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A eliminação da Alemanha nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 marcou o fim da passagem de Julian Nagelsmann pelo comando da seleção. O treinador deixou o cargo nesta sexta-feira (3) e se tornou o oitavo técnico a encerrar seu ciclo durante ou logo após a disputa do Mundial.
A primeira mudança de comando ocorreu ainda na rodada de abertura da competição. O francês Sabri Lamouchi foi demitido da seleção da Tunísia após a derrota por 5 a 1 para a Suécia. Hervé Renard assumiu a equipe na sequência, mas não conseguiu evitar a eliminação dos tunisianos, que perderam os dois jogos restantes da fase de grupos.
Com o encerramento da primeira fase, outros treinadores também deixaram seus cargos. Hong Myung-bo renunciou ao comando da Coreia do Sul em meio à pressão da torcida e de dirigentes, após a campanha que terminou com a eliminação da equipe. Integrante do mesmo grupo, Miroslav Koubek também pediu demissão da República Tcheca depois de três partidas sem vitória.
Ainda durante a fase de grupos, Steve Clarke deixou a seleção da Escócia após a derrota por 3 a 0 para o Brasil, resultado que confirmou a eliminação escocesa. Marcelo Bielsa também encerrou sua passagem pelo Uruguai depois de uma campanha abaixo das expectativas, encerrada com dois empates e eliminação precoce.
No mata-mata, Ronald Koeman pediu demissão da Holanda após a derrota para o Marrocos na disputa por pênaltis. Sebastián Beccacece também deixou o comando do Equador depois do revés por 2 a 0 para o México, nos 16 avos de final.
O caso mais recente é o de Julian Nagelsmann. Eliminada pelo Paraguai nos pênaltis, a Alemanha viu o treinador entregar o cargo, ampliando a lista de mudanças no comando técnico das seleções participantes da Copa do Mundo de 2026.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (7) que a campanha de primeiro turno deste ano foi a menos organizada entre todas as que disputou desde 1989. A declaração foi dada a aliados, ao lado de Edinho Silva, presidente do PT e coordenador da campanha de reeleição do petista.