Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
apostolo valdemiro santiago
A juíza Juliana Francini dos Reis de Oliveira, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), determinou o despejo de um templo da Igreja Mundial do Poder de Deus. Também foi autorizado o arrombamento com apoio de força policial para cumprimento da medida caso o imóvel não seja desocupado voluntariamente. A igreja foi fundada pelo apóstolo Valdemiro Santiago.
A decisão se dá no âmbito de um processo movido por um empresário que cobra dívida estimada em cerca de R$ 15 mil, referente ao contrato de aluguel de um imóvel na cidade de Monte Alto, no interior paulista. As informações são da coluna de Rogério Gentile, na Folha de S.Paulo.
Na sentença, a juíza decretou a rescisão do contrato e condenou a igreja a fazer o pagamento dos valores em atraso. O mandado de despejo foi expedido no dia 25 de abril. A Mundial ainda pode recorrer.
A igreja não negou a dívida à Justiça, no entanto disse que há um excesso na cobrança. A Igreja Mundial do Poder de Deus ainda declarou que o proprietário deixou de abater parcelas já pagas, bem como os valores referentes ao Imposto de Renda, e questionou o cálculo da correção monetária e juros.
Conforme a publicação, a Mundial disse também ser uma instituição religiosa sem fins lucrativos, que presta serviços filantrópicos gratuitamente para pessoas necessitadas e que se mantém apenas com a ajuda de fiéis.
A igreja, que declara em seu site ter cerca de 6.000 templos, passa por uma grave crise financeira, sendo alvo de centenas de processos de cobrança na Justiça paulista.
Nos processos, a Mundial costuma afirmar que é "público e notório" que vem enfrentando dificuldades financeiras, "principalmente pelo longo período de pandemia".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).