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O Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC), em Salvador, sedia, a partir do dia 24 deste mês, a 5ª edição do Abril do Artesanato Indígena 2026. O evento, intitulado “Ocupação Origem”, reúne cerca de 30 artesãos de diversas etnias baianas e busca ampliar a visibilidade da produção indígena, além de gerar renda para as comunidades.
A iniciativa irá acontecer em dois momentos distintos: a Feira Artesanato da Bahia – Edição Indígena e a Mostra do Artesanato e da Arte Contemporânea Indígena. A feira, que é o ponto alto da comercialização e intercâmbio direto com os artesãos, acontece de 24 a 26 de abril.
No dia 24 (sexta-feira), a ação inicia às 14h, com a cerimônia oficial de abertura às 16h, seguida pela estreia da mostra, com coquetel, às 17h, no Casarão do MAC. Nos dias 25 e 26 de abril (sábado e domingo), a feira funciona das 10h às 20h.
O projeto tem como objetivo promover a inclusão socioprodutiva e a geração de renda para comunidades como os Pataxó, Tupinambá, Kiriri e Kaimbé, entre outros. Serão comercializados itens que vão desde adornos e colares até entalhes em madeira, cerâmica e instrumentos musicais, todos confeccionados com matérias-primas naturais, como sementes, argila e fibras de licuri.
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A estética da xilogravura, tradicionalmente associada aos folhetos da literatura de cordel, ganha uma nova interpretação no trabalho do artista plástico baiano Joelito Modesto dos Reis. Aos 82 anos, ele produz revestimentos e azulejos artesanais em barro que trazem, em relevo, imagens inspiradas na cultura e na paisagem do Nordeste. As peças são desenvolvidas pela Cerâmica Reis, projeto criado em 2017 em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. As informações são da plataforma Nordestesse.
Diferente dos azulejos industriais, as peças são feitas manualmente e carregam características únicas de textura, forma e tonalidade. O barro utilizado na produção é retirado de uma jazida localizada na fazenda da família, o que permite controlar a origem da matéria-prima e manter um processo artesanal desde o início.

Foto: Reprodução/Instagram Reis Ateliê de Cerâmica
A produção dos revestimentos começa com o desenho criado por Joelito. A partir dessa ilustração, é feita uma matriz de gesso que funciona como molde para os azulejos. Cada forma é preenchida manualmente com barro e depois passa pelo processo de secagem antes de seguir para a queima no forno.
O calor intenso faz com que o material adquira resistência e revele as tonalidades naturais da argila. Para preservar essas variações de cor, a Cerâmica Reis não utiliza pigmentos artificiais. Assim, cada peça apresenta nuances próprias que surgem durante a queima.
Outro aspecto que marca o processo produtivo é a escolha do combustível utilizado no forno. A queima é feita com madeira de demolição, alternativa que busca reduzir o impacto ambiental e aproveitar materiais que seriam descartados.
As matrizes de gesso usadas na produção também têm um tempo limitado de uso. Devido ao desgaste provocado pela alta temperatura do forno, elas precisam ser refeitas periodicamente, geralmente a cada poucos meses, garantindo a qualidade do relevo nas peças.
O resultado são revestimentos cerâmicos que funcionam tanto como elementos decorativos quanto como soluções arquitetônicas. Os azulejos podem ser utilizados individualmente, como quadros, ou aplicados em conjunto para compor painéis e revestir paredes inteiras.

Foto: Reprodução/Instagram Reis Ateliê de Cerâmica
Nos relevos criados por Joelito aparecem elementos que remetem à identidade nordestina. A fauna, a flora e manifestações culturais da região surgem representadas em imagens de pássaros, flores, árvores e cenas do cotidiano do interior.
Grande parte dessas referências vem das memórias do artista, que nasceu em Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina. A paisagem da região e a cultura popular influenciam diretamente os desenhos que servem de base para os revestimentos.
