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O deputado estadual Tiago Correia (PSDB), hoje na bancada de oposição ao governo Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou, na manhã deste sábado (27), que os membros do diretório estadual do tucanato aguardam o desenrolar das negociações em torno do possível apoio ao governo estadual "para ver o que vai acontecer".
Questionado sobre o seu envolvimento nas tratativas, o parlamentar baiano negou que esteja participando das conversas. Entretanto, não se isentou de dar sua opinião sobre o assunto: "Temos uma parceria histórica em Salvador. Fazemos parte do governo e acho que o caminho é seguir ao lado de Bruno Reis [União]".
Acerca de uma fragmentação entre os correligionários, ele argumentou que "o PSDB sempre foi um partido de diálogo". Nunca policiamos nossos membros e nunca fomos policiados. Cada qual tem suas convicções, seus posicionamentos e acredito que cada um vem seguindo aí, demonstrando como pensa e como age", acrescentou.
Na sua interpretação, a movimentação não demonstra nenhum aspecto novo. "Não estamos fazendo nada de diferente do que o PSDB fez historicamente", disse Correia, ilustrando a afirmação com a votação da reforma da previdência estadual em 2021, em que os tucanos votaram com Rui, naquela época governador do estado.
Para Correia, o possível alinhamento ao governo estadual não representa nenhuma "fragilização" na aliança mantida entre o PSDB e o grupo político do prefeito de Salvador.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.