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Artigos

Bernardo Araújo
Os “meninus” do trio
Foto: Acervo pessoal

Os “meninus” do trio

A poucas semanas do início do Carnaval, sempre me pego pensando: qual será a polêmica de 2026? Porque, convenhamos, em Salvador, polêmica carnavalesca não é acidente — é tradição. Todos os anos, essa cidade vocacionada para os serviços e, sobretudo, para a economia criativa, se prepara para a maior festa do planeta. Pelo menos é assim que nós, baianos, gostamos de dizer, misturando exagero e orgulho na mesma dose.

Multimídia

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador

Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
O secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo, Sosthenes Macedo, afirmou, nesta segunda-feira (26) durante o Projeto prisma, Podcast do Bahia Notícias, que a Sedur vai priorizar eficiência, atração de investimentos e desenvolvimento urbano com impacto social, mesmo diante das críticas da oposição sobre espigões e áreas verdes em Salvador.

Entrevistas

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”

Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
Foto: Fernando Vivas/GOVBA
Florence foi eleito a Câmara dos Deputados pela primeira vez em 2010, tendo assumido quatro legislaturas em Brasília, desde então.

adelia prado

Adélia Pinheiro afirma que candidatura em Ilhéus "não subiu no telhado" e seu nome continua à disposição
Foto: Carine Andrade/Bahia Notícias

A secretária de Educação da Bahia, Adélia Pinheiro, esteve na posse do novo presidente da FIEB e comentou sobre o futuro - mais precisamente às eleições de 2024 em Ilhéus, no sul do Estado. 

 

Apesar do descontentamento dos partidos da base aliada do governo estadual com o prefeito Marão (PSD), ela ainda afirma que pode ser candidata da situação. Adélia teria sido sondada para ser o nome do PSD no pleito.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias nesta sexta-feira (17), a gestora alegou que "o processo politico e o processo de construção politica a partir de uma base, base de apoio do nosso governo, ele é cuidadoso e respeitoso". 

 

"Eu permaneço no diálogo, reconheço que outros agentes também participam, todo mundo com seu valor e seu vinculo com o municipio de Ilhéus. Eu estou nesse processo, respeitando todo mundo, dialogando e reafirmando que é o meu municipio, minha terra, e meu nome permanece à disposição", disse, sem se indispor com o partido ou o atual prefeito.

 

Mesmo assim, ela afirma que seu nome não é a única opção. "Vários atores e agentes politicos, assim como eu, colocam seus nomes à disposição e têm vontade de colaborar, contribuir com o  avanço do municipio", revelou.

ALB recebe 1ª  apresentação do sarau literário com textos de Cora Coralina e Adélia Prado
Foto: Divulgação

A turnê nordestina do sarau literário com obras de Coro Colina e Ádelia Prado se inicia na terça-feira (7), na Academia de Letras da Bahia, em Nazaré, das 15h às 17h, com entrada gratuita. As autoras terão seus textos representados pelas atrizes Sônia de Paula e Nica Bomfim, que irão interpretar duas grandes amigas e companheiras de vida que ao se depararem com as obras das duas poetisas fazem um balanço sobre suas histórias, lembrando-se dos momentos românticos, comoventes, alegres e divertidos. A apresentação que foi idealizada pelo Conselho Nacional do SESI, também irá acontecer nas Academias de Letras dos estados de Alagoas (Maceió), Ceará (Fortaleza), Maranhão (São Luís) e Piauí (Teresina). Todos os saraus terão o auxílio de profissionais de Libras. 


