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acordo coletivo
Funcionários da Caixa Econômica Federal iniciaram, nesta quinta-feira (10), uma greve nacional por tempo indeterminado após rejeitarem a proposta de renovação do acordo específico com o banco. No Banco do Brasil, a mobilização ocorre de forma parcial, nas bases sindicais que não aprovaram a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria.
Na Caixa, mais de 90% das bases sindicais teriam rejeitado a proposta apresentada pela instituição. Entre os principais impasses está o Saúde Caixa, além de reivindicações relacionadas às condições de trabalho, aplicação da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) e combate a metas consideradas abusivas. As negociações específicas entre os empregados e a Caixa foram retomadas nesta quinta-feira (10).
As entidades sindicais, porém, orientaram a manutenção da paralisação até que eventuais avanços sejam novamente submetidos às assembleias dos trabalhadores. No Banco do Brasil, cerca de 60 entidades rejeitaram a proposta da CCT, enquanto outras aprovaram o acordo. A paralisação, por isso, fica restrita às localidades que não aceitaram os termos, incluindo Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Pernambuco e Florianópolis.
O documento também prevê medidas sobre saúde mental, combate ao assédio, direito à desconexão e limites para o monitoramento digital dos funcionários. Durante a greve, Caixa e Banco do Brasil orientam os clientes a priorizarem aplicativos, internet banking, caixas eletrônicos e demais canais de atendimento remoto. Serviços como pagamentos e transferências permanecem disponíveis pelas plataformas digitais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.