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assessor executado
Um jovem, de 20 anos, foi preso durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão que investiga as mortes do vereador Gleiber Júnior e do assessor Diego Castro Reis, em Santo Amaro, no Recôncavo baiano. A prisão ocorreu nesta segunda-feira (9).
Segundo a Polícia Civil, o suspeito já havia sido citado ao longo das investigações, inclusive por ser conhecido por circular armado pela cidade, o que motivou a autorização judicial para a ação.
Durante as buscas no imóvel, os policiais apreenderam um revólver calibre 28, munições, coletes balísticos e um telefone celular. O acusado foi preso por posse ilegal de arma de fogo, já que não tinha autorização para portar o revólver.
O duplo homicídio aconteceu no dia 9 de novembro do ano passado, em um sítio da família do vereador, onde as vítimas estavam. As investigações indicam que Gleiber Júnior e Diego Castro Reis dormiam, quando a casa foi invadida e ambos foram executados a tiros.
Esta é a segunda prisão relacionada ao caso. Em 23 de dezembro, Edmar Oliveira de Brito, de 41 anos, que também atuava como assessor do vereador, foi preso após contradições em depoimento à polícia.
VÍTIMAS
Gleiber Júnior tinha 37 anos, estava no primeiro mandato e deixou uma filha. Horas antes do crime, ele publicou fotos em uma festa com amigos, onde Diego também estava presente. Após a morte, a prefeitura decretou luto oficial de três dias, e o Avante divulgou nota de pesar.
O assessor Diego Castro Reis, de 23 anos, além do trabalho político, era conhecido por produzir vídeos de humor nas redes sociais, onde somava mais de 18 mil seguidores.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Hugo Motta
"A PEC da redução da jornada de trabalho 6x1 é uma destas agendas. A tramitação via Proposta de Emenda Constitucional é, ao mesmo tempo, o respeito das prerrogativas da deputada Erika Hilton e do deputado Reginaldo Lopes, que apresentaram seus projetos, e a oportunidade de promover um debate amplo. O equilíbrio e a responsabilidade são essenciais numa matéria de tamanho impacto".
Disse o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) ao comentar sobre a colocação na pauta sobre o fim da escala 6x1 e indicar anteriormente que seria “vender um sonho que não se sustenta”.