Hoje, a produção da Cerâmica Reis é realizada por uma pequena equipe familiar responsável pelas etapas de fabricação e logística. O trabalho também ganhou visibilidade nas redes sociais, especialmente na página @ceramicareis, onde são apresentados os revestimentos e o processo artesanal por trás das peças.
Ao transformar o barro em revestimentos artísticos, Joelito dos Reis une arte e arquitetura em um mesmo objeto. O resultado são azulejos que, além de decorar ambientes, carregam traços da cultura nordestina e da tradição artesanal brasileira.
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Por meio do projeto “Collab Artesanato da Bahia com Meninos Rei”, lançado nesta segunda-feira (26), a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) levou oficinas para confecção de acessórios de moda às artesãs do Quilombo Pitanga de Palmares, no município de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador.
O projeto organizado Coordenação de Fomento ao Artesanato (CFA), em parceria com a marca de moda Meninos Rei, prevê a qualificação de 25 mulheres quilombolas e entrega de kits para a comercialização dos produtos em plataformas digitais. Os materiais produzidos pelas artesãs sevem compor o desfile da marca na São Paulo Fashion Week (SPFW), que acontece em outubro.
O projeto conta com investimento de R$ 100 mil, sendo R$ 80 mil oriundos do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza (FUNCEP – Edital de Povos e Matrizes Tradicionais) e R$ 20 mil fruto de emenda parlamentar. Durante o lançamento da Collab, os estilistas Céu e Junior Rocha, da Meninos Rei estiveram presentes junto ao secretário da Setre, Davidson Magalhães e as artesãs da Associação Raízes do Quilombo.

Foto: Ricardo Filho / Ascom Setre-BA
O coordenador de fomento ao artesanato da Setre, Weslen Moreira, explica que a ideia é fazer uma expansão do processo criativo dos artesãos da comunidade Pitanga de Palmares. “Além das cestas que eles já fazem, nós estamos incentivando para que eles façam também acessórios e para que esses acessórios possam ocupar um espaço importante que é a São Paulo Fashion Week. Além disso, eles terão a opção de comercializar no espaço digital. Ao final desses cursos, nós estaremos dando para comunidade um kit de informática”, disse.
O projeto conta ainda oficinas sobre associativismo e cooperativismo e de comunicação e marketing com precificação. Ao final, a associação receberá um kit com celular de última geração, um fundo infinito para produção de fotografias, microfones, iluminação e perfil montado nas redes Instagram, Youtube, Facebook e WhatsApp, permitindo a comercialização da produção do coletivo por meio das redes sociais.
O irmão Céu Rocha lembrou que a marca Meninos Rei desbravou o mercado de moda do Sudeste. “É o momento que a gente tem muito orgulho da nossa história, que a gente entende que não faz sentido a gente acessar e não compartilhar. Hoje, a gente vai para São Paulo Fashion Week, a gente entra no mercado do Sudeste e a gente conta a nossa história. O nosso compromisso é de dividir todo o holofote que a Meninos Reis tem e possui, com os nossos”.
As oficinas estão acontecendo durante esta semana e seguem com calendário até novembro, quando haverá a certificação e entrega dos kits de equipamentos. Também no encerramento do projeto as peças produzidas pelas artesãs serão expostas e divulgadas nas plataformas digitais nas quais se poderá adquirir os objetos de moda.
O projeto Novo Mané Dendê, através do seu Programa de Educação Ambiental (PEA), realizou na quarta-feira (24) uma oficina de artesanato com materiais recicláveis no bairro de Rio Sena com a participação de cerca de 20 moradoras. Elas fazem parte do grupo de Mulheres do Rio Sena, criado no ano de 2016, que tem como objetivo o empoderamento da mulher, com ações de inclusão social, saúde e educação.
