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agnes keleti
Faleceu nesta quinta-feira (2), aos 103 anos, a húngara Ágnes Keleti, considerada a medalhista olímpica de ouro mais velha do mundo. Keleti conquistou um total de dez medalhas olímpicas ao longo de sua carreira como ginasta, incluindo cinco ouros, e também sobreviveu aos horrores do Holocausto. A informação foi confirmada pelo Comitê Olímpico Húngaro (HOC).
Ágnes Keleti iniciou sua trajetória esportiva em 1938, mas foi impedida de competir em 1940 devido à sua origem judaica. Durante a Segunda Guerra Mundial, Keleti conseguiu escapar da deportação para campos de concentração nazistas ao usar documentos falsos e se esconder em vilarejos próximos a Budapeste. Infelizmente, seu pai e outros familiares não tiveram a mesma sorte, sendo vítimas no campo de extermínio de Auschwitz.

Foto: Divulgação/olympics.com
Após a guerra, Keleti retomou sua carreira e viveu seu auge nos Jogos Olímpicos de Helsinque, em 1952, quando, aos 31 anos, conquistou sua primeira medalha de ouro. Nos Jogos Olímpicos de Melbourne, em 1956, consolidou sua lenda ao ganhar quatro medalhas de ouro, tornando-se a maior ginasta da história da Hungria.
Depois de se aposentar do esporte, Keleti mudou-se para Israel, onde formou uma família e continuou a inspirar gerações com sua trajetória de superação. Ao longo de sua vida, recebeu diversas honrarias na Hungria e internacionalmente, sendo símbolo de resiliência, coragem e excelência esportiva.
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Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.