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bandido preso
Em seu primeiro discurso de campanha à Presidência da República pelo partido Novo, realizado neste domingo (16) na cidade de Montes Claros (MG), Romeu Zema colocou a segurança pública no centro de suas propostas. O ex-governador de Minas Gerais criticou a impunidade no país, afirmando que a Polícia Militar prende e a Justiça solta, e defendeu que criminosos que cometem estupro e homicídio permaneçam presos.
“Quero o brasileiro se sentindo seguro, podendo andar com o celular na rua. Já fui assaltado três vezes”, diz Zema na cidade de Montes Claros (MG), onde escolheu lançar sua campanha. “Mas vamos mudar isso. Vamos colocar para mofar na cadeia quem estupra, quem mata e hoje fica solto infernizando a vida das pessoas de bem”.
Durante o evento de lançamento, acompanhado pelo jornal Estadão, iniciado com uma missa na cidade do interior mineiro, Zema relatou já ter sido vítima de assalto três vezes e defendeu que o cidadão brasileiro possa andar nas ruas com segurança. Como parte de suas propostas para o setor, o candidato prometeu a construção de um superpresídio na região Norte do país, voltado para lideranças de facções criminosas.
Na área internacional, o político declarou condenar o alinhamento do Brasil a regimes autoritários e fez críticas à condução da diplomacia do país.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.