Durante a atividade, as educadoras ambientais realizaram uma apresentação sobre temas ligados ao meio ambiente e apresentaram os os 5Rs: repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar. As ações buscam despertar a sensibilização ambiental e estimular uma nova consciência e compromisso com o meio ambiente. Além disso, foi passado um alerta sobre como os resíduos sólidos dispostos de forma desenfreada causam impactos negativos para a saúde do Rio Mané Dendê, e também para os moradores do Subúrbio Ferroviário.
Jésse Motta, diretor da Unidade Gestora do Projeto (UGP), salientou que "As ações de educação ambiental do Novo Mané Dendê valorizam as potencialidades territoriais e o desenvolvimento local. As oficinas têm dado excelente contribuição na adequação do manejo dos resíduos sólidos, pois além das técnicas que visam o reaproveitamento dos materiais recicláveis, apresentam novos conceitos e os equipamentos em construção pelo Projeto, a exemplo dos ecopontos e o galpão de triagem de materiais recicláveis."
No final do encontro, o grupo aprendeu a criar mini luminárias a partir da reutilização de garrafas de vidro long neck. Feliz e bastante grata com a oportunidade, a moradora do bairro de Rio Sena, Lourdes Gomes, destacou a importância do trabalho do projeto na área ambiental. “Aprendi a separar os resíduos e a doar aos catadores dos bairros. Estou feliz em poder participar desta atividade e poder multiplicar o conhecimento adquirido para mais mulheres. É lindo poder aprender e ensinar a cuidar do meio ambiente.”
A mostra Design e Sustentabilidade, projeto Rede Asta, vai reunir trabalhos de 30 artesãos e artesãs do Centro de Artesanato de Sucupió, a partir de terça-feira (28), no Parque Shopping Bahia. A exposição, que ficará disponível até o dia 13 de abril, conta a história dos artesãos da comunidade situada na Estrada do Coco, em Camaçari, resgatando sua cultura e fortalecendo a economia local. A entrada é franca.
Com a curadoria de Rodrigo Lyra, a mostra traz peças inéditas, fabricadas com diferentes técnicas e designs, criadas pelo grupo, para comercialização e ampliação de vendas e recursos à região. Os artesanatos que podem ser conferidos na mostra foram confeccionados com o trançado da tala do dendê, matéria prima extraída na região, utilizada para a cestaria.
A exposição está aberta para visita de segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos das 12h às 21h.

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No mês em que se comemora o Dia dos Povos Indígenas (19), as etnias da Bahia serão homenageadas com a exposição "Artesanato dos Povos Indígenas: Herança de um Brasil Profundo", que acontece de 23 de abril a 22 de maio, no Centro de Comercialização do Artesanato da Bahia, no Largo do Porto da Barra.
A exposição, uma das ações do Abril do Artesanato Indígena, vai reunir peças utilitárias e de decoração em cerâmica, madeira, cocares e acessórios produzidos por Pataxós (Porto Seguro), Kiriris e Tuxás, ambas em Banzaê.
As comunidades indígenas baianas trabalham com matérias-primas extraídas em sua região, como argila, sementes, cocos, madeiras, penas, palhas e fibras. Um exemplo é a tradicional cerâmica com pintura em Tauá (pigmento de argila na cor branca), produzida por artesãs e artesãos Kiriris.
Na exposição, os Kiriris estarão representados com vários objetos, entre eles, cerâmicas utilitárias, máscaras, cabeças, pássaros, maracas, apitos e colares. Já os Tuxás, da mesma região, trazem o artesanato em madeira, que destaca a fauna em bichos entalhados, além de cachimbos e colares com ossos e dentes. Os Pataxós participam com o artesanato mais desejado pelos turistas que visitam a região de Porto Seguro, com destaque para os objetos utilitários e de decoração talhados em madeira, a exemplos de gamelas em vários formatos, além de cocares coloridos.
Todos os objetos serão comercializados na loja, que estará aberta de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e sábado, das 10h às 16h. Durante a visita, o público deverá respeitar o protocolo de combate à Covid-19, através de aferimento de temperatura, higienização das mãos com álcool em gel, uso de máscara e distanciamento social.
