Artigos
O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
baleia jubarte
Um filhote de baleia-jubarte foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (29) na Praia de Saquaíra, na Península de Maraú, no Litoral Sul. Segundo o Projeto Baleia Jubarte, este foi o primeiro encalhe da espécie registrado na região e o quinto no estado em 2026.
Conforme o g1, equipes do Instituto Mamíferos Aquáticos e do Projeto Baleia Jubarte foram acionadas para realizar a biometria e coletar informações sobre o animal. No entanto, antes da conclusão dos procedimentos, a subida da maré arrastou a carcaça de volta ao mar.
De acordo com os pesquisadores, o filhote ainda apresentava o umbigo em processo de cicatrização, o que indica que havia nascido há poucos dias. O Projeto Baleia Jubarte informou que ainda não é possível determinar a causa da morte.
Ainda segundo especialistas, filhotes podem morrer em consequência de infecções na região umbilical ou por outros fatores naturais. A confirmação da causa só poderá ser feita caso a carcaça volte a encalhar e seja submetida a uma avaliação técnica mais detalhada.
Em todo o país, o Projeto Baleia Jubarte contabilizou 36 registros de encalhe neste ano. Santa Catarina lidera o número de ocorrências, com 10 casos, seguida por São Paulo (8), Rio de Janeiro (6), Bahia (5), Espírito Santo (5), Rio Grande do Sul (1) e Paraná (1).
Os registros foram distribuídos ao longo do ano da seguinte forma: três em janeiro, um em fevereiro, dois em março, um em abril, sete em maio, 14 em junho e oito em julho.
O Extremo Sul da Bahia já começou a receber as primeiras baleias jubarte, que foram avistadas no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, marcando o início da temporada de observação da espécie. Entre os meses de junho e outubro, o trecho entre Prado, Cumuruxatiba e Corumbau se transforma em um dos melhores lugares do Brasil para acompanhar de perto os animais que percorrem mais de 4 mil quilômetros desde as águas geladas da Antártica até o litoral baiano, em busca de um mar calmo e com boas temperaturas.
Os turistas interessados em observar as baleias nessas regiões poderão realizar passeios de barco com guias especializados, que saem diariamente durante a temporada. Durante o trajeto, é comum ver saltos, batidas de nadadeira e até mães com filhotes recém-nascidos.
A observação é uma forma de turismo sustentável que contribui para a conservação da espécie, proporcionando uma chance de ver de perto animais que podem atingir até 16 metros de comprimento e pesar cerca de 40 toneladas, em apresentações naturais com saltos, batidas de cauda e cantos que ecoam pelo mar.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Uma carcaça de baleia jubarte foi encontrada neste domingo (24) em uma praia de Una, no Litoral Sul baiano. Segundo ao G1, o animal tinha marcas de mordidas de tubarão. Conforme o veterinário do Projeto Baleia Jubarte, Milton Marcondes, o mais provável é que a baleia tenha encalhado e depois servido de alimento para o tubarão.
O veterinário informou que apensar de ainda não ser possível identificar a espécie do tubarão, o mais provável é que tenha sido um tubarão-tigre, comum no Nordeste brasileiro. Neste ano houve 90 encalhes de baleias no Brasil, 30 deles na Bahia.
No ano passado, o número total de encalhes no país foi de 108. Ainda segundo informações, a quantidade de encalhes registrada é considerada normal. O veterinário também informou que os casos devem diminuir a partir de outubro, quando a temporada de reprodução vai se encerrando.
Um filhote de baleia que encalhou na praia de Itapuã, na manhã desta terça-feira (01), foi resgatado neste início de tarde. Equipes da Companhia de Polícia Ambiental junto com banhistas e pescadores da região realizaram o resgate da baleia. A baleia foi retirada da área de pedra da praia com vida e foi para área do mar. A expectativa era que a retirada da baleia fosse feita justamente neste horário, por conta da maré alta.
Os agentes da Polícia Ambiental explicaram que o intuito era que o filhote se encontrasse com a mãe para voltar a se estabilizar.
Na ação, um homem que ajudava no resgate acabou passando mal por conta do peso do animal, segundo informações da TV Bahia.
Uma baleia de 10 metros de comprimento ficou encalhada na Ilha de Maré, em Salvador, na manhã deste sábado e retornou ao mar com o apoio de equipes da Companhia Independente de Polícia e Proteção Ambiental (Coppa) da Polícia Militar, apoiados por integrantes da Capitania dos Portos da Marinha do Brasil e dos Institutos do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e Baleia Jubarte.
Pescadores que navegavam pela ilha acionaram os PMs ao perceber a baleia próxima a costa, encalhada em um banco de areia, nas proximidades da Refinaria Landulfo Alves.
A major Érica Patrícia, comandante da unidade, contou que ao saber da ocorrência, policiais do 4º Pelotão Náutico (Loreto) da Coppa se prepararam e, com uma lancha e um jet-ski, ajudaram a baleia a voltar ao mar.
“A agitação da embarcação e o barulho dos motores foram técnicas que utilizamos para que ela saísse daquela situação. Ela conseguiu sair e retornar para o mar aberto”, detalhou.
A major contou também que o trabalho exigiu atenção para que o bicho, recém chegado da Antartidá para a temporada de reprodução, não se estressasse.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Camilla Batista
"Falta vontade política".
Disse a secretária Estadual de Políticas para as Mulheres, Camilla Batista ao comentar a destinação de recursos para a prevenção e o combate à violência contra a mulher esbarra, muitas vezes, na ausência de prioridade dos gestores municipais. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, a secretária foi categórica ao apontar a "falta de vontade política" e usou a capital baiana como exemplo de lacuna na rede de proteção.