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Artigos

Nelson Cadena
O Ruidoso Silêncio no Centenário de Ariovaldo Matos
Foto: Acervo pessoal

O Ruidoso Silêncio no Centenário de Ariovaldo Matos

Transcorre, segunda feira (24/08) em silêncio — um ruidoso silêncio, um barulhento silêncio, um estrepitoso silêncio — o centenário de nascimento do jornalista, escritor, dramaturgo, publicitário__ foi redator da Publivendas__ e militante político Ariovaldo Matos.

Multimídia

Delliana Ricelli chama aprovação automática nas escolas da Bahia de “uma das coisas mais odiosas”

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A candidata ao Senado Federal pela Bahia, Professora Delliana Ricelli (PSOL), classificou a medida como uma das práticas mais “odiosas” no ambiente escolar. A educadora defendeu uma reformulação no ensino da Bahia.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

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Presidente da Fifa é denunciado ao COI sob suspeita de violar política de neutralidade na Copa
Foto: Elizabeth Ruiz Ruiz/Fifa

Com uma Copa do Mundo marcada por polêmicas, a relação entre Gianni Infantino, presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), e Donald Trump, presidente dos Estados Unidos – principal país-sede da competição, chamou a atenção do Comitê Olímpico Internacional (COI) após uma denúncia da ONG de direitos humanos Fair Square à Comissão de Ética da entidade contra Infantino.

 

A ONG alega que o dirigente teria violado regras de neutralidade política previstas na Carta Olímpica. Ainda segundo a organização, o mandatário da Fifa, que é membro do COI desde 2020, teria demonstrado apoio político ao presidente dos Estados Unidos em diferentes ocasiões, contrariando o compromisso assumido de atuar de forma independente de interesses políticos e comerciais.

 

"A Fair Square apresentou hoje uma queixa contra o presidente da Fifa, Gianni Infantino, ao Comitê Olímpico Internacional. A queixa alega que Infantino violou repetidamente as regras do COI sobre neutralidade política ao oferecer seu apoio político ao presidente dos EUA, Donald Trump", afirmou o comunicado.

 

Na denúncia, a Fair Square cita episódios de proximidade entre os dois líderes. Entre eles, é citada a participação de Infantino no chamado 'Conselho da Paz', evento promovido por Trump em fevereiro. Na ocasião, o presidente da Fifa apareceu usando um boné com as inscrições 'USA' e '45-47', uma referência aos dois mandatos presidenciais de Trump.

 

Por fim, a ONG pediu que o COI investigue uma suposta interferência política de Trump em decisões disciplinares da Fifa durante a Copa do Mundo de 2026, citando o caso envolvendo o jogador Folarin Balogun – que, segundo Trump, teve a suspensão por cartão vermelho revertida após o mandatário norte-americano interceder junto a Infantino. O presidente da Fifa alega que a decisão foi tomada de forma autônoma pela Comissão de Arbitragem, negando qualquer interferência externa.

 

Infantino foi eleito para o COI em janeiro de 2020 e, ao assumir o cargo, se comprometeu a respeitar a Carta Olímpica e seguir o Código de Ética da organização. A denúncia agora será analisada pela estrutura ética do comitê.

Após polêmica com Balogun, Pochettino desabafa e rejeita desculpas para eliminação dos EUA: "Estou frustrado"
Foto: YouTube / Fifa

A eliminação dos Estados Unidos na Copa do Mundo de 2026, após a goleada por 4 a 1 sofrida para a Bélgica nesta segunda-feira (6), foi acompanhada por uma das maiores polêmicas do torneio. No entanto, apesar de lamentar o ambiente criado em torno do caso envolvendo Folarin Balogun, o técnico Mauricio Pochettino garantiu que a controvérsia não serviu como justificativa para a queda da equipe nas oitavas de final.

 

Em entrevista após a partida disputada em Seattle, o treinador argentino demonstrou incômodo com as críticas, acusações e ataques direcionados ao atacante e à seleção norte-americana desde que a Fifa decidiu reverter a suspensão automática do jogador.

 

"Quero dizer uma coisa, mas é muito pessoal. Estou muito frustrado e decepcionado com as pessoas. Elas deveriam compreender a situação e não misturar as coisas. Não acredito que isso tenha afetado o nosso desempenho. Não é uma desculpa, e não podemos usar desculpas. Simplesmente não era o nosso dia", afirmou.

 

Pochettino também criticou a repercussão gerada nas redes sociais e a tentativa de associar a decisão da Fifa a interesses políticos.

 

"Qual é o sentido de insultar alguém, enviar uma quantidade enorme de mensagens ofensivas ou até ameaças? Estou muito decepcionado com muitas pessoas. Misturam política, falam em manipulação e questionam ética e integridade", completou.

