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O canal de WhatsApp “Exército do Lula”, criado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ultrapassou 10 milhões de inscritos na noite desta sexta-feira (23). No mesmo dia, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu que o grupo não poderá ser suspenso ou restringido novamente por decisão monocrática.
A decisão foi tomada em resposta a um mandado de segurança preventivo apresentado pela campanha de Lula, candidato à reeleição. Na quinta-feira (22), o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, havia determinado uma análise das publicações do canal após um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
Administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o canal funciona como uma ferramenta de mobilização digital da campanha petista. A plataforma compartilha vídeos, áudios e orientações para ações de apoiadores nas redes sociais, incluindo iniciativas de engajamento e divulgação de conteúdos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou um vídeo-selfie no final da manhã desta quinta-feira (22) convocando seus seguidores a participarem de uma live que acontecerá às 19h. O vídeo circulou primeiro no canal Exército do Lula, no WhatsApp, que alcançou a marca de oito milhões de pessoas inscritas.
Segundo áudio distribuído pelo deputado André Janones (Rede-MG), Lula gravou o vídeo já em seu novo aparelho de celular. Janones presenteou o presidente com o telefone e disse que ele vai dar “ordens” ao seus seguidores diretamente no canal do WhatsApp.
No vídeo, Lula pediu que os seguidores “explodam” o chamado para a live das 19h, no Youtube. Segundo ele, a batalha será dura e por isso seria preciso uma atuação de todos os que acreditam em seu projeto para virar o jogo no segundo turno.
“Vamos derrotar os adversário. Vocês viram que o meu general está bravo. Está convocando todo mundo e eu vou chegar exatamente às 19h, e eu quero todo o exército do Lula pronto, porque a batalha vai ser dura, mas vamos derrotar nossos adversários”, afirmando Lula no vídeo aos seguidores, se referindo a Janones como “General” do grupo e a ele mesmo como “Marechal”.
O canal Exército do Lula se tornou uma das principais armas da campanha do presidente Lula neste segundo turno das eleições, a ponto de os ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terem aventado a hipótese de bloquear canais no WhatsApp acima de 200 mil inscritos 48 horas antes do pleito do próximo domingo (25). A proposta, que estava sendo debatida internamente, acabaria por prejudicar principalmente o canal ligado a Lula, que possui oito milhões de inscritos, enquanto o grupo de apoio a Flávio tem o registro de pouco mais de dois milhões de pessoas.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes, deu declarações à imprensa afirmando que não colocará em discussão um eventual bloqueio dos canais no WhatsApp. Já o vice-presidente, André Mendonça, ainda pensa em levar o assunto a uma votação no plenário.
O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou que a extrema direita não voltará a ter hegemonia nas redes sociais ao receber alta médica nesta terça-feira (20), após ser internado com arritmia cardíaca em São Paulo. Grande nome da mobilização digital da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o parlamentar disse que pretende retomar os trabalhos na reta final da disputa presidencial.
“Uma revolução digital no nosso país” foi como Janones definiu a estratégia desenvolvida durante a campanha. Segundo ele, o conhecimento sobre o funcionamento dos algoritmos e as formas de ampliar o alcance de publicações favoráveis ao petista já foi compartilhado com outros apoiadores.
“A extrema direita nunca mais vai ter hegemonia nas redes sociais, porque o conhecimento que eu tenho relacionado à maneira de usar as redes sociais, a maneira como o algoritmo funciona, eu passei ele adiante, eu já joguei ele no mundo, então ele não está mais comigo”, declarou.
Janones estava internado desde a madrugada de segunda-feira (19), depois de passar mal durante o debate entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL), realizado pela TV Bandeirantes. De acordo com a cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, responsável pelo atendimento, o quadro foi provocado por um pico de estresse, associado a fatores como alimentação e sono inadequados e uma descarga de adrenalina e cortisol.
Na reta final da campanha, o deputado pretende voltar à mobilização de apoiadores por meio do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp, que reúne mais de 5 milhões de seguidores, segundo a reportagem de O Globo. A ferramenta compartilha mensagens, vídeos, áudios e orientações para ampliar o alcance de conteúdos favoráveis ao presidente.
