Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
audios
O atacante Vitor Roque, do Palmeiras, voltou a ser citado em um episódio extracampo nesta terça-feira (16). Áudios divulgados pelo portal LeoDias mostram uma discussão acalorada entre o jogador e sua mãe, Hercília, com troca de acusações e ofensas.
Segundo a publicação, as gravações fazem parte de um processo movido pelo atleta contra a ex-esposa, a influenciadora Dayana Lins. A conversa teria ocorrido no período em que o atacante defendia o Real Betis, da Espanha, entre agosto de 2024 e janeiro de 2025.
Pessoas próximas relataram ao portal que, durante os dias de folga, Vitor costumava sair sem informar os familiares, o que teria motivado o questionamento da mãe. A reação do jogador foi ríspida:
“Problema é seu. Quer saber, pergunta para mim. Deixa de ser fofoqueira. Para de falar merda. Por que você está perguntando da minha vida para os outros?”, disse em um dos trechos.
Em meio à discussão, Hercília tentou repreender o filho e demonstrou emoção: “Eu declaro que Satanás não tem poder sobre a sua vida”. Vitor rebateu: “Nem da sua”.
O jogador também afirmou que passaria a noite fora. Em outro momento, elevou o tom:
“A senhora que é arrogante, sua prepotente! Sua arrogante. Vagabunda é a senhora, prepotente. Vai com suas amigas, filha da put\* todo mundo. Interesseira”. A mãe respondeu: “Você é outra pessoa. Eu não sou arrogante não, meu filho. Sou humilde até demais. Pergunta a Deus sobre mim”.
O atacante ainda acusou Hercília de falar dele pelas costas: “A senhora fala de mim pelas costas, menina. Não é mulher para falar na minha cara. É a segunda vez que eu pego falando mal de mim”. Na sequência, completou afirmando que os pais não o procuravam.
O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo, é investigado pelo Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal (MPT-DF) por suposto assédio moral contra funcionários da instituição. Segundo informações do Estadão, o inquérito está em fase de colheita de depoimentos e dezenas de pessoas devem testemunhar nos próximos meses.
Ainda segundo a publicação, a investigação começou em julho de 2020, após o MPT-DF receber uma denúncia relatando a prática de “perseguição ideológica a trabalhadores da Fundação que tenham opiniões e posições políticas e ideológicas distintas das suas”, por parte de Camargo.
A denúncia apontava que áudios de uma reunião entre o presidente da Fundação Palmares e servidores, realizada em abril do ano passado, confirmariam o “processo de perseguição ideológica”. No encontro em questão, Sérgio Camargo classificou o movimento negro domo “escória maldita” e afirmou que demitiria diretores cuja “meta” não tivessem como meta a demissão de um “esquerdista” (clique aqui e saiba mais sobre os áudios).
De acordo com o jornal, o MPT-DF notificou Camargo e a própria Fundação Palmares para que se manifestem sobre as acusações. À instituição, a procuradoria pediu uma relação dos funcionários lotados em Brasília e os contatos, além de lista de servidores que se desligaram em 2020.
Como a fundação não respondeu às notificações, a procuradoria entrou com ação de produção antecipada de provas para obter as informações que buscava no inquérito. Segundo o Estadão, o pedido foi apresentado à 20ª Vara do Trabalho de Brasília, em dezembro do ano passado.
À Justiça do Trabalho, o MPT sustentou que os fatos denunciados “são graves” e violam diferentes artigos da Constituição, a exemplo do princípio da dignidade humana (Art. 1º, III), a inviolabilidade da intimidade e honra (Art. 5º, inciso X) e direitos trabalhistas relativos à segurança, higiene e saúde dos trabalhadores o (Art. 7º, inciso XXII). Diante disso, a procuradoria argumentou sobre a necessidade da atuação do MPT.
“Para a devida apuração das irregularidades noticiadas, mister se faz a apresentação de dados para oitiva de funcionários da Fundação, tanto atuais quanto outros que já se desligaram da Instituição, bem como a apresentação de dados para contato com o representante da Fundação”, argumentou o MPT-DF.
A Procuradoria do Trabalho informou que a Fundação Palmares prestou informações nos autos da ação e no dia 1º de março a Justiça do Trabalho expediu despacho para que a instituição atenda a um último pedido do MPT que não tinha respondido: a indicação de uma pessoa autorizada para receber as notificações da Procuradoria na forma eletrônica.
Acionada pelo jornal, a Fundação Palmares decidiu não se manifestar.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.