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advogado investigado
Um advogado, de 47 anos, foi preso em Itacaré, no Litoral Sul, acusado de estupro contra uma mulher uruguaia, de 55 anos. A ação ocorreu nesta terça-feira (11). Segundo a Polícia Civil da Bahia (PC-BA), a mulher foi atraída pelo suspeito com uma proposta para trabalhar na administração de um camping localizado na comunidade de Matinha, na zona rural do município.
Após chegar ao local, ela teria sido vítima de violência sexual em duas ocasiões. Uma denúncia desencadeou a investigação. Antes do caso, o homem já estava submetido a uma medida cautelar que o proibia de ingressar no Fórum de Itacaré. A determinação havia sido concedida em favor da juíza titular da Comarca.
Após a prisão, o homem foi encaminhado à unidade policial, onde permanece custodiado à disposição da Justiça.
OAB
Devido à condição profissional dele, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi comunicada após o cumprimento do mandado de prisão.
A ação foi feita pela delegacia de Itacaré, que é vinculada ao Departamento de Polícia do Interior (Depin), no âmbito da Operação Malhas da Lei. As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do caso.
Um advogado, que também atua como professor, foi alvo de mandado de busca e apreensão em Poções, no Sudoeste, nesta quinta-feira (4). O homem, que não teve a identidade informada, é acusado de aliciar e assediar adolescentes na Escola Militar Municipal onde ele lecionava.
Segundo o Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a suspeita é que o advogado pedia aos alunos do colégio fotos e vídeos íntimos em troca de dinheiro e outros presentes. O caso foi levado aos pais pelos alunos, que registraram um boletim de ocorrência.
Policiais civis da 10ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin) foram em endereços do professor, como no escritório de advocacia, mas apenas o sócio dele estava no local. De acordo com o colega, o investigado já havia retirado os pertences dele do espaço. O conselho tutelar da cidade acompanha o caso.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.