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A primeira-dama Janja Lula da Silva expressou sua insatisfação com a saída de Ana Moser do Ministério do Esporte nesta quinta-feira (7). A ex-jogadora de vôlei foi destituída de seu cargo para dar lugar ao deputado André Fufuca (PP-MA). Nas redes sociais, Janja compartilhou seu descontentamento.
"Eu também não estou contente". Ela fez esse comentário em resposta a um tweet do empresário Omar Monteiro, que afirmou que "ninguém" estava satisfeito com essa substituição.
Esta mudança ministerial ocorre em um contexto político em que o governo de Lula busca conquistar o apoio de partidos como o PP e o PL, atual partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, seu principal adversário. Estas três legendas haviam dado suporte ao governo anterior no Congresso, mas desde o início de seu terceiro mandato, Lula vem tentando atraí-las para sua base de apoio.
Conforme esperado, André Fufuca assumirá o Ministério do Esporte, enquanto o deputado Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) ficará responsável pelo Ministério de Portos e Aeroportos.
Presente no lançamento da Taça das Favelas, em Fortaleza, nesta quinta-feira (27), a ministra do esporte, Ana Moser, confirmou a vontade da cidade em ser uma das sedes do Brasil na Copa do Mundo Feminina de 2027 e da vantagem brasileira em sediar o evento.
"O Brasil, no caso da Copa do Mundo, tem uma grande vantagem, porque foram 12 sedes construídas para a Copa de 2014, que são possíveis para serem sedes para agora. Fortaleza está no jogo", disse Ana Moser.
Caso ganhe o pleito de sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027, o Brasil terá no mínimo oito cidades escolhidas para receberem os jogos. Além de Fortaleza, Amazonas, Mato Grosso e o Distrito Federal já demonstraram interesse, segundo José Ferrarezi, Secretário Nacional do Futebol e de Direitos do Torcedor.
Além do Brasil, Alemanha, Holanda e Bélgica já manifestaram oficialmente o desejo de candidatura conjunta pela competição feminina, assim como a África do Sul.
A ministra do Esporte Ana Moser esteve em Salvador nesta quinta-feira (23) para reinauguração da Piscina Olímpica da Bahia, localizada na Avenida Mário Leal Ferreira, a Bonocô. A titular da pasta federal disse que a obra de requalificação é o início de novas parcerias com outros ministérios para fomentar o esporte no país.
"Nunca vamos conseguir atender toda a população com recursos da pasta do Esporte, mas a gente consegue na articulação e parceria com a Educação, com a Saúde, com a Assistência Social. É nesse sentido. Estamos aqui desenhando um piloto de parceria e aliança que tenha a educação como um grande pilar, uma estrutura que tradição, recursos e a responsabilidade de atender bem a população na faixa etária de criança e adolescente. Essa é a nossa intenção na visita à Bahia, começar a articulação e parceria para caminhar uma política que leve esporte à população em escala", afirmou.
Durante a carreira de atleta, Ana Moser foi uma das principais jogadoras de vôlei da geração, que connquistou uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Atlanta-1996 com a seleção brasileira feminina, após disputar as edições de Seul-1988 e Barcelona-1992. Atual ministra do Esporte, exaltou o potencial da Bahia em gerar atletas de grande pontencial, que terão um equipamento esportivo requalificado.
"Se olhar para a Bahia vai ver um potencial físico muito grande para todas as modalidades. E é importante dar acesso, oferecer acesso com equipamentos e programas para desde a iniciação, da prática ampliada na base e continuar investindo em equipamentos técnicos para especialização. Então, temos que buscar recursos para o esporte, porque investindo, com certeza vão aparecer muito mais do que aparecem. A Bahia tem uma tradição de boxe. O que se investir em termos de modalidade, vai ter talento. O talento físico do baiano e do brasileiro é muito grande. Onde a gente investir em estrutura com equipamentos, pessoal e programas vai gerar um número muito grande de atletas de rendimento que estarão representando a cidade, estado e o país. O investimento no esporte traz benefícios em várias frente e esportivas também", finalizou.
A ministra do Esporte Ana Moser estará em Salvador no próximo dia 23 de março, na próxima quinta-feira, para a reinauguração da Piscina Olímpica da Bahia, localizada na Avenida Mário Leal Ferreira, a Bonocô. O evento está marcado para às 8h30h. A revelação foi feita por Davidson Magalhães, titular da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (SETRE), durante entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da Rádio Salvador FM 92,3, nesta terça (21).
"Nosso governador confirmou que na próxima quinta-feira receberemos Ana Moser, nossa ministra do Esporte", afirmou.
Construída em março de 2016, a Piscina Olímpica da Bahia passou por uma obra de reestruturação. Ainda de acordo com Davidson Magalhães, foram investidos R$ 3,5 milhões e o equipamento ganhou novos vestiários, banheiros públicos e arquibancadas.
"Ana Moser estará aqui para a reinauguração. Fizemos um processo de revitalização e reestruturação completa. Foram construídos novos vestiários, banheiros públicos e uma arquibancada que era uma carência naquele lugar", completou.
Além de acompanhar a reinauguração, Ana Moser também visitará o Centro de Boxe e Artes Marciais, que fica próximo ao Largo de Roma, para conhecer os programas sociais que funcionam no local, às 10h. O titular da Setre ainda reforçou a ideia do Governo da Bahia de construir um centro de referência mundial de capoeira.
"Ela vai visitar o Centro de Boxe e Artes Marciais. Lá rodamos diversos programas sociais", falou. "O grande desafio nosso é construir um centro de referência mundial de Capoeira. Além da questão do esporte, a capoeira tem toda a cultura e ancestralidade. Somos a capital da capoeira no mundo", finalizou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).