Artigos
Entre a garagem e o acesso à casa própria
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
alaafin de oyo
O restaurante Chez Bernard recebeu, no último sábado (4), a visita oficial da comitiva real nigeriana liderada por Sua Majestade Imperial ?ba Akeem Abimbola Owoade I, o Alaafin de Oyó. O encontro reuniu autoridades, pesquisadores e representantes da comunidade afro-brasileira, reforçando os laços históricos, culturais e diplomáticos entre Brasil e Nigéria.
A comitiva foi recepcionada pelo chef Igor Almeida e por Daniele Calixto. Também participaram do encontro o reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba), José Carlos Salles, além de lideranças, professores e pesquisadores como Yemoja Arike, Dote Amilton, Fábio Velame, Paula Aduke, Celso Cunha, Guaraci Fagundes, Lorand Matory e Stefania Capone.
A visita ao Chez Bernard integra a agenda oficial do Alaafin de Oyó na Bahia, iniciada no último domingo (29). Desde então, o monarca tem participado de compromissos acadêmicos, diplomáticos e culturais voltados ao fortalecimento das relações entre o Reino de Oyó e o estado, marcadas pela ancestralidade iorubá e pelos vínculos históricos construídos entre Brasil e Nigéria.
Durante a passagem pela Bahia, a comitiva participou da 4ª Conferência Internacional LASUCAS, realizada na Universidade Federal da Bahia (Ufba), que reuniu representantes do Reino de Oyó, da Associação dos Agudás, autoridades tradicionais e pesquisadores dos dois países. A programação também incluiu visitas a espaços de referência para a preservação das tradições afro-brasileiras, como a Casa de Oxumarê, reforçando as iniciativas de cooperação voltadas à valorização do patrimônio histórico, religioso e cultural iorubá.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.