é um grande absurdo. Mulheres e meninas são expostas a insegurança física e mental pela pauta woke. Defender a verdade não pode ser crime. #ApoioaCassiaKiss”, disse a candidata do PL ao Senado pelo Distrito Federal.
Quem também se solidarizou com a atriz Cássia Kiss foi o deputado Otoni de Paula (PSD-RJ). Segundo ele, “a intimidade das nossas mulheres não é negociável”.
“Minha solidariedade à atriz Cássia Kis é o reflexo de uma luta maior: garantir que nossas mulheres ocupem seus espaços com total segurança, sem medo de serem invadidas em sua intimidade”, afirmou.
Projeto de Bia Kicis propõe liberar divulgação de imagens de crimes praticados em comércios; entenda
A deputada federal Bia Kicis (PL-DF) apresentou um projeto de lei que propõe alterações na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) para permitir que comerciantes divulguem imagens de pessoas flagradas cometendo crimes dentro de seus estabelecimentos.
A proposta foi motivada, segundo a parlamentar, por um episódio recente envolvendo a rede varejista Havan, que retirou das redes sociais vídeos de furtos em suas lojas após notificação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), no fim de junho. “Sim, foi inspirada nessa situação absurda”, afirmou Kicis ao Metrópoles ao ser questionada se o caso da Havan foi o ponto de partida para a iniciativa.
No texto do projeto, a deputada argumenta que “a crescente incidência de crimes cometidos dentro de estabelecimentos comerciais tem gerado insegurança e prejuízos à população e aos empreendedores”. Para ela, a legislação atual pode criar um “paradoxo jurídico”, ao “impedir que os cidadãos e comerciantes se defendam de forma legítima e colaborem com a identificação dos infratores”.
A proposta determina que a divulgação das imagens seja autorizada quando tiver como finalidade identificar o autor do crime, alertar a população ou colaborar com as autoridades, desde que não exponha pessoas não envolvidas na ocorrência.
A deputada Bia Kicis (PL-DF) anunciou durante votação no plenário da Câmara, na noite desta quarta-feira (2), que a Justiça Federal concedeu uma liminar que interrompe a suspensão imediata do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).
Ela afirma que liminar foi apresentada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), que teria contestado a decisão da Receita Federal de declarar o fim da aplicação da alíquota reduzida para os tributos federais previstos no Perse, com efeitos iniciados desde esta terça, 1º de abril. O processo correu na Justiça Federal.
A liminar foi concedida pelo juiz do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) Itagiba Catta Pretta Neto, e a princípio, terá efeito inicialmente para bares e restaurantes no Distrito Federal.
Conforme noticiado pelo BP Money, parceiro do Bahia Notícias, a liminar apresentada pela Abrasel cita a insegurança jurídica causada pelo encerramento do programa, assim como outros fatores que prejudicam as empresas do setor, como as limitações ao direito adquirido.
Em sua argumentação, a entidade afirma que o benefício fiscal foi concedido com prazo determinado, no caso de 60 meses, e ele não poderia ter sido revogado antes do fim do prazo.
“Eu parabenizo a Abrasel por esta conquista, por esta vitória, e vamos continuar na luta pela segurança jurídica dos pagadores de impostos desse país, e contra as violações ao direito adquirido”, disse a deputada do PL do DF.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.