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O médico Geraldo Freitas de Carvalho Júnior, de 35 anos, vai a júri popular nesta quinta-feira (26) em Feira de Santana. Geraldo é acusado de matar o colega e psiquiatra Andrade Santana Lopes, encontrado morto, no final de maio de 2021, em um trecho do Rio Jacuípe, de São Gonçalo dos Campos, na mesma região de Feira de Santana. O corpo estava amarrado a uma âncora para tentar dificultar as buscas.
Segundo a TV Subaé, o julgamento iria ocorrer em dezembro do ano passado, mas a defesa do réu conseguiu o adiamento, pedindo que o julgamento ocorresse em outra comarca. Geraldo esteve preso no Conjunto Penal de Feira de Santana, e depois foi transferido para a carceragem de Jequié, no Médio Sudoeste baiano.
Ao ser preso, o médico confessou o homicídio, mas disse que o disparo foi acidental. Nas investigações, a polícia descobriu que o acusado tinha uasdo o nome do colega para comprar uma caminhonete, já que tinha o nome sujo no Serasa, e quando foi cobrado decidiu cometer o homicídio.
Acusado de matar o colega e médico Andrade Santana Lopes, Geraldo Freitas de Carvalho Júnior vai deixar o Conjunto Penal de Feira de Santana. As informações são desta terça-feira (9) do Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias. O homicídio ocorreu no dia 24 de maio de 2021.
A vítima, que sofreu um tiro na nuca, foi encontrada presa a uma âncora no Rio Jacuípe, trecho de São Gonçalo dos Campos, no Portal do Sertão (lembre aqui). Réu confesso do crime, Geraldo está preso na unidade prisional desde o dia 28 de maio de 2021 e deve ser transferido para Jequié, no Médio Rio de Contas, Sudoeste baiano, ainda nesta terça.

Vítima residia em Araci, na região sisaleira / Foto: Reprodução / Acorda Cidade
A defesa do acusado pediu a transferência para Jequié e foi atendida pela juíza Márcia Simões Costa, titular da Vara do Júri de Feira de Santana.
Geraldo Freitas foi pronunciado também pela juíza a ir a júri popular. A data, porém, ainda não foi definida. Andrade Santana Lopes era natural do Acre e residia em Araci, na região sisaleira baiana.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.