 

A discussão ganhou força após o Comitê Disciplinar da Fifa anular a suspensão de Balogun, expulso na vitória sobre a Bósnia. O cartão vermelho foi aplicado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus após revisão do VAR por uma entrada no zagueiro Muharemovic.

 

Nos bastidores, o caso ganhou dimensão internacional depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter conversado com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, sobre a situação do atacante. Na ocasião, Trump chegou a classificar Claus como um "árbitro suspeito", provocando reação da CBF, que saiu em defesa do brasileiro e destacou sua trajetória marcada por "excelência técnica e conduta ética".

 

Questionado sobre o tema, Pochettino evitou alimentar a controvérsia e reforçou que apenas seguiu o regulamento da entidade.

 

"Eu sou o treinador da seleção. Existe uma regra que permite à federação solicitar que um jogador fique disponível. Minha função era treinar a equipe. Se o jogador estava liberado porque o regulamento da Fifa permitia isso, então não havia problema", explicou.

 

O comandante norte-americano ainda demonstrou incômodo com a forma como o debate se desenvolveu nos últimos dias.

 

"Se começarmos a discutir a história deste jogo falando de ética ou tentando misturar esses assuntos, isso me decepciona pessoalmente. O debate deveria ser apenas sobre uma possibilidade prevista no regulamento, algo que já aconteceu com outros jogadores e outras seleções", declarou.

 

Com a derrota, os Estados Unidos encerram sua participação na Copa do Mundo disputada em casa. Já a Bélgica segue viva na competição e enfrentará a Espanha nas quartas de final.

Fifa esclarece decisão alivia Balogun da suspensão e permite que atacante jogue contra a Bélgica
Foto: Reprodução/X/@balogun

A Federação Internacional do Futebol (Fifa) divulgou um comunicado oficial nesta segunda-feira (6) respondendo à repercussão internacional envolvendo o atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos. O jogador foi liberado para disputar as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 mesmo após ter recebido um cartão vermelho direto na vitória dos anfitriões sobre a Bósnia e Herzegovina.

 

O caso ganhou contornos políticos e virou polêmica após o presidente norte-americano, Donald Trump, criticar publicamente a punição e pedir que a entidade máxima do futebol revisasse o lance. O árbitro brasileiro Raphael Claus, que expulsou Balogun após recomendação do VAR, também foi pauta.

 

Em nota, a entidade explicou que o Comitê Disciplinar da federação não anulou a decisão do juíz, que foi tomada na partida do último dia 1º de julho. Segundo a Fifa, muito pelo contrário, o atacante foi considerado culpado tanto pela falta grave em campo quanto pela indisciplina de invadir o gramado para comemorar com os companheiros após a expulsão.

 

No julgamento concluído no sábado (5), Balogun recebeu um jogo de suspensão e uma multa de US$ 40 mil (cerca de R$ 205 mil). Metade do valor foi pela falta e a outra metade pela comemoração indevida, com a Federação de Futebol dos Estados Unidos (US Soccer) sendo responsabilizada a pagar o montante junto com o atleta.

 

Embora a punição de um jogo tenha sido mantida, o Comitê Disciplinar decidiu congelar a execução da pena. A entidade utilizou uma brecha do Artigo 27 do Código Disciplinar da Fifa, que permite suspender o cumprimento de sanções. Na prática, a punição do atacante entrou em "período de experiência" por um ano. Com isso:

 

* Balogun está liberado para enfrentar a Bélgica na noite desta segunda-feira (6).
* Se o jogador cometer qualquer infração disciplinar grave nos próximos 12 meses, a suspensão automática de um jogo cai imediatamente, acumulando com a nova punição.

 

A Fifa encerrou a nota garantindo que a decisão levou em conta "todas as circunstâncias específicas do incidente e as provas disponíveis", lembrando que o órgão possui total autonomia jurídica para aplicar o congelamento de penas, desde que o caso não envolva manipulação de resultados.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Começou a festa da democracia! Mas parece que tem gente que tá economizando até no cento de salgados. Mas entre quem chora pitanga e quem ostenta nas redes, podemos esperar de tudo até outubro. Só confesso que não esperava Cunha procurando sarna pra se coçar. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jerônimo Rodrigues

Jerônimo Rodrigues
Foto: Leitor BN

"Dizer que somos povo de Deus". 


Disse o governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues ao rebater críticas de cunho religioso de opositores e pediu ajuda de aliados para atrair lideranças políticas e o eleitorado evangélico para a campanha petista. A fala, registrada em uma reunião com os caciques e os prefeitos da base aliada, na última quarta-feira (19) em Salvador, cita a prefeita reeleita de Cachoeira, no Recôncavo baiano, Eliana Gonzaga.

Podcast

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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