O deputado federal André Janones (Rede-MG) deve receber alta hospitalar após o almoço, conforme informado pela equipe médica responsável por seu atendimento. Ele deu entrada em uma unidade de saúde em São Paulo na madrugada de segunda-feira (19) apresentando quadro de arritmia cardíaca.
Ao jornal O Globo, a cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, responsável pela internação do deputado no Hospital Vila Nova Star, informou que Janones deu entrada na instituição de saúde com pressão arterial de 6 por 4 e frequência cardíaca de 130 batimentos por minuto.
O parlamentar passou por procedimentos de hidratação venosa, medicação e exames como eletrocardiograma, ecocardiograma e angiotomografia das coronárias, que descartaram comprometimentos vasculares ou cardíacos. A médica explicou a conduta adotada: “Ele sairá da UTI direto para casa, conduta que é comum em quadros como o dele”.
A avaliação médica atribuiu a arritmia a um episódio de estresse. “Uma combinação de fatores levou ao problema: alimentação ruim, sono ruim e uma descarga forte dos hormônios adrenalina e cortisol. Isso é mais comum do que se imagina e pode acometer pessoas saudáveis também”, pontuou a médica.
Os primeiros sintomas, que incluíram falta de ar e dores no peito, surgiram após o debate presidencial realizado na noite de domingo (18). O parlamentar foi liberado com recomendações para manter hidratação adequada e evitar situações de estresse elevado.
O deputado federal André Janones (PT) apresenta boa recuperação após ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Segundo informações divulgadas pela equipe médica, o parlamentar deve receber alta nas próximas 48 horas.
Janones sofreu um episódio de arritmia cardíaca após participar do debate promovido pela TV Bandeirantes. De acordo com a equipe médica responsável pelo atendimento, ele está bem e seguirá sob observação nos próximos dias. O acompanhamento é conduzido pela cardiologista Ludhmila Hajjar, com monitoramento do quadro clínico do parlamentar.
Janones também atua nas redes sociais em apoio à campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele é responsável pelo canal “Exército de Lula”, no WhatsApp, que reúne mais de cinco milhões de usuários.
Vídeos postados por internautas de diversos estados do Brasil mostram a realização de panelaços na noite desta sexta-feira (16). O movimento foi convocado pelo deputado federal André Janones (MG) como contraponto à entrevista do candidato Flávio Bolsonaro (PL) à TV Globo.
Em Salvador, em muitos bairros foi possível ouvir o som de panelas e buzinas. Pessoas também gritavam palavras de ordem contra o candidato do PL durante a entrevista.
Na convocação que fez nas redes sociais, Janones pediu que os apoiadores do presidente Lula batessem colheres em panelas enquanto o candidato do PL estivesse no ar. O deputado afirmou que a mobilização deveria ocorrer em todo o país.
Em vídeos divulgados por baianos ao longo da entrevista na TV Globo, os apoiadores do presidente Lula gritavam nas janelas frases como “Fora, Flávio” e “mentiroso”, além de xingamentos contra o senador.
CONFIRA:
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade, nesta sexta-feira (16), novas regras para canais de WhatsApp que tenham ligação direta com campanhas eleitorais. Pela decisão, os canais que receberem recursos financeiros ou apoio técnico de candidaturas deverão ser registrados na Justiça Eleitoral.
A atualização da resolução sobre propaganda eleitoral na internet estabelece que o vínculo com uma campanha pode ser identificado pelo recebimento de recursos, assistência técnica ou direcionamento para páginas oficiais de candidatos. O apoio espontâneo e o compartilhamento de materiais eleitorais, por si só, não serão considerados vínculo direto.
Os canais que descumprirem as exigências poderão ser desativados até que a situação seja regularizada. A decisão ocorre após a disputa judicial envolvendo o canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para apoiar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na terça-feira (13), o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, determinou a reativação do canal depois que a campanha de Lula realizou o registro na Corte. O caso havia sido marcado por decisões divergentes entre Nunes Marques e o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira, que havia liberado o funcionamento do canal.
A defesa do deputado federal André Janones (Avante-MG) pediu, nesta quarta-feira (14), ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, a liberação imediata do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, sem a necessidade de esperar o prazo de 48 horas estabelecido pelo próprio ministro.
A peça também afirma que o tribunal dá tratamento desigual às campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), ao manter restrições ao canal pró-Lula.
