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O ator e roteirista baiano Lucas Oranmin fará a estreia internacional de sua obra “AYÔ” em dois grandes festivais de cinema. A série será exibida no SERIESLY BERLIN, que ocorre de 14 a 17 de setembro, na Alemanha, e no New York Latino Film Festival, que acontece de 15 a 20 do mesmo mês, nos Estados Unidos.
Com direção geral de Yasmin Thayná e produção de Gabriel Bortolini, a obra coloca em foco um jovem ator negro homossexual que passa por desencontros amorosos e desafios profissionais na grande São Paulo. O elenco reúne nomes expressivos do cinema e da televisão brasileira, como Lázaro Ramos, Caio Blat, Breno Ferreira, Tânia Toko e Aretha Sadick.
A seleção para as exibições no exterior amplia a projeção iniciada no circuito nacional, onde a série já circulou por eventos como o Festival do Rio, o MixBrasil e o Panorama Internacional Coisa de Cinema. Para o autor e roteirista da obra, a circulação internacional funciona como uma vitrine para as narrativas audiovisuais produzidas na Bahia.
“Estou em êxtase com a notícia de que teremos essas premières internacionais de AYÔ antes da estreia comercial no Brasil, vai ser lindo levar o axé brasileiro da nossa história pra esses festivais. Nova York é minha cidade favorita no mundo depois de Salvador, e Berlim é um lugar que eu sempre quis conhecer pelo valor que dão a arte e às pessoas da comunidade LGBTQIAP+”, declara Lucas Oranmian.
A série possui seis episódios que mergulham em conceitos de identidade, liberdade e desejo, através das lentes de um personagem artista e soteropolitano. Para Gabriel Bortolini, AYÔ representa a possibilidade de se imaginar de outras maneiras. “Ver essa história estreando internacionalmente, em dois países com públicos tão ricos e diversos, representa para nós mais uma barreira sendo vencida”, destaca o produtor.
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Marcius Gomes
"A Bahia não tem aprovação automática. Isso é um termo que vem sendo utilizado pela oposição, mas nós temos uma portaria, a portaria 190, que fala sobre a recuperação da aprendizagem. Eu sou da época que tinha a tal da ‘dependência’, acho que os ouvintes e os pais lembram bem disso. O que nós temos tido com a 190 é justamente isso, a gente não pode deixar o menino pelo caminho, a menina pelo caminho".
Disse o secretário de Educação do Estado, Marcius Gomes ao negar que a rede pública estadual de educação realize a “aprovação automática” dos alunos na Bahia.