SERVIÇO
O QUÊ: Cora e Adélia – Receita de Poesia em um Dedo de Prosa
QUANDO: Terça-feira, 7 de agosto, das 15h às 17h
ONDE: Academia de Letras da Bahia, Av. Joana Angélica, 198, Nazaré, Salvador-BA
VALOR: Gratuito

Elisa Lucinda apresenta obra ‘profana’ de Adélia Prado em Salvador
Foto: Divulgação

Elisa Lucinda apresenta neste final de semana o espetáculo “A Paixão Segundo Adélia Prado”, no Teatro ISBA. A peça foi uma parceria de Elisa com Geovana Pires, em que as atrizes fizeram uma colagem da obra da poeta. Para Elisa, Adélia é a maior poeta viva do país: com 81 anos, a mineira acumula obras e honrarias, como o Prêmio Clarice Lispector em 2016. Apesar do sofisticado texto da autora, a atriz e também poeta garante que o texto foi reescrito de uma forma mais clara e fácil para a compreensão de todos. A peça mostra outro lado de Adélia, conhecida pelos textos com teor católico. Conforme Elisa, Adélia mostra que “pode ter fé e desejo” e diz em um trecho da obra: “Deus não me fez até a cintura para o diabo fazer o resto”. Apesar do conteúdo mais profano e do enredo amoroso com o famoso personagem Jonathan, a atriz convida “toda a família” para assistir. “É a literatura viva, as pessoas se divertem, riem e choram em uma hora e vinte”. Em 2017 Elisa Lucinda comemora 30 anos de carreira e garante que as comemorações já começaram. “O livro Vozes Guardadas que lancei faz parte das comemorações e vai poder ser adquirido no local. Sempre faço do meu palco uma livraria ambulante. É o maior livro de poesias que já publiquei, há 11 anos não publicava livros”, contou.

Espetáculo inspirado em obras de Cora Coralina e Adélia Prado é apresentado em Salvador
Foto: Divulgação
O espetáculo teatral “Cora e Adélia, Receita de Poesia em um Dedo de Prosa”, com leituras dramáticas das obras de Cora Coralina e Adélia Prado, será apresentado de quinta-feira (12) a domingo (15), na Caixa Cultural Salvador. Dirigido por Rafaela Amado e com texto original de Jackson Costa, a peça conta com as atrizes Sônia de Paula e Nica Bomfim no elenco. Elas interpretam duas amigas, que rememoram passagens da vida através das obras das poetisas. Os ingressos serão trocados por um livro infantil a partir das 9h do primeiro dia de apresentação. Todas as sessões contarão com intérprete de Libras. A apresentação faz parte do projeto sócio-cultural de incentivo à leitura e a montagem já foi vista em cinco cidades: Brasília (DF), Fortaleza (CE), Rio de Janeiro (RJ), Juiz de Fora (MG), Orlândia (SP) e São Paulo (SP).
 
Serviço
O QUÊ: Espetáculo “Cora e Adélia, Receita de Poesia em um Dedo de Prosa”
QUANDO: 12 a 15 de março, às 20h (quinta a sábado) e às 19h (domingo)
ONDE: Caixa Cultural Salvador
QUANTO: Ingressos serão trocados por um livro infantil a partir das 9h do dia 12
Adélia Prado lança 'Miserere',seu oitavo livro de poesia
Aos 78 anos, Adélia Prado lança "Miserere", seu oitavo livro de poesia. O leitor reconhecerá aí uma voz familiar, inconfundível em seu saltério mineiro de louvores, súplicas, cantos de órfã e de exilada. Mais um exemplar de uma poética ambivalente de reverência e irreverência, fervor e emoção erótica.
 
Adélia continua a fazer seu cosmo poético em Divinópolis, cidade onde vive até hoje e que é metáfora do sagrado imiscuído às coisas do mundo em seus livros. Servem de síntese dessa poética versos de "Senha", de "Miserere": "Tento a rosa de seda sobre o muro / minha raiz comendo esterco e chão". Desabrochada do mais ordinário e cotidiano da vida, eis a rosa mística de Adélia, que participou nesta segunda-feira (24), do programa Roda Viva, na TV Cultura, e na terça-feira (25) participa do Sempre Um Papo.
 