Na petição, os advogados citam canais de WhatsApp ligados à campanha de Flávio Bolsonaro, incluindo um mantido pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que, segundo a defesa, divulgam propaganda eleitoral e materiais de mobilização política sem terem sido formalmente registrados perante a Justiça Eleitoral como instrumentos de campanha de Flávio.
Para Janones, o fato de essas ferramentas continuarem em funcionamento enquanto o “Exército do Lula” permanece sujeito a restrições compromete a igualdade de condições entre as candidaturas na reta final do segundo turno.
“O processo judicial não pode, sob pretexto fiscalizatório, converter-se em fator exógeno de assimetria na reta final do segundo turno”, afirmam os advogados no pedido.
Horas após a derrubada, o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), autorizou o retorno do canal do WhatsApp 'Exército do Lula'. Para Nunes Marques, o canal, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede), atuava em colaboração com a campanha presidencial do candidato à reeleição Lula (PT) e, portanto, deveria estar registrado no TSE.
A medida foi tomada após o ministro identificar que o endereço do canal havia sido informado pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no processo de registro de candidatura.
Na decisão, o ministro disse que a suspensão do canal não se justifica mais após o registro da página no TSE. Antes do registro, Kassio havia condicionado o funcionamento do canal ao cumprimento da medida.
O canal já havia sido censurado no último domingo (11) por Kassio, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL). A ação alegava que o canal disseminava conteúdos falsos sobre Nossa Senhora, a conexão de Flávio com milícias e lavagem de dinheiro na Kopenhagen, além de cortes no INSS. A decisão do presidente do TSE foi revertida algumas horas depois pelo corregedor-geral eleitoral, Ricardo Cueva, até que o plenário faça uma análise.
O ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), derrubou novamente o canal do WhatsApp "Exército do Lula", administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). Na decisão, o magistrado também acrescentou que o presidente da República, Lula (PT), candidato à reeleição, pode vir a ser responsabilizado pelo uso da ferramenta.
Segundo Kassio, o canal poderá ser reativado apenas sob certas condições, incluindo a notificação dos endereços eletrônicos à Justiça Eleitoral. A decisão foi tomada após um relatório do TSE indicar que 499 mensagens postadas no canal entre 25 e 29 de setembro foram deletadas ou alteradas, criando uma lacuna na análise de riscos.
Kassio declarou ser "incontestável" que Janones "atua em colaboração com a campanha presidencial", o que torna necessário o registro do canal no TSE. O canal, que possui 4 milhões de seguidores, foi criado para apoiar a candidatura do presidente Lula (PT) e já havia sido censurado no último domingo (11) por Kassio, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
A ação alegava que o canal disseminava conteúdos falsos sobre Nossa Senhora, a conexão de Flávio com milícias e lavagem de dinheiro na Kopenhagen, além de cortes no INSS. A decisão do presidente do TSE foi revertida algumas horas depois pelo corregedor-geral eleitoral, Ricardo Cueva, até que o plenário faça uma análise.
O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva suspendeu a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques e reabilitou o funcionamento do canal "Exército do Lula", criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
A decisão foi divulgada na tarde deste domingo (11), e deverá ser discutida pelo plenário do TSE.
Na manhã deste domingo, o presidente do TSE, Kasso Nunes Marques, atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e determinou a suspensão do canal no WhatsApp.
De acordo com Nunes, o canal "se converteu em vetor de disseminação, em escala nacional, de conteúdos que esta Corte já reconheceu como desprovidos de lastro mínimo."
"O que se afasta não é a mobilização de apoiadores, nem a crítica política contundente, nem o uso das redes sociais para pedir votos. É a utilização de estrutura de transmissão a milhões de pessoas, sob comando único, para replicar conteúdos que esta Corte já reconheceu como inverídicos, com instruções expressas para contornar as salvaguardas que o próprio provedor declarou adotar e a sua eventual atuação efetiva no caso concreto", afirmou o ministro em seu despacho.
LULA CRITICA DECISÃO EM ATO NA PAULISTA
O presidente Lula (PT), candidato a reeleição, reagiu à decisão do Nunes durante um ato realizado neste domingo (11), na Avenina Paulista, em São Paulo.
Em conversa com jornalistas, o petista disse desconfiar do comportamento da Justiça Eleitoral. "Não é possível que um presidente [de tribunal] eleitoral não tenha um comportamento civilizado, republicano."