Em celebração à contribuição dos povos indígenas baianos ao artesanato do estado, uma série de ações dedicadas a artesãs e artesãos indígenas será realizada no mês de abril. Além da exposição, a live Abril do Artesanato Indígena, no dia 20, às 15 horas, acontecerá no YouTube do Artesanato da Bahia e contará com entrega virtual das Carteiras Nacionais do Artesão para profissionais Kiriris e Tuxás e apresentação do Plano de Qualificação do Artesanato da Bahia, que terá turmas específicas voltadas aos povos indígenas.
A Associação dos Artesãos de Feira de Santana (AAFS) deu início às primeiras atividades do projeto “Saberes e fazeres dos artesãos do Centro de Abastecimento de Feira de Santana”, que prevê oficinas de artesanato em formato virtual, produção de um vídeo documentário sobre a história dos artesãos do Centro de Abastecimento de Feira de Santana e a criação de um site para comercialização dos produtos artesanais dos associados. O projeto será concluído no próximo mês de abril.
Para a presidente da Associação, Lícia Maria Jorge, a iniciativa visa destacar a importância cultural dos artesãos feirenses e servirá como uma espécie de denúncia para a atual situação destes profissionais.
“Esse projeto vai mostrar que nós existimos sim, desde a antiga Feira da Getúlio Vargas, passando pelo Centro de Abastecimento, pelo projeto Cabana, e hoje estamos aqui neste Galpão Provisório da rua Olímpio Vital, um espaço que não atende às nossas atuais necessidades”, declarou Lícia Maria Jorge, presidente da AAFS desde a sua fundação e artesã que herdou dos seus pais a habilidade de trabalhar com couro e sisal.
Dona Zélia Pereira de Oliveira é uma das artesãs que mais sofreu com as mudanças. Atualmente, não possui local para expor os seus artesanatos e enxerga nesse projeto uma esperança para que os seus produtos possam ser vistos também através da internet. “Estou sem box desde 2017”, declarou a artesã que comprova sua atividade desde 1967.
O projeto “Saberes e fazeres dos artesãos do Centro de Abastecimento de Feira de Santana” possui o apoio financeiro do estado da Bahia, através da Secretaria de Cultura e do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), via lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo.
O artesão e designer Deo Senna e o produtor cultural João Guilherme Rocha reuniram artesanatos de artistas camaçarienses em uma exposição dupla em cartaz no Boulevard Shopping Camaçari e virtualmente, deste sábado (26) até o dia 28, aniversário da cidade.
Uma das mostras contará com esculturas feitas com a técnica de rolo e peças utilitárias inspiradas nas mulheres e no cotidiano da cidade, de autoria da artista plástica e ceramista Kalundewa, além da obra a “Sementes da Árvore Camaçari”, desenvolvida por Mil Araújo, com a participação de 14 artesãos locais. Todo material estará disponível para visitação nos corredores do piso L1.
A segunda exposição, intitulada de “Marias Artesãs”, acontecerá de forma mista: presencial e virtual. A mostra conta com intervenções de Selma Solange, Zory, Kalundewa, Diva e Selma Borowski em bonecas idealizadas por Deo Senna, que ficarão expostas também no piso L1. Depois de concluídas, as obras foram fotografadas e serão expostas no perfil do Boulevard no Instagram.
O governo estadual inaugurou, na manhã desta terça-feira (10), o novo Centro de Comercialização do Artesanato da Bahia, no Largo do Porto da Barra, em Salvador. O espaço reúne trabalhos artesanais de todas as regiões do estado, como bordados, carpintaria, cerâmica, cestaria, costura, renda, tapeçaria e tecelagem.
O espaço reunirá trabalhos que representam o artesanato produzido nos 27 territórios de identidade da Bahia, selecionados de acordo com a relevância cultural, técnica e a representatividade estadual.
