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A Dasa, empresa gestora da área de saúde, colocou a rede baiana de clínicas AMO à venda e aguarda receber R$ 750 milhões no negócio. A Pátria Investimentos é vista como a favorita para fechar o negócio. Além das unidades de saúde, a Dasa também planeja a venda do Hospital da Bahia. A venda ocorre quatro anos depois da compra do ativo pela Dasa, pelo mesmo valor da expectativa de venda, em julho de 2021.
Segundo informações do BP Money, o banco Itaú BBA está responsável por buscar um comprador para a rede.
Fundada em 1994 pelo oncologista Carlos Sampaio, a marca é líder em tratamentos de câncer na Bahia, com operações também em Aracaju (SE) e Natal (RN), totalizando 15 clínicas.
A Dasa tem uma dívida líquida de R$ 8,76 bilhões e iniciou, em 2024, um processo de desalavancagem.
O Cade (Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou na noite de sexta-feira (14), sem restrições, a venda do controle da Wilson Sons para a Shipping Agencies Services (SAS), subsidiária do grupo europeu de transporte marítimo MSC.
O cantor Carlinhos Brown homenageou, neste sábado (1º), a cantora Marisa Montes que está fazendo 50 anos. “Hoje é dia de Marisa! Minha alma gêmea que eu amo e sou tão grato por esse encontro! Parabéns meu amor”, escreveu o músico nas redes sociais. Vale lembrar que em 2002 Brown e Marisa Monte formaram o grupo musical Tribalistas, junto com Arnaldo Antunes.
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Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.