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alexander isak
A última janela de transferências bateu o recorde de maior movimentação de dinheiro da história do futebol mundial. De acordo com os valores divulgados pela Fifa, nesta quarta-feira (3), entre os dias 1 de junho e 2 de setembro de 2025, cerca de 9,73 bilhões de dólares foram investidos nessa época, o que vale R$53 bilhões.
O valor, que envolveu apenas o futebol masculino, evoluiu mais de 50% do dinheiro movimentado no ano passado. Já no esporte feminino, o valor recorde também foi ultrapassado e bateu 12,3 milhões de dólares, ou seja, R$66 milhões.
No total, o número de transferências entre os homens foi de 12 mil mudanças entre clubes. Já entre mulheres, 1.100 foram trocadas.
Dentre os países que mais investiram no futebol, a Inglaterra foi a que se destacou com mais de 3 bilhões de dólares em transferências, ou seja, cerca de R$16 bilhões. Além disso, os ingleses também foram os que mais venderam atletas, seguidos de Portugal e Brasil.
O atacante sueco Alexander Isak, do Newcastle, está na mira do Al-Hilal, da Arábia Saudita, que ofereceu um salário de 600 mil libras por semana (cerca de R$4,4 milhões). A informação foi veiculada inicialmente pelo jornal britânico The Guardian.
Apesar da proposta expressiva, o jogador de 25 anos demonstra preferência por continuar atuando na Premier League. Com 1,92m de altura e 78kg, Isak vive sua melhor fase desde que chegou ao futebol inglês. Na temporada 2024/2025, marcou 27 gols, deu seis assistências e foi peça-chave na campanha que levou o Newcastle de volta à Liga dos Campeões e na conquista da Copa da Liga Inglesa.
Outro clube que acompanha a situação é o Liverpool. Mesmo após investir cerca de R$580 milhões na contratação de Hugo Ekitiké, o time de Anfield ainda tem interesse no centroavante sueco.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.