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O Departamento de Estado dos Estados Unidos enviou um documento oficial reafirmando que o governo de Donald Trump apoia o direito do povo brasileiro de escolher seus representantes em eleições livres e justas. A diplomacia americana destacou o compromisso de manter o diálogo e a cooperação com o governo eleito no Brasil em temas de segurança, comércio recíproco e investimentos.
A manifestação da Casa Branca ocorreu em reação à série de questionamentos enviados por congressistas norte-americanos. Em setembro, trinta e um parlamentares enviaram uma carta acusando o governo Trump de tentar influenciar o pleito brasileiro por meio de pressões econômicas, políticas e diplomáticas. A cobrança por garantias de que os EUA aceitariam o resultado das urnas foi reforçada por senadores democratas e por um segundo grupo de doze deputados após a realização do primeiro turno.
Além de tratar das eleições, o Departamento de Estado defendeu as ações restritivas aplicadas contra alvos brasileiros. A diplomacia dos EUA justificou a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, ocorrida em julho de 2025, alegando a existência de evidências de "graves violações dos direitos humanos". O órgão acusou o magistrado de autorizar prisões preventivas injustificadas e emitir ordens sigilosas a redes sociais para banir contas de opositores. O nome de Moraes foi retirado da lista de sancionados em dezembro de 2025.
Além disso, o governo norte-americano manteve a defesa da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. O Departamento de Estado afirmou que os grupos operam com extrema violência e constituem uma ameaça à segurança regional e aos próprios Estados Unidos.
O cantor Chico Buarque irá até Juizado Especial Cível da Gávea, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (23), para oficializar dois processos contra o deputado federal Bibo Nunes (PSL-RS).
De acordo com o colunista Lauro Jardim, do O Globo, as ações foram motivadas após o parlamentar afirmar, em debate na GloboNews, no sábado (20), que o cantor recebia dinheiro dos governos do PT, para posteriormente, apoiar os políticos do partido.
“Antigamente, só se incentivava a cultura com seus apaniguados. Se dava dinheiro ao Chico Buarque da vida, ao Caetano Veloso, músicos já consagrados, artistas consagrados, para apoiarem o governo.(...) Para que dar dinheiro para quem já tem? Só para apoiar o governo, na época de eleição? ‘Eu apoio Lula’. ‘Eu apoio Dilma’”, disse Bibo em um trecho do debate.
Na Justiça, Chico encaminhará um processo com retratação do político e outro por danos morais. O artista, vale destacar, nunca solicitou verba proveniente de leis de incentivo à cultura, como também de renúncia fiscal.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.