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Adriano Sampaio
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?

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Modelo proprietário desenvolvido pela Duplamente Inteligência de Mercado desafia a distribuição proporcional dos votos e propõe uma nova leitura das trajetórias eleitorais brasileiras

Multimídia

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres

Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
O candidato ao Governo da Bahia pelo PSOL, Ronaldo Mansur, afirmou que a legenda tem ampliado a participação feminina nas disputas majoritárias, mas é necessário que "as mulheres decidam" disputar um lugar na majoritária. A declaração ocorreu durante entrevista à série especial “Vota BN”, do Projeto Prisma, do Bahia Notícias, com Fernando Duarte. Para ele, a escolha precisa partir das próprias integrantes do partido.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

artista baiano

Conheça Reginaldo Xavier, artista baiano que transforma barro, memória e beleza em esculturas
Fotos: Acervo Pessoal

Há artistas que encontram sua matéria-prima. Reginaldo Xavier parece ter sido encontrado por ela. Há 41 anos, o ceramista baiano transforma lembranças, referências e inquietações em esculturas feitas de barro. De Nazaré das Farinhas, no Recôncavo Baiano, ao ateliê em Igatu, na Chapada Diamantina, sua produção reúne sereias, santos, flores, formas abstratas e, sobretudo, as famosas Negras, esculturas inspiradas nos penteados das mulheres negras de Salvador.

 

Em entrevista ao BN Hall, Reginaldo relembrou como a cerâmica entrou em sua vida, as referências que atravessam sua produção e como a atividade acabou se tornando uma profissão. “Parecia que a cerâmica já estava dentro de mim, só esperando o momento de brotar”, afirmou.

 

Nascido em 13 de maio de 1960, em Nazaré, o artista era estudante de Pedagogia na Universidade Católica do Salvador quando recebeu da tia uma missão que mudaria seus planos: criar figuras para um presépio durante uma visita à cidade natal no fim do ano. “Eu modelei algumas cenas do cotidiano da região. Não entendia ainda da técnica de cerâmica. Essas peças foram secas ao sol e eu pintei depois. Ficaram interessantes”, contou.

 

O material que sobrou foi levado por Reginaldo para Salvador, onde ele apresentou algumas das criações aos colegas da universidade. Foi então que recebeu uma indicação para conhecer as Oficinas de Expressão em Série, no Solar do Unhão, ligadas ao Museu de Arte Moderna da Bahia.

 


Fotos: Acervo Pessoal

 

Na segunda aula de cerâmica, surgiu uma das séries que marcariam sua carreira. Reginaldo decidiu levar para a escultura uma imagem que observava desde a juventude: os penteados das mulheres negras de Salvador. “Eu achava que aquilo eram esculturas. Tinha vários planos, vários relevos. Então eu acho que eu já estava nascendo, ou já era, um artista tridimensional”, explicou.

 

A primeira peça reproduzia apenas a cabeça com um dos penteados. Depois, Reginaldo decidiu transformá-la em busto. “Essa cabeça ficou muito interessante, ficou muito bem-feita, e aí depois eu resolvi botar num busto. Esse busto fez o maior sucesso”, relembrou.

 


Fotos: Acervo Pessoal

 

A criação chamou a atenção de Juarez Paraíso, artista, professor da Escola de Belas Artes e então coordenador das oficinas. Para Reginaldo, receber o reconhecimento naquele momento teve um peso especial. “Você receber um elogio de Juarez Paraíso é realmente um grande acontecimento na vida da gente”, afirmou.

 

As Negras passaram, então, a ocupar um espaço central em sua produção. Mais do que uma escolha estética, a série surgiu como uma forma de valorizar a cultura negra e questionar padrões de beleza que, durante muito tempo, incentivaram o alisamento dos cabelos. “As Negras surgiram como uma espécie de protesto político-cultural contra o alisamento dos cabelos dos negros”, explicou. “Eu queria uma valorização da cultura negra”, resumiu.

 

O trabalho ganhou projeção internacional e teve peças vendidas em Paris e Nova York. “Parece que existia uma lacuna, e eu cheguei com esse trabalho. Essa Negra tinha o perfil que tinha nessa lacuna no mercado e ela caiu em cheio. Foi um sucesso impressionante”, afirmou.

 

O reconhecimento também fez Reginaldo repensar o caminho profissional. A cerâmica começou a ganhar espaço diante da carreira que ele construía na Pedagogia, especialmente depois das primeiras vendas e da descoberta de características próprias em sua produção. “Eu comecei a perceber que tinha algum diferencial do meu trabalho no universo da cerâmica que estava sendo produzida na Bahia”, contou.