Os trabalhos dos Mestres Artesãos do Estado e do Selo Bahia Feita à Mão também estarão à venda no Centro de Comercialização. São produtos atraentes, diferenciados e de qualidade, criados para atender turistas e os próprios baianos que buscam objetos para presentes, decoração, moda e acessórios.
O “Tempero no Forte – Festival de Cultura e Gastronomia” chega à sua 13ª edição, desta quinta-feira (29) até o dia 9 de dezembro, na Praia do Forte, no Litoral Norte. O evento, que tem curadoria da chef baiana Tereza Paim, contará com gastronomia, música e artesanato.
Como nos anos anteriores, na abertura do evento um cortejo de baianas da Praia do Forte desfilará pela vila. Desta vez, o Grupo de Maculêlê do Centro Cultural Berimbau Arte Brasil junta-se ao Cortejo, que terá ainda a presença dos chefs convidados, autoridades locais e proprietários dos restaurantes.
A edição 2018 do festival contará com a participação de 25 estabelecimentos, entre restaurantes, pousadas e hotéis do Litoral Norte, incluindo Arembepe, Diogo, Guarajuba e a Praia do Forte. O tema deste ano será o camarão.
A programação musical, que inclui nomes como Trio Imbassaê, Skanibais e o Sexteto da Orquestra Sinfônica de Mata de São João, será no Coreto da Vila, entre os dias 30 e 1º, com shows gratuitos, abertos ao público.
Assim como na primeira edição, em setembro do último ano, a diversidade cultural será o mote do projeto, que reúne artesãos de diferentes territórios de identidade da Bahia, como a Costa do Dendê e a Costa do Descobrimento, além de grupos produtivos de diferentes localidades, como a Península de Itapagipe e Lauro de Freitas.
Já no clima de São João, a segunda edição do projeto vai oferecer ao público uma programação multicultural com influências dos festejos juninos. Haverá um Espaço de Forró, comandado pelo sanfoneiro Celo Costa, que, semanalmente, receberá um convidado. Nesta sexta (4), a partir das 18h, o forrozeiro recebe o cantor Zelito Miranda. Para as crianças, terão diferentes atividades, desde oficinas literárias a performances de teatro e música. No sábado (4), às 11h, será realizada a Oficina Literária com o Projeto Café com Letras e, mais tarde, às 17h, a Editora Caramurê apresentará a coleção Eu Vim da Bahia. O ator Jackson Costa participa com uma performance sobre o poeta Castro Alves.
II Mercado Iaô Itinerante
Período: 1º a 23 de junho
Local: Praça de Serviços – Piso G1 do Salvador Shopping
Horário: de segunda a sábado, das 9h às 22h; domingo, das 13h às 21h;
Entrada: Gratuita
Abertura
Atrações: Margareth Menezes e o sanfoneiro Celo Costa
Data: 1º/06
Horário: 17h
Programação
Sexta-feira, dia 3
18h – Espaço de Forró – Celo Costa recebe Zelito Miranda
Sábado, dia 4
11h – Oficina Literária – projeto Café com Letras (Infantil)
17h – Editora Caramurê apresenta coleção Eu Vim da Bahia + Performance com Jackson Costa sobre Castro Alves (Infantil)
Data: 28/02 / Convidado: Lenine
Feira da Cidade
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Waldeck Ornelas
"Esses carros não serão vendidos na Bahia, terão que ser exportados, levados pros mercados das outras regiões. Como eles vão ser transportados se a gente não tem ferrovias e rodovias? Restam os portos, mas nós temos um único terminal de contêineres que está estrangulado. É preciso encontrar caminhos para ampliar o pátio, se não não teremos continuidade no crescimento".
Disse o ex secretário de Planejamento, Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia e ex-ministro da Previdência do governo FHC classificou como um desafio a logística de escoamento da produção da fábrica da BYD, em Camaçari. A declaração aconteceu nesta quarta-feira (22), na rádio Antena 1.