Lula afirmou ainda estar "desconfiado do comportamento da corte eleitoral, que tem bloqueado muita gente nossa" "Não vamos aceitar intromissão indevida da Justiça Eleitoral", afirmou. "Acho um absurdo. Acho que nossos advogados vão ter que entrar com um pedido de explicação ao presidente da corte eleitoral, porque já há alguns dias estou percebendo que há muitas decisões tendenciosas contra a nossa candidatura", completou.
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de um vídeo contra Flávio Bolsonaro das redes dos deputados federais André Janones (REDE) e Lindbergh Farias (PT). A postagem divulga a mensagem “Se Flávio vencer, você perde” e afirma que, se o candidato do PL for eleito presidente, irá cortar 200 bilhões de investimento no Pé de Meia, Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida e outras políticas públicas.
Segundo o ministro, "é necessário distinguir a crítica política legítima, inclusive aquela que formula prognósticos desfavoráveis sobre determinado projeto de governo, da utilização da propaganda eleitoral para atribuir ao adversário propostas".
Mendonça destacou que existe uma inconsistência entre a mensagem da propaganda de Lula e o plano de governo de Flávio, que assegura a continuidade dos programas sociais já existentes”. Contudo, o ministro negou o pedido da campanha de Flávio para que a ordem se aplicasse a conteúdos futuros, como os que seriam exibidos no horário eleitoral gratuito, limitando a decisão ao vídeo em questão.
Ele determinou a remoção do vídeo dentro de 3 horas a partir da notificação e secidiu que a campanha de Lula não pode republicar o mesmo vídeo diretamente ou por meio de perfis sob seu controle, sob pena de multa de R$ 10.000 por cada publicação.
O deputado federal André Janones (Avante-MG) teve seu mandato na Câmara suspenso por 90 dias após um desentendimento com o parlamentar Nikolas Ferreira (PL-MG) no dia 9 de julho deste ano. A decisão Conselho de Ética da Casa levou em consideração que foram proferidas ofensas homofóbicas contra Nikolas, que foi chamado de “Nikole” no plenário da Câmara.
Segundo o g1, a suspensão do mandato é cautelar e ocorre em ritmo mais célere do que as representações comuns no Conselho de Ética.
Em defesa, Janones ironizou a acusação de homofobia e afirmou que chamou o deputado de Nikole atendendo um pedido do próprio Nikolas. O parlamentar do Avante fez referência ao discurso Nikolas na tribuna da Câmara em 2023, no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, quando vestiu uma peruca e proferiu falas transfóbicas.
Janones afirmou que, desde então, se refere a Nikolas apenas como Nikole.
"Ele não usou a tribuna novamente para retirar. Até que ele peça desculpas ou fale que não é mais a Nikole, todas as vezes que me refiro a ele, em respeito a maneira como ele se identifica, eu sempre me refiro no gênero feminino", afirmou Janones em sua defesa.
Apesar disso, a defesa de Janones não convenceu o colegiado. O relator, Fausto Santos Jr. (União-AM), afirmou que Janones quebrou o decoro. "O emprego dessas palavras como forma de xingamento reforça estigmas históricos, normaliza o preconceito e perpetua a marginalização dessa população no espaço público e institucional", afirmou.
O ator Carlos Vereza entrou com uma ação judicial contra o deputado federal André Janones após ser acusado de pedofilia. O processo inclui pedido de indenização por danos morais, retratação pública e exclusão imediata de conteúdo.
Segundo o jornal O Globo, o pedido de indenização é no valor de R$ 50 mil. O ator teria sido acusado de pedofilia em uma publicação feita pelo parlamentar nas redes sociais, em abril deste ano.
“Mais um bolsonarista pedófilo na área [...] Ele disse que ‘pintou um clima’ com crianças igual ao Bolsonaro. Cadeia em todos”, dizia a legenda de uma imagem de Vereza ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A defesa do ator afirma que as acusações são faltas e difamatórias, além de ter como “único objetivo destruir sua reputação”.