 

Mesmo aprovado em um concurso público, decidiu não assumir a vaga. “Foi uma crença muito grande no meu trabalho e em mim como ceramista”, afirmou.

 

SEREIAS, ANJOS E OS MEDOS TRANSFORMADOS EM ARTE
As referências para as esculturas, no entanto, não ficaram restritas à cultura e à observação do cotidiano. Parte delas veio de experiências pessoais. As sereias, por exemplo, estavam relacionadas a um medo da infância. “Eu tinha medo de sereia”, revelou.

 

Os anjos também despertavam estranhamento. “Eu vi uma mistura de pássaro com gente. Comecei a chorar com medo e minha prima teve que me levar para a porta da igreja”, lembrou. Décadas depois, essas figuras passaram a integrar sua produção. “Eu trabalho com sereias e anjos para expurgar os meus medos”, explicou.

 

Ao longo de mais de quatro décadas, Reginaldo também desenvolveu trabalhos relacionados a santos, Candomblé, abstração, formas geométricas, arte popular e natureza. Em meio a tantas referências, uma textura acabou se tornando recorrente: as bolinhas.

 


Fotos: Acervo Pessoal

 

A técnica surgiu em uma obra abstrata, inspirada na imagem de um universo ou de um céu estrelado, e depois chegou às sereias. “Eu queria fazer uma sereia estilizada. Não queria colocar simplesmente o desenho das escamas. Então botei as bolinhas, que se tornaram uma marca registrada do meu trabalho”, afirmou.

 

Para o artista, porém, a identidade de suas peças vai além da textura. Ele também busca uma medida de equilíbrio entre os elementos. “O meu trabalho, ao mesmo tempo que é complexo, tem uma consciência, um equilíbrio e uma forma que faz com que ele seja simples”, definiu.

 

Segundo Reginaldo, esse equilíbrio exige precisão. “Parece que eu consigo chegar à medida perfeita. Qualquer coisa que você fizer a mais, ele perde”, explicou. Essa busca pelo equilíbrio também aparece em algumas das obras que mais o emocionam. 

 


Foto: Acervo Pessoal

 

Entre elas está a Nossa Senhora do Leite. A escultura nasceu de uma reflexão sobre partos humanizados e representa Maria amamentando Jesus enquanto segura a placenta ligada ao bebê pelo cordão umbilical. “Eu pensei: Jesus Cristo, que demonstrava ser uma pessoa tão boa, tão caridosa, tão correta, deve ter nascido de um parto humanizado”, contou.

 

A partir da ideia, criou uma representação que considera inédita. “Eu consegui colocar uma santa que ninguém nunca fez, com a placenta na mão e o menino ligado à placenta pelo cordão umbilical”, afirmou.

 

A produção acumulou reconhecimento ao longo dos anos. Entre os prêmios recebidos estão o terceiro lugar no Salão Gaivota de Arte e Pesquisa, na UFBA, e o primeiro lugar em um Salão Nacional de Cerâmica no Rio Grande do Sul. Reginaldo também participou da Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro, em Portugal. Em 2026, recebeu o prêmio Preservar: Culturas, Identidades e Saberes Ancestrais, com premiação de R$ 30 mil.

 

Apesar de ter obras espalhadas por diferentes países, o ceramista afirmou não guardar uma peça como intocável. “Eu não me prendo a nenhum deles. Eu faço o trabalho para o povo. Faço o trabalho para a comunidade. Tem uma hora que o artista precisa se desprender do seu trabalho”, destacou.

 

Mesmo com 41 anos de carreira, Reginaldo ainda mantém projetos em desenvolvimento. Um deles é uma grande instalação formada por flores de cerâmica inspiradas em sementes encontradas no Cerrado. A ideia é organizar as peças como um grande tapete escultórico em um espaço público. “Eu queria fazer um grande. É um trabalho simples e ao mesmo tempo complexo”, explicou.

 


Fotos: Acervo Pessoal

 

Enquanto o projeto não sai do papel, outras encomendas continuam chegando. Entre as criações mais recentes está uma Nossa Senhora Aparecida feita com a técnica das bolinhas e pequenos agrupamentos que formam flores. “Todo mundo que olha se apaixona, se encanta. Já tenho mais de 15 peças encomendadas.”