Além desse cosmo já conhecido do leitor, onde "o velho também é mistério", há em "Miserere" uma ambivalência mais sutil, já presente em "A Duração do Dia", livro anterior de Adélia, na imagem da neblina como respiração próxima de Deus. Esse "onipresente vapor" retorna agora como bruma que "provada no corpo é fria" e "na alma expandida é gozo". O sentimento dessa proximidade atravessa as quatro seções do livro: Sarau, Miserere, Pomar e Aluvião. Não por acaso, repouso é uma palavra recorrente no livro e frequente o tema da morte. "Pois o encontro agora escuro e fosco / no dia radioso é único e não cintila. / (...) / Vivo do que não é meu. / Toma pois minha vida / e não me prives mais / desta nova inocência que me infundes". Esse apelo em oração nos versos finais de "Aluvião", único poema a compor a seção que fecha o livro, antecipa o gozo de um encontro que provado no corpo é repouso e na poesia de Adélia é lirismo.
 
"Eternidade? E a relva? / E repousar nela sem interdições, / sem ninguém me gritar: ô preguiçosa." Adélia quer a eternidade e a relva, o gozo de um repouso e outro. Seus poemas são de júbilo, sua antífona é "mista e quebrada" porque humana, e o amor continua a ser sua pena num duplo sentido. Adélia fala de uma sensação de desterro, de orfandade e da saudade "de carne e ossos / acidez de sangue e suor" que um dia a exilou da filosofia. Esse desterro é ainda o espaço poético de uma espera, o sagrado que a poeta encontra fora da igreja, na vida: "Minha reza é deitar na pedra quente, / satisfeita e feliz como lagartixa no sol". A escolha de Marie Noël para a epígrafe de abertura de Miserere é emblemática: Adélia tem a mesma fome de Deus que inspira Marie Noël em seus escritos, uma fome incivilizada, mística.
 
Convivem em sua poesia o vozerio dos mortos e os açúcares das frutas, o espírito da infância e uma "doutrina severa", que "faz sofrer, / mas a ninguém perderá se for uma doutrina bela". Seu miserere é uma oração feita de corpo, dos pequenos prazeres e temores do corpo, essa casa frágil, falível, que se deteriora, cede com o tempo e tem a ver com a falibilidade da própria linguagem para tocar o que é sagrado. Adélia expõe essa falibilidade e exalta o erro maravilhoso, como o que fazia seu pai ao dizer pétula em vez de pétala, uma poesia feita de matéria humana, amorosa, suja de vida, um cosmo particular em que se misturam o insignificante e o magnificente, o prosaico e o inefável.

Curiosamente, no livro "Terra de Santa Cruz", de 1981, há também um poema intitulado "Miserere". Nele, Adélia escreve: "Como gostaria de nascer de novo / e começar tudo generosamente". Isso é o que tem feito a cada livro, com um autêntico desejo de descoberta, de inocência, de olhar puro tantas vezes associado ao olhar do poeta no âmbito do discurso literário, embora cada vez mais raramente essa pureza seja posta em prática. Parafraseando Adélia em seu novo "Miserere", o nome do espírito desse livro é coragem.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O ditado já indicava a verdade pro Cavalo do Cão e pra Coronel Card, mas ninguém quis ouvir. Inclusive, será que alguém foi pedir conselho pra Baixixa? A grande pergunta é o que vai restar de natural pra essas eleições. E a nova moda já está colocada. Se continuar desse jeito, daqui a pouco só vai ter campanha virtual mesmo. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Janja da Silva

Janja da Silva
Foto: Reprodução Redes Sociais


"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".

 

Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país. 
 

Podcast

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende

Projeto Prisma faz especial do Dia de Iemanjá com historiador Marcos Rezende
O Projeto Prisma desta segunda-feira (2) recebe o historiador Marcos Rezende para falar sobre a tradicional Festa de Iemanjá, data que faz parte do calendário soteropolitano e une sagrado e profano nas ruas do bairro do Rio Vermelho.

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