A prefeita de Ituiutaba, em Minas Gerais, Leandra Guedes acionou a Justiça contra o ex-namorado, o deputado federal André Janones (Avante-MG), por chantagens envolvendo fotos e vídeos íntimos, tirados sem seu consentimento. O processo, aberto em dezembro de 2024, corre em segredo de Justiça e a gestora alega que ele exigiu a demissão de secretários e mais influência em seu mandato para não vazar o conteúdo.
A informação divulgada pelo jornal Metrópoles. Informações apontam que a prefeita solicitou uma medida protetiva contra o deputado, com quem se relacionou entre 2014 e 2018. A liminar foi concedida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) e conforme o documento, Janones não pode se aproximar de Leandra ou manter contato com ela.
Antes de sua eleição, Leandra chegou a atuar no gabinete do legislador, mesmo após o fim da relação. O cenário pacífico mudou após a prefeita anunciar publicamente que estava com um novo parceiro. Informações apontam que as eleições da prefeita foram marcadas por ameaças de Janones e após sua eleição, ele teria enviado as fotografias íntimas para secretários e exigido demissões de pessoas de sua confiança, alegando que ela só teria sido eleita por conta do capital político dele.
O rompimento veio em dezembro e a notificação judicial chegou no dia do Natal. Na posse, Leandra Guedes discursou sobre o afastamento dos dois, sem citar os motivos.
Conforme informações do jornal O Globo, em fevereiro deste ano, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de uma ação que investigava desvio de emendas parlamentares para Ituiutaba. Antes de Janones fazer um acordo de não persecução penal no caso das rachadinhas, a Polícia Federal afirmou que parte do dinheiro poderia ter sido usado na campanha de sua ex, ainda em 2020.
O deputado federal André Janones (Avante-MG) fez uma declaração polêmica sobre a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro (PL), no seu X, antigo Twitter.
Na ocasião, o deputado respondeu à postagem de um portal "Pleno News" em que a companheira do ex-presidente Bolsonaro declarava: “Não vão nos calar. Nossa tropa é imparável”.
O parlamentar retrucou a postagem com o comentário: “Imparável pode até ser, mas incomível não é não”, escreveu ele, na última quarta-feira (12).

Foto:Reprodução/Redes sociais
Esta fala de Janones seria uma referência à declaração feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) feita sobre mulheres petistas durante o carnaval, em sua casa, no Rio de Janeiro.
“Você pode ver, não tem mulher bonita petista. Só tem feia. Às vezes, acontece, eu estou no aeroporto e alguém me xinga. Eu olho para a cara dela e penso: ‘Nossa, mãe, incomível’”, disse ele em vídeo postado pelo filho, Jair Renan.
No ofício enviado pelo deputado federal André Janones (Avante-MG) à Procuradoria-Geral da República (PGR), solicitando a extinção do PL, um ponto chamou a atenção. Advogado, o parlamentar usou o registro suspenso na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no documento.
Ao assinar o documento, Janones se identificou como deputado federal, mas, em seguida, usou o seu registro da OAB, que se encontra suspenso no Cadastro Nacional dos Advogados. A informação foi revelada pelo Poder360 e confirmada pelo Globo.
Nesta terça-feira (3), em seu perfil no X (antigo Twitter), André Janones comentou sobre o pedido de extinção e afirmou que "não há neutralidade possível diante de um inimigo tão declarado da democracia". Ele defendeu que o pedido de extinção do PL seria "uma trincheira na luta contra o fascismo que ainda ronda o Brasil". O parlamentar também disse que "defender a democracia não é uma opção". Porém, não se manifestou sobre o uso do registro suspenso da OAB.
O OFÍCIO
A solicitação foi protocolada no mês passado. Nela, Janones menciona “sucessivos ataques e ameaças originados e fomentados por figuras de lideranças e membros” do partido. A petição também lista o recente atentado a bomba em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) e o posicionamento de membros do PL sobre o 8 de janeiro, a exemplo das investigações contra o presidente da legenda, Valdemar da Costa Neto, e o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ).
Janones ainda afirma no documento que o PL “tem apoiado direta ou indiretamente discursos de incitação à violência e ao desrespeito ao processo democrático, como os reiterados questionamentos sobre a legitimidade das urnas eletrônicas".
O deputado pediu ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, a análise da viabilidade jurídica e os elementos apresentados para embasar uma ação declaratória de extinção do PL. Caso a solicitação não seja atendida, Janones requer que seja feito o “controle rigoroso” sobre as manifestações públicas dos filiados ao partido e a implementação de mecanismo formais de promoção de valores democráticos entre membros da sigla.
A PGR confirmou que o documento foi encaminhado para o Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos, responsável por oferecer denúncias contra envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro.
A Polícia Federal indiciou o deputado federal André Janones (Avante-MG) por sua suposta participação em um esquema de rachadinha que acontecia em seu gabinete parlamentar. A investigação começou após alguns ex-funcionários acusarem terem sido obrigados a devolver parte de sua remuneração.
Quando as investigações, por peculato, associação criminosa e corrupção passiva, começaram, Janones negou. Todavia, segundo o relatório policial, o patrimônio do parlamentar cresceu de forma desproporcional no período investigado.
"Os dados fiscais também não deixam dúvidas no que concerne ao exaurimento do crime de corrupção passiva. Por meio deles, a equipe investigativa se deparou com uma variação patrimonial 'a descoberto' do parlamentar, nos anos de 2019 e 2020, respectivamente de R$64.414,12 e R$ 86.118,06", afirmou o relatório policial.
De acordo com a polícia, Janones é "o eixo central" da associação criminosa que se aproveitou do dinheiro das rachadinhas. "O deputado federal André Janones é o eixo central em torno do qual toda a engrenagem criminosa gira. A investigação expôs a ilicitude de seus atos em todas as etapas, desde o início até o desfecho", declarou a PF.
A denúncia é baseada em um áudio gravado em 2019, em que Janones alega que alguns assessores teriam que devolver parte do salário.
“Tem algumas pessoas aqui que eu ainda vou conversar em particular depois, que vão receber um pouco de salário a mais e elas vão me ajudar a pagar as contas quando a minha campanha de prefeito deu um prejuízo de R$675 mil, na campanha. Elas vão ganhar a mais pra isso”, diz o parlamentar na gravação.
Aliados do deputado André Janones teriam mentido em depoimentos nos quais buscaram negar a existência de rachadinha no gabinete do parlamentar. É o que diz relatório da Polícia Federal, onde investigadores apontam que depoentes "não falaram a verdade" e destacam "contradições" e "inconsistências" nas versões apresentadas.
"É crucial considerar que todos os assessores investigados ainda mantêm vínculos com o deputado federal André Janones, dependendo de seus cargos ou para a sua sobrevivência política ou para a sua subsistência", registrou a Coordenação de Inquéritos dos Tribunais Superiores da PF. O documento foi obtido pelo Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
As contradições foram detectadas, por exemplo, no depoimento de Alisson Camargos, que pretende se candidatar a vereador em Ituiutaba (MG) com o apoio do parlamentar. A PF mapeou que, quando assessor, Alisson fez saques mensais de R$ 4 mil, "justamente o valor que a investigação aponta que ele devolvia para o deputado federal André Janones".
A PF destaca que Alisson "se atrapalhou" ao tentar justificar as movimentações financeiras. "O declarante alegou ter o costume de realizar saques em espécie por não ser muito ligado a modernidades relacionadas a transferências eletrônicas".
O ex-assessor de Janones argumentou ainda que usava o dinheiro em espécie para "pagar contas de energia, água, aluguel". Questionado sobre por que não utilizava transferência bancária, disse "não se lembrar".
Também chamou a atenção dos investigadores o fato de Alisson não possuir o referido contrato de locação do imóvel em que morava. "Em cidade pequena não pactuam contratos. Tudo ocorre na confiança", disse.
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta sexta-feira (14) para receber uma queixa-crime do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o deputado federal André Janones (Avante-MG) pelo crime de injúria.
O caso está sendo julgado no plenário virtual do Supremo, quando os votos são inseridos no sistema eletrônico. Com essa maioria, Janones deve virar réu e responder a uma ação penal.
Bolsonaro acionou o STF após ser chamado por Janones, em postagens feitas em 2023 numa rede social, de “assassino”, “miliciano”, “ladrão de joias”, “ladrãozinho de joias” e “bandido fujão”, além de ser responsabilizado pela morte de milhares de pessoas durante a pandemia.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que as falas de Janones ultrapassaram a liberdade de expressão, de acordo com o g1.
Relatora do caso, a ministra Cármen Lúcia, afirmou que "parece existir prova mínima da autoria e da materialidade do delito de injúria". Segundo a ministra, “afastados os argumentos defensivos, revela-se suficiente, portanto, para o recebimento da queixa-crime, a presença de indícios da autoria e da materialidade delitiva, como comprovado. A prova definitiva dos fatos será produzida no curso da instrução, não cabendo, nesta fase preliminar, discussão sobre o mérito da ação penal”.
O voto da relatora foi seguido por Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Nunes Marques. Dino afirmou que se tornaram rotineiras palavras grotescas e/ou agressões pessoais na política e que esse tipo de conduta, que era rara ameaça se tornar banal e corriqueira, é incompatível com o princípio da moralidade, com o pluralismo político e com os direitos fundamentais.
"Aparentemente, uma lógica marcante em redes sociais está “colonizando” o debate parlamentar, muitas vezes inviabilizado por um esquisito torneio de comportamentos desbordantes do equilíbrio e do bom senso. Isso tudo impõe ao STF a análise da repercussão jurídica de tais ocorrências, inclusive por envolverem diretamente preceitos constitucionais atinentes ao Estatuto dos Congressistas', afirmou.
Para o ministro, argumentos contra a pessoa não podem ser protegidos pela imunidade parlamentar. "O que distingue e afasta a imunidade para caracterizar um possível crime? Argumentos “ad hominem” e “ad personam” são indícios relevantes. Somente excepcionalmente eles devem ser entendidos como acobertados pela imunidade parlamentar, à luz da instrução processual no caso concreto".
VOTO CONTRÁRIO
O ministro Cristiano Zanin abriu a divergência e votou pela rejeição da queixa-crime. Zanin entendeu que o caso envolve imunidade parlamentar e não configurou os crimes de injúria e calúnia.
"Entendo, pois, caracterizado o nexo entre a manifestação do Deputado Federal, ora querelado, e o exercício de sua função de parlamentar, de sorte que a proteção da imunidade material obsta o recebimento da presente queixa-crime".
O voto de Zanin foi seguido por André Mendonça e Dias Toffoli.
A briga entre Nikolas Ferreira (PL) e André Janones (Avante), que teve xingamentos e por pouco não escalou para agressão física, foi antecedida por provocações de ambos os lados no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.
CLIMA ESQUENTOU! ???? Saiba o que Nikolas Ferreira e André Janones cochicharam antes da briga na Câmara
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 6, 2024
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Na sessão desta quarta-feira (5), Janones se livrou do risco de cassação por rachadinha após a aprovação de um parecer de Guilherme Boulos (PSOL).
Registro feito pelo Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, mostra momento em que ambos colocam a mão na frente da boca e cochicam em tom de provocação.
Sentado à frente de Nikolas, Janones se vira para trás e dá início interação. O deputado bolsonarista reage: "Você não aguenta, Janones. Você é fraquinho demais na rede social. Você tem 10% dos meus votos. Cala a boca! Tá muito longe de votos".
Janones então rebate: "Vou vencer de novo em 2026. Você tá treinando para cair na hora da eleição. Você já entrou no Palácio? Perdeu e vai perder de novo. Eu vou eleger o Lula de novo em 2026. Vou eleger o Lula em 2026", disse.
JANONES X NIKOLAS ???? Após a sessão do Conselho de Ética da Câmara, discussão nos corredores entre os deputados André Janones (Avante-MG) e Nikolas Ferreira (PL-MG) teve direito a xingamentos e quase troca de socos.
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 5, 2024
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Foram necessárias apenas algumas horas do anúncio do término para o deputado federal, André Janones (Avante-MG), começar a paquerar a atriz Deborah Secco.
Tudo começou quando foi anunciado que seu relacionamento de 9 anos com o baiano Hugo Moura tinha chegado ao fim. Após isso, a atriz usou sua conta X, antigo Twitter, para revelar que acordou com “vontade de beijar na boca”.
Em seguida, Janones se colocou à disposição para ajudar a artista. “Estamos aqui pra isso”, escreveu o deputado federal.
Nos comentários da publicação, as pessoas se divertiram com a coragem do parlementar de passar uma cantada na atriz. “Gente, olha o Janones”, escreveu uma. Já outro brincou: “Janones saiu da política e virou atacante”. “Calma, calabreso”, disse um terceiro.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.