 

Entre o que viveu, o que observa e aquilo que ainda pretende criar, Reginaldo continua encontrando no barro uma forma de dar corpo às próprias referências. Sereias, santas, Negras, flores e formas abstratas passam pelo ateliê e seguem para outros lugares, levando consigo parte do olhar de quem as criou. “Eu acho que o meu destino aqui na Terra é levar justamente esses sentimentos bons, de beleza espiritual e beleza artística para a vida das pessoas”, concluiu.

 

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Artista visual baiano assina mural em resort de Aruba após projeto realizado na Praia do Forte
Fotos: Divulgação

O artista visual Gustavo Maciel concluiu um novo projeto internacional ao desenvolver um mural exclusivo de 8,8 metros quadrados no Iberostar Aruba, empreendimento hoteleiro localizado no Caribe. A obra foi instalada em uma área comum entre as principais piscinas do resort e marca uma nova parceria com a rede hoteleira após um trabalho realizado na unidade da Praia do Forte, na Bahia, em 2023.

 

 

Conhecido pelo trabalho com esculturas em paredes e intervenções em baixo relevo, o artista executou a obra em três dias completos, incorporando símbolos ligados à identidade visual do hotel e referências culturais da ilha caribenha.

 

Segundo Gustavo, o convite surgiu após a repercussão do projeto realizado na Bahia. “Em 2023 fiz um mural no Iberostar da Praia do Forte. Três anos depois, vir fazer outro mural na unidade de Aruba me deixa muito feliz e lisonjeado. Percebo que, quando desenvolvemos nosso trabalho com amor e dedicação, os resultados chegam. É a confirmação de que a arte tem o poder de ultrapassar fronteiras, conectando culturas e pessoas”, afirmou ao BN Hall.

 

 

De acordo com o artista, um dos principais desafios do projeto foi adaptar sua linguagem artística ao conceito visual desenvolvido pelo empreendimento. “O desafio foi adequar minha arte ao desejo do branding de trabalhar com símbolos que marcam o conceito do hotel”, explicou.

 

A influência local também esteve presente no resultado final. Segundo Gustavo, toda a simbologia incorporada ao mural faz referência à cultura e aos elementos que caracterizam Aruba.

 

 

Com trabalhos instalados em empreendimentos comerciais, residenciais, culturais e espaços de hospedagem, Gustavo Maciel amplia sua atuação internacional por meio de projetos que unem arte, arquitetura e elementos naturais integrados às superfícies.

 

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Após sucesso em Portugal, artista baiano com TEA disputa vaga para exposição no Museu do Louvre
Fotos: Reprodução / Instagram

O talento de Bernardo Ribeiro Tochilovsky, um jovem baiano diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), ganhou reconhecimento internacional e agora ele concorre a uma grande oportunidade: expor sua arte no Museu do Louvre, em Paris, na França. Apaixonado por pintura desde a infância, Bernardo já realizou cerca de 16 exposições no Brasil e no exterior, incluindo países como Marrocos e Portugal, onde sua trajetória teve um novo marco.

 

A chance de exibir sua obra em uma das instituições culturais mais prestigiadas do mundo surgiu após sua participação na Dama Art Gallery, na cidade do Porto, em Portugal. Foi lá que seu quadro “Galo no Sítio” foi selecionado para concorrer ao Prêmio Dama de Ouro Salão de Arte 2024, evento que reúne artistas de diversas partes do mundo. 

 

A curadora Cristina Bernardini escolheu 41 artistas para a competição, e a votação para decidir os vencedores segue até o dia 16 de janeiro, podendo ser feita online.

 

 

Bernardo, que sempre usou a pintura como uma forma de expressão emocional, tem o apoio incondicional de sua família. Seu pai, Alejandro Tochilovsky, destaca o quanto a arte tem sido essencial para a comunicação e o desenvolvimento do filho, enquanto sua mãe, Maria Ângela Tochilovsky, se orgulha da determinação do artista. “Eu tenho orgulho como mãe, de ver um filho traçar o seu caminho e fazer uso do que lhe foi ofertado. Ele sempre trabalhou muito e dizia: ‘é difícil, mas eu consigo’. Essa força de vontade é dele”, disse.

