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academia de letras e artes de salvador
O velejador Aleixo Belov foi empossado como membro da Academia de Letras e Artes de Salvador nesta segunda-feira (8), em Salvador, em uma solenidade realizada no Salão Nobre do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB).O velejador assume a cadeira 19 que tem como patrono o jurista, sociólogo, filósofo, professor e advogado Antônio Luiz Machado Neto.
Autor de 10 livros narrando suas aventuras pelo mundo a bordo de um veleiro, Belov declarou em seu discurso de posse:“Nunca imaginei que iria chegar até aqui e já que eu cheguei só tenho a agradecer”. “Durante minhas viagens, sempre recolhia coisas que achava importante, como obras de arte, esculturas, elementos da cultura local, além de ter todas as cartas náuticas, onde registrei os caminhos e por onde passei, e com isso, resolvi, fundar o Museu do Mar, porque eu tinha receio de que tudo se perdesse, e assim, deixar um legado para sociedade”, pontuou Belov.

Além de Aleixo Belov, foram empossados como membro da Academia de Letras e Artes de Salvador o advogado Raul Afonso Nogueira Chaves Filho, na cadeira 11, que tem como patrono o jurista Aliomar Baleeiro, o empresário e advogado Cícero Gonçalves de Sena Neto, na cadeira 38, cujo patrono é o escritor Ariosvaldo Magalhães Matos. Ainda no evento, foi entregue o diploma de membro honorário ao professor Astor de Castro Pessoa.
Academia de Letras e Artes de Salvador é presidida pelo escritor, professor e diretor da Associação Comercial da Bahia Sérgio Fraga Santos Faria.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.