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antonio jose seguro
A crise entre Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus ganhou um novo capítulo em Portugal. Segundo a CNN Portugal, o atacante do Al Nassr teria condicionado seu retorno à seleção portuguesa à saída do treinador do comando da equipe nacional.
O cenário contrasta com o discurso adotado por Jorge Jesus após a vitória de Portugal sobre a Noruega. O técnico minimizou o desgaste entre os dois e afirmou que Cristiano poderá voltar à seleção caso manifeste interesse.
“Não sei o que vai acontecer, para mim está tudo aberto. Ele tem que decidir a vida antes da convocação. Se estiver jogando e quiser estar na seleção nacional, pode voltar quando quiser, por que não?”, disse Jesus.
O treinador também classificou o episódio como um mal-entendido e sinalizou disposição para encerrar a divergência.
“Foi um mal-entendido, na minha opinião, é fácil de resolver. Da minha parte, está tudo bem”, afirmou.
A manifestação, porém, não teria alterado a posição de Cristiano Ronaldo. De acordo com o jornalista Rui Santos, o camisa 7 ficou “muito decepcionado” com as declarações de Jorge Jesus e não pretende retornar à seleção enquanto o treinador permanecer no cargo.
O episódio ganhou também repercussão fora do futebol. O presidente de Portugal, António José Seguro, saiu em defesa do atacante e criticou a maneira como Cristiano Ronaldo estaria sendo tratado.
“Não se pode tratar assim um homem que levou Portugal e sua cultura a todos os cantos do mundo”, afirmou.
Pesquisas de boca de urna e a apuração parcial dos votos indicam a eleição de António José Seguro, do Partido Socialista, para a Presidência de Portugal. Segundo a agência de notícias Reuters, com 67% das urnas apuradas, o candidato aparece com 63% dos votos válidos, contra 27% de André Ventura, do partido de extrema direita Chega.
Levantamentos divulgados após o fechamento das urnas também apontaram vantagem confortável de Seguro. De acordo com duas pesquisas de boca de urna, o socialista obteve entre 67% e 73% dos votos, enquanto Ventura ficou na faixa de 27% a 33%.
Pesquisas de opinião ao longo da campanha indicavam alta rejeição ao candidato do Chega. Segundo os dados, cerca de 60% do eleitorado declarava que não votaria em Ventura.
A eleição marcou um fato inédito no país: foi a primeira vez, em 40 anos, que Portugal realizou um segundo turno em eleições presidenciais, reflexo da fragmentação do cenário político.
O cargo vinha sendo ocupado há quase uma década por Marcelo Rebelo de Sousa, de centro-direita. Seu mandato foi marcado por uma postura conciliadora e pela condução do país durante sucessivas crises políticas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Renan Santos
"O Flávio Bolsonaro já é o próximo presidente da república. O Bolsonaro já ganhou. Façam o que vocês quiserem aí. Não vou pedir para vocês votarem nem nulo, nem no fulano, nem no ciclano simplesmente porque não faz diferença".
Disse Renan Santos, candidato pelo partido Missão, em uma live na noite deste domingo (4), criticou a postura dos eleitores brasileiros, disse acreditar que o senador Flávio Bolsonaro (PL) será eleito presidente, afirmou que não vai apoiar ninguém no segundo turno e previu que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser solto em um acordo do novo governo com o Supremo Tribunal Federal (STF).