 

 

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Em Salvador, Leoni faz apresentação ‘libertária’ com presença de artista baiano; veja
Foto: Júnior Moreira / Bahia Notícias
No primeiro show de sua passagem pela capital baiana, realizado na noite da última sexta-feira (26), o cantor e compositor fluminense Leoni entregou uma performance composta por musica e poesia ao público que compareceu ao Teatro SESC da Casa do Comércio. Em entrevista ao Bahia notícias, o artista falou sobre os desafios de montar o repertório de um espetáculo também dialogasse com o atual momento que o País atravessa, em que, em sua opinião é marcada pelo fortalecimento de um "neocaretismo", representado por "uma direita conservadora e orgulhosa de seus preconceitos".

"Eu gostaria de fazer um show que buscasse uma postura mais libertária. Então, para quem prestou atenção nos poemas, o 'Sair' do Antônio Cícero [por exemplo], um poema ateu, fala de experimentar a vida sem regras. Tem um poema que  fala mais sobre sexo livre Também. Enfim, queria que o repertório tivesse essa postura. Fui pegar Renato Russo, Raul Seixas, Caetano Veloso para incrementar o repertório. Eu passei uns quatro meses organizando", explicou. Leoni também aproveitou a ocasião para apresentar ao público “Tocha acesa”, poema de Cazuza musicado por ele.

O cantor conta que além de “Tocha acesa”, trabalhou em mais uma composição que fará parte de um disco em homenagem ao colaborador e parceiro, cuja renda será revertida para a sociedade 'Viva Cazuza'. “Com o outro poema, eu fiz mais uma canção, mas uma outra pessoa deve gravar. Fiquei feliz de ter sido um dos parceiros escolhidos pelo Rogério Flausino [responsável por organizar o disco] e pela mãe do Cazuza para participar dessa história fazendo dois poemas. Estou muito honrado e emocionado, pois era alguém por quem eu tinha muito carinho e proximidade", contou.



Outra surpresa para o público soteropolitano foi a presença do artista baiano Lucas Seixas, de 24 anos, que lançou um projeto de financiamento coletivo com objetivo de concretizar seu sonho e lançar seu primeiro CD solo. Leoni, que apareceu entre os artistas consagrados que apoiou a iniciativa, contou que a relação com Seixas já vem de longa data, através do contato do seu site, “Da época que não existia nem Facebook”. “O Lucas começou a vir nos meus shows e a gente começou a se corresponder. (...) Ele me perguntou se poderia cantar e eu disse 'venha'”, recordou.

Para Seixas,  participar do show representa a realização de um antigo “sonho musical”. “Cresci ouvindo suas músicas e estava sempre na primeira fileira passando vergonha como fã desesperado que sou. Nos conhecemos há tempos e essa participação é reflexo dessa relação aos poucos construída. As músicas dele ajudaram a me construir como artista, fazem parte da trilha sonora da minha vida e embalou todos os meus momentos de ócio e criação”, contou ao Bahia Notícias.

 
Sobre o momento atual do pop rock nacional, Leoni acredita que o grande problema do mercado musical são os artistas catapultados pela “grande mídia” em um processo que concentra poder na mão de poucos. “As gravadoras foram aos poucos se fundindo, e eles tem poucos artistas e quando fazem discos, não querem ariscar nada. A fórmula é desagradar o mínimo possível. Então, nunca vai existir uma coisa instigante no sentido político ou social porque pode desagradar determinado segmento do público. Fica uma coisa água com açúcar, meio plástica”, lamentou.

Para o cantor, a arte tem que de alguma forma ampliar o repertório de quem entra em contato com ela, e citou a Tropicália como exemplo disso. “Eles usavam rock, algo da jovem guarda, mas tinham uma estranheza e algo que desafiava o ouvinte. Me chateia a música que não me desafia em nada, que não trás nada de novo", concluiu. Leoni retorna ao palco do Teatro SESC da Casa do Comércio, na noite deste sábado, às 21h, para o ultimo show da sua estadia em Salvador.
 

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que as coisas vão, não sei se o Soberano chega inteiro em outubro. Mas não foi o único que levou bola nas costas também. Tiveram que recorrer até ao passado pra lembrar da conexão entre o Pernambucano e o Capitão, por exemplo. Enquanto isso, o passado deixa outros tristes. Não é, Ferragamo? Mas o futuro também tira o sono de alguns. Alice no País das Maravilhas, por exemplo, já tem seu plano B. Saiba mais!

Pérolas do Dia

André Viana

André Viana
Foto: Antena 1 Salvador

"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade". 


Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o candidato ao governo da Bahia Ronaldo Mansur (PSOL) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a sabatinar as principais lideranças políticas na disputa pelo Executivo estadual e pelo Senado nas eleições de 2